Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Ser criança é acreditar que tudo é possível!
Ser criança é acreditar que tudo é possível, pois não existem barreiras para quem não sabe da existência de suas limitações. Ser criança é construir todo um universo dentro de uma caixa de sapatos e acreditar que ali, quem reina é ela. Ela constrói suas histórias, suas aventuras, supera qualquer desafio e dá a volta por cima de qualquer dificuldade.
Tudo é possível na imaginação das crianças e é por isso que temos muito o que aprender com elas. Aprender sobre compaixão, gentileza, lealdade, segurança, mas acima de tudo, sobre liberdade. Porque não existe ser mais livre neste mundo do que uma criança disposta a imaginar.
Desejos de Ano Novo
Que o novo ano seja sinônimo de paz, otimismo, fé e prosperidade para todos nós!
Desejos de Ano Novo...
Com o tempo, as dificuldades se transformam em superação e aquilo que vivemos se torna uma aprendizagem que nos faz evoluir. Desejo que este ano traga várias oportunidades de você se descobrir e reinventar.
Que seja um tempo de alimentar seus talentos e suas paixões, trilhando novos caminhos e se permitindo ser surpreendido pelo que o futuro reserva. Nesse ano que começa, desejo que você tenha amor, amizade, paz, dinheiro, saúde e, acima de tudo... Seja muito feliz!
A vida é o maior presente que alguma vez recebemos. Vamos aproveitá-la com coragem, gratidão e alegria! Feliz Ano Novo!
Não permita que qualquer UM entra em sua vida e arranque sua alegria, sua energia, sua fé. Nem tão pouco seu sonho. Você é a medida da sua crença e seu sonho. se sonhares pequeno então será assim a sua vida (PEQUENA)
Você podes chegar até aonde seus sonhos estão a lhe conduzir. Apenas caminhe com cuidado observando os obstâculos para não ser grande a sua queda. DEUS AJUDA AQUELE QUE DÁ PRIMEIROS PASSOS.
Ninguém pode tirar de sí a ousadia de seres grande.
Sente-se ousado, cresça sempre, cresça mais, não desiste, não olhes pra trás.
Na caminhada da vida só existem duas pessoas importantes.
1* VOCÊ
2* VOCÊ
Não torna seu tempo disperso, nem seus esforços em vão, nem tão pouco seus sonhos como loucura. VOCÊ É A MEDIDA DO SEU PENSAMENTO, até aonde você se esforça pensar, é lá o nível do seu perfil, mais isto não é tudo, "PORQUE VOCÊ AINDA PODES MAIS CRESCER E CONTINUAR SEMPRE SENDO GRANDE"
Um olhar cativante
Que me fez parar por um instante
Que me fez enlouquecer
Mesmo sem te conhecer...
Melhor, Esse seu sorriso
Que acabou comigo
Mesmo sem correr perigo.
Mais dessa vez eu consigo
Me prender a você
Para que eu posso viver
Desse amor que surgiu
Quando à sorriu .
Nao importa o quanto você foi justo ou se importou, no final justamente aquelas pessoas que você praticou a justiça e se importou tanto, Irão apontar para você e dizer: eis aí um injusto. Seja bom e justo, mais não espere reconhecimento por isso. O seu benefício foi e é, a sua intenção.
Lembrando daquele tempo,
que só olhava pra você.
Esquecia até de viver,
Por vários momento.
Como foi bom te esquecer!
Ah! Esse vento,
pena que não posso ver,
Mas vejo as janelas bater.
E o cheiro dela aqui dentro,
que não consigo esquecer.
Por favor! Volta a chover,
assim não vou sofrer.
Que eu possa fazer,
Numa chaleira bem quente.
Só pra me aquecer,
tomando meu café.
Até o sol nascer.
Eu não te desejaria o mundo,
porque ele não é imenso.
Não te desejaria o universo,
porque ele já é completo.
Te desejaria o meu amor que
pode ser infinito,
É o que eu sinto.
dormir — brasa atada a brasa
despejado em caminhão de mudança
(semente que todo presente sem fogo é)
dormir — as medidas da casa que habitamos
sem plástico-bolha
sem feltros sem gota de esperança
enquanto meus ouvidos balançam as lâminas e
meus joelhos pesam o que descabe em seu contento
(e pelo resto desse orelhão aplicado a seco)
me deixando casca
de não saber se vida é caminhão parado
se é caminhão movimento
Bloco de rima
altruísmo desastroso erva luz
par do meu florescer interminável
enxerto na bolsa do teu alicerce
segura pelo meu desastre
neste jogo de semente em algodão
demora na construção da pá
empresa escalando rendições em teu poço
em teu mito do desinteresse
auxiliado pela repetição (elo-azar)
essa mancha patinada — geração
quilha substituindo o céu
nó da surdez e os crimes da natureza
enquanto escapa de mim em fundura
rumo ao que se emenda com desistência
com o uso excessivo de lembranças
adesivo da chegada ao outro
esse arpão que BUM e descasca o excitamento
de centro do mundo e menos a enraizar
sumindo dentro dos crimes da natureza
esse tiro guardado dentro da flor
mudez que empresta aos teus olhos o voar
no rosto imerso no espelho
a confirmação de que o meu superpoder
é colocar carroças na frente dos bois
tablado batendo o susto
no compro ouro corriqueiro
onde o ferro volta à carne
e no reflexo do caixa o olhar de máquina
jornada duma luz que não aceitei –
metragem cansaço inesperado
(razão preenchimento do odiar)
e uma voz na cópia me dizendo
nunca foste tu o salvador
desfazendo o refrão dos que lutam
e são imprescindíveis
as lágrimas da passeata
e invadido pela esperança que alastrei
sem encontrar a guerra santa
que havia dentro do poema e da canção
removo as verdades estampadas
nas camisetas
alinhavo o que se rasgou no heroísmo
admito que o tempo é maior (e dá repuxo)
que são intermináveis os sonhos
apesar da evasão que nasce deles
já atingido pela chance do amor
(jarro terrível)
falho escudo imprescindível
então numa festa com uísque de graça
uma bonitinha de cabelo curto
chega bem perto de você
e diz que sente pena de você
diz que você está se tornando
tão patético quanto as personagens
que inventou
A sua concepção da história [do analfabeto político] é, pois, puramente mecanizada e, por vezes ao mesmo tempo, fatalista. Para ele, a história pertence apenas ao passado; não é o que evolui hojeou o que evoluirá amanhã. O presente é qualquer coisa que deve ser normalizada, e o futuro, mera repetição do presente, deve ser também normalizado, isto é, o status quo deve ser mantido.
Por vezes, o analfabeto político apercebe o futuro como não sendo exatamente a repetição do presente, mas como alguma coisa de preestabelecido, de dado antecipadamente. Mas uma e outra concepção são concepções "domesticadas": uma escraviza o futuro ao presente, o qual deve repetir-se; a outra reduz aquele a qualquer coisa de inevitável.
...Desse amor estocado
Vai aos poucos se desfazendo
Não é um exagero
E sim as marcas dos seus erro
Que tudo isso pode ser passageiro...
