Poemas da Juventude de Paulo Coelho
E quando minha loucura acabar. Que eu volte à realidade. Assim como uma criança perdida, voltando aos braços de um pai...
Serei pó. Esquecimento. Lamento em dias contados. A felicidade há de vir sem opulências ou dias covardes. Tudo espreitado, como a terra sugando liberdade.
O tempo começa quando tudo fica cinzas. Tempo infindável para cantar, fazer canções de ninar em outras vidas. Sorrir do acaso que se repete a cada vida vivida...
DIREITOS? Não generalizando, claro! Temos hoje uma estrutura familiar destroçada por uma política amoral, que dá mais direitos que deveres.
Eu só quero pão, desses que as pessoas do século XXI jogam ao chão. Saborear cada gota desse até então desconhecido.
Quando o vento sopra, a brisa lava a alma e entao flutuo para lugares desconhecidos. Sem acompanhantes ou lábios para tirar o sono...
Sem um amor violador dos anos 90. Fitando 20 horas por dia excessivos monitores. Respirando tecnologias, perceptíveis datagramas, morfologias. Tantas outras dores...
Somos livres para fazer-mos nossas próprias escolhas, lembrando que a vida foi feita para ser vivida e correr riscos faz parte dela.
Não há ilusão mais doce, que aquela em que sonhamos estar fazendo amor, a quem gostariamos de nos dar
Meus pensamentos rastejam por um beco escuro de uma lembrança quase apagada, que é tão forte que doí.
Aryane Pinheiro
No caminho para o sucesso existe desafios, mas não existe fim. É você com suas limitações que determina o fim.
Sobre aqui:
-Você está em um treinamento para objetivos maiores que ainda não tem conhecimento suficiente para entender.
