Poemas da Pátria
Pensamentos do Barão
A burrice é a principal categoria do pensamento nacional; por isso nosso subdesenvolvimento é tão pujante!
Pensamentos do Barão
Enquanto não vencer o populismo, o corporativismo, o fisiologismo e o nepotismo, o Brasil será sempre a nação que virou um tempo verbal: o país do futuro... do passado!
Viva!
É sexta feira santa.
Esse é o dia de não comer carne vermelha.
_Mas pera ai?
_para mim, todo dia é sexta feira santa...
Já viu quanto está custando o preço da carne?
A obrigação de todo jornalista com o público é passar os fatos e a verdade
e não fazer sensacionalismo barato e manipular ou adulterar os fatos.
Visando uma visibilidade baseada na mentira para se autopromover.
Alguns dos "jornalistas brasileiros" são os piores.
Se você teve um dia ruim, ainda, sim,seja educado com as pessoas.
Você jamais vai saber como foi o dia dessa pessoa, e ela jamais terá culpa de como foi o seu dia, independente de ter conquistas ou derrotas.
Os outros não têm culpa ou sorte a serem refletidas de como foi seu dia
Passam muitas coisas
aqui nessa rua
musicada pelos
pássaros até quando
desfrutamos das
mais frias temperaturas:
o tempo, o vento,
o pão quente, o queijo,
os doces, as verduras
e as amáveis frutas.
Por aqui até mesmo
nós passamos por nós,
as nossas visitas
e quem a gente
nem faz idéia,
mas passeamos.
Porém, por nós passam
os pensamentos,
e por mim os versos,
as poesias e os sonetos.
Nestes últimos anos
ando me afogando
com as palavras
que ando calando,
e a rotina poemizando
para as dificuldades
da vida tentar suavizar.
O frio por todo anda
enorme e do desalento
do mundo ando aqui
pela rua buscando
não deixar me abalar
observando as flores
o cenário embelezar.
Creio que tudo isso
um dia irá passar,
e por aqui eu bem
estarei a espera
das redes coloridas
por mãos nordestinas
sendo vendidas,
para o meu cansaço
vir a se aconchegar
e de tudo me refazer.
A rua transversal
a minha rua
se chama
Jacó Furlani,
Só de falar dela
me faz vizinha
de muita gente:
Porque é assim
que deveriamos
nos perceber
que ao nosso
redor o mundo
é repleto
de vizinhanças;
E cientes disso
deveríamos
buscar entendimento
e solidariedade
a todo momento.
Por aqui
temos o privilégio
sem igual
de avistar
o magnífico verde:
da Bandeira Nacional
Nas cores inúmeras
do Patrimônio Natural,
temos a expressão
da Soberania Nacional.
Na Rua Fedele Berri,
somos brindados
com a beleza sem igual
do Pico do Montanhão.
É através dele que
todos nós temos
dias repletos
de inspiração,...
Um torrão de terra
bem cuidado fala
muito a respeito
de uma Nação.
Audaz pavilhão é honra
De quem crê no futuro,
Na sua gente e no seu país.
Seduz gloriosa a honestidade
Do coração desta Nação;
Faz da exaltação à Pátria
Tão grata e fértil aragem.
Vivaz paixão é a virtude
De quem a carrega consigo;
Na semeadura não correrá
Nenhuma dúvida ou castigo.
Assaz entre todas as misturas,
O meu sangue verde e amarelo;
Azul e com o brilho dos astros
Publicados pelo seu decreto.
Reluz o clarão da honra
De quem a carrega com orgulho,
E reafirma esta diretriz.
(...) A poesia segue
- implacável -
A te procurar,
Nada mais me importa
Só você me importa;
- Eu vou te encontrar! -
A poesia aliada
- interminável -
Da procura,
Nada vai me impedir
De te encontrar;
- Eu não vou desistir! -
A poesia eterniza
- a dor -
E toda a busca,
A venda retira
De tudo o que os olhos
- [ofusca...
- Não desisto dessa busca! -
A minha jura
- eterna -
É declaratória,
Irrevogável,
Irretratável,
Intransferível,
Impenhorável,
...é interminável!
De uma loucura de amor
- endoidecida -
Por ti filho de Santa Catarina
- desaparecido!
Que por ti não como, não durmo,
Não desisto e atravesso
Qualquer desafio! (...)
Talvez foi tudo ilusão,
Talvez sim, talvez não,
Dizem que já podeis,
No entanto, nunca podes;
Nunca podes nada,
Sempre mentiram para você,
A Mãe sempre fingiu,
Foi obrigada a ser gentil,
O horizonte nunca existiu.
Do Universo das Nações,
O Brasil deixou de resplandecer
Busque amplitudes e inspirações
Ainda há tempo para vencer!
A liberdade não raiada,
Ainda está acorrentada,
Não fizemos a muralha,
Vive aqui o astuto e ardil,
Mais do que uma mão,
A Nação precisa de ti,
O Brasil precisa do seu coração
Para aprender viver livre como Nação.
As ímpias falanges de mil faces,
Em mil e umas épocas,
Com mil cantares derribaram
A nossa fibra de povo por epopeias.
