Poemas da Juventude de Paulo Coelho

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“Normalmente os homens mais sábios dessa terra criam textos e poemas para serem lembrados. Eu os crio para mostrar que não faço parte dessa lista.”

Inserida por paulomenegatti

Quem tenta ter uma flor, só vai ver sua beleza murchando.
Mas quem só admira ela na natureza sempre está com ela.

Eu me lembro do meu instante mágico, daquele momento em que um "sim" ou um "não" pode mudar toda a nossa existência.

Paulo Coelho
Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei (1994).

Nota: Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, 17

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Inserida por princesajuly

Talvez porque não somos nós que escrevemos os melhores momentos da nossa vida. (Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei)

Paulo Coelho

Nota: Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, 27

Inserida por princesajuly

É justamente a possibilidade de realizar um sonho que torna a vida interessante.

Paulo Coelho
O Alquimista. Rio de Janeiro: Rocco. 1990.
Inserida por saletecosta

Devemos nos vestir como manda o figurino, fazer amor com ou sem vontade, matar em nome de fronteiras, desejar que o tempo passe rápido e a aposentadoria chegue logo, eleger políticos, reclamar do custo de vida, mudar de penteado, maldizer os que são diferentes, ir a um culto religioso aos domingos, ou sábados, ou sextas, dependendo da religião; e ali pedir perdão por nossos pecados, encher-nos de orgulho porque conhecemos a verdade, e desprezar a outra tribo, que adora um deus falso.

Inserida por tuud

Você acredita que o homem foi a Lua?
Então, você acredita em Papei Noel, Coelhinho da Páscoa etc...

Inserida por RoneiPortodaRocha

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

É por vezes mais fácil formar um partido do que ascender, pouco a pouco, à chefia de um outro já formado.

O primeiro sulco aberto na terra pelo homem selvagem foi o primeiro ato de civilização.

Os bens de que gozamos exercem sempre menos a nossa razão do que os males que sofremos.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Desesperar na desgraça é desconhecer que os males confinam com os bens, e que se alternam ou se transformam.

O saber é riqueza, mas de qualidade tal que a podemos dissipar e desbaratar sem nunca empobrecermos.

Os erros circulam entre os homens como as moedas de cobre, as verdades como os dobrões de ouro.

Quando sentimos que não há razão para sermos estimados, estamos à beira de lhe ter ódio.

A tirania não é menos arriscada para o opressor, do que penosa para o oprimido.

É alcançar muito de um amigo se, tendo subido ao poder, ainda se recorda de nós.