Poemas de Amizade de Jorge Amado
Tenho pavor de gente que se faz de santa! Sabe aquelas pessoas que costumam dizer positivamente aquilo que lhe favorece e negativamente aquilo que prejudica os outros? Tenho verdadeiro horror à esse tipo de gente. Nada como poder errar, perder a direção, fazer suas próprias vontades, viver sua vida intensamente e da maneira que achar melhor sem precisar tentar prejudicar ninguém pra se sentir melhor do que os outros. Adoro poder olhar no espelho e ver que erro sim, sou torta sim... mas não "me faço" e sou feliz por ser assim. A pior coisa que se pode fazer não é cometer erros na sua própria vida e sim jogar erros na vida alheia pra encobrir os seus. Que cada um cuide de si, que cada um possa fazer suas escolhas e vivê-las sem se preocupar com a dos outros, sem cuidar da vida de ninguém e principalmente sem projetar em ninguém suas frustrações, suas vontades reprimidas e seus preconceitos. Que bom seria se cada um cuidasse do seu rabicó!
Quem dublou o chapeleiro do filme Alice no país das Maavilhas foi o vocalista do raça negra né? Só pode.
Irônico é você ouvir da pessoa que te magoou: Decepção deixa feridas e feridas demoram pra cicatrizar.
Quando alguma coisa me incomoda eu não sossego enquanto não me livro daquilo, e quando consigo inevitavelmente solto um enorme sorriso de satisfação. É o meu jeitinho... ;)
Sonhar que o boy tá te passando a perna e acordar mais nervosa que um - touro -. Quem nunca? Eu sempre!
Não sei o que é pior: Homem sem palavra ou homem que brinca com os sentimentos dos outros. E quando é os dois ao mesmo tempo então hein? Affs...
O universo (que outros chamam a Biblioteca) compõe-se de um número indefinido, e talvez infinito, de galerias hexagonais.
A chamada lógica do razoável está associada à superação do formalismo estrito e à valorização de critérios axiológicos na interpretação jurídica. Essa perspectiva foi desenvolvida de modo marcante por Luis Recaséns Siches, para quem o Direito não pode ser aplicado por mera subsunção mecânica da norma ao fato, devendo o intérprete considerar valores, finalidades e as circunstâncias concretas do caso.
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
No fim, aprendi que a maior festa é aquela que acontece quando a gente descobre o luxo de dizer "não". A música toca mais alto, o espaço fica mais amplo e, principalmente, sobra lugar para quem realmente vale a pena.
Trabalhar nunca foi tão exaustivo. Médico virou divulgador de si mesmo, padeiro filma a fornada, pedreiro mostra a obra em vídeo curto, advogada comenta decisão como se apresentasse telejornal.
A paixão não fica menor porque não virou álbum de família. Um romance pode ser pleno, honesto, inteiro e, ainda assim, caber em pouco tempo. O que azeda não é a brevidade: é a cobrança de que toda história precise virar projeto de longo prazo, com meta, cronograma e prestação de contas para terceiros.
O pamprincipiologismo, expressão cunhada por Lenio Streck, designa o uso excessivo, desmedido e muitas vezes indevido de princípios jurídicos na fundamentação das decisões judiciais. O fenômeno caracteriza-se pela tendência de transformar qualquer valor moral, diretriz política ou argumento retórico em “princípio jurídico”, atribuindo-lhe força normativa superior e utilizando-o como verdadeiro argumento de autoridade (topos) para legitimar decisões previamente intuídas pelo intérprete. Com isso, ocorre uma hipertrofia principiológica que enfraquece a centralidade das regras, compromete a coerência do sistema e fragiliza a segurança jurídica.