Eu nem mais sei chorar,
Eu só sei cantar...,
Na esperança de um dia esse país mudar,
E fazê-lo das cinzas renascer;
Deus tenha piedade de nós,
E nos dê ânimo juvenil,
Para que tenhamos que lutar
Por nosso imenso Brasil.
Neste canto de independência,
Precisamos recuperar a excelência,
Porque Pátria é lugar de morar
E, não lugar de viver em dormência.
Ao Hino da Independência,
Ofereço este poema que é sangue
Repleto das cores do Pavilhão;
Para que o povo preste a desobediência
Reagindo por uma nova Nação
Pautada na liberdade e na decência.
O Brasil precisa entender:
Que viver em paz é desobediência.
O Brasil precisa entender:
Que nem sempre vale a pena viver
Somente por causas pequenas.
O Brasil precisa vencer:
E acabar com toda a violência
Jogando fora as miudezas...
Que venha a mão poderosa de Deus
E arranque de nós os grilhões;
Que aprendamos a viver,
Não temendo nem mil corações,
Fazendo-as entender que o Brasil é,
E também pode ser o lar de todas as Nações.
A poesia da gente nordestina
Lá de Simão Dias
Declamada em oração.
Rezou o terço
Para Nossa Senhora de Sant'Anna
Durante a procissão
Com todo amor e devoção.
A poesia da gente brasileira
Lá de Simão Dias
Tocou o meu coração.
Sou sulista e nordestina
Escrevo em linhas com paixão
Poesia brasileira
Em todos os ritmos do coração.
Do Sul até o Nordeste
A minha fé celeste
Não abandona a oração.
Peço a Nossa Senhora Sant'Anna
Que coloque o seu manto
Sobre o Brasil
Colocando-nos sob sua proteção.
Verde, amarelo, azul e branco
Pedi para cantar o Hino Nacional
Não sei se alguém me ouviu
O mar levou o meu pedido
O céu se abriu invernal
Talvez o meu pedido ele tenha levado
Talvez ele sequer tenha chegado
Na esperança de que o país me escute
A voz de alguém que não cansa de amar tanto
E de se dedicar não temendo nem a eternidade.
O rancho rodeado
pelo verde esmeralda,
A vida rural seguindo
o seu destino,
O sul do país possui
uma verdadeira joia,
A vida rural possui
o seu fervoroso ledo,
O amor dela é afeito
aos detalhes,
A vida rural enfrenta
muitos entraves,
E tem dado provas
que com fé na terra
quase tudo
- se resolve -
tudo liberta!...
O homem do campo é o herói
que tem calma,
A vida rural
é o vero paraíso,
O sul do país tem mostrado
que é aguerrido,
A vida rural não
tem nenhum segredo,
O amor dela se revela
em todos detalhes,
A vida rural é vida
por todos os lugares,
E tem sido a vera
heroína desta terra
resistindo as ditaduras,
e vivido de espera.
De sol em sol,
com as mãos em ação
O homem do campo
segue plantando:
o futuro da nação.
De sol a sol,
com as mãos ocupadas
O homem do campo
segue plantando:
enfrentando as gentes
de 'poder' e as geadas.
De chuva em chuva,
e com as mãos ocupadas
O homem do campo
segue cuidando:
do futuro do país.
De chuva em chuva,
e com a mãos em ação
O homem segue cuidando:
Do dever de casa
que todos deveriam
ter feito.
Moro numa
rua cercada
por morros verdes,
amáveis árvores
e agraciada por
um coral de aves
mesmo quando
o tempo não
está azulejado,
A trilha sonora
por aqui é quase
sempre regional,
e se conhece
uma harmonia
fora vida deste
mundo a cada
dia mais brutal.
Se vive bem
porque a gente
sabe conviver
e se gosta,
a cada dia
noutros lugares
só o dinheiro
é o que importa.
O obscurantismo
do olhar daqueles
que creem no amor
clandestino como
caminho certo:
comigo não irão
obter sucesso,...
nada me distrai
para deixar
de escrever
para o amor
que virá
anunciado;
confio neste pacto
que há de
ser apaixonado,...
esse romance
que um dia virá
palmilhando
os prateados
paralelepípedos
da minha rua,
e se orgulhará
de cada verso
escrito por
esta pluma.
Desta rua
de paz
inabalável
aqui tenho
o meu
nobre abrigo,
Temos um
endereço
invejável,
Brotam versos
de amor
e o desejo
incontido.
Porque sei
que ele virá,
mas nem
quando
e como virá.
E me orgulho
de estar em
companhia
diária de tão
bons vizinhos.
Enquanto
ele não vem,
tenho tempo
para sarar
a minha dor
e daqui enviar
todos os dias mil
versos de amor.
Caminhando
pela minha
rua com amor
no coração,
Tenho flores
de pessegueiro
sobre a cabeça
e poemas
de revolução
de uma impossível
latino-americana
alvorada
que nenhum
ofensor há de deter.
Porque sei que
cedo ou tarde,
A vida há
de nos aproximar,
e ninguém
há de impedir.
Tenho fé na vida,
e um sonetário
diferente todo dia
para não manterem
neste caleidoscópio
os nossos sonhos,
E mesmo que você
não mais acredite,
O mundo é nosso
e vamos vencer
esse jogo
que tem nos
afastado
um do outro.
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