Poemas da Juventude de Paulo Coelho
As pessoas não querem saber quem você é...preferem a superficialidade do deduzir e o veneno de quem difama.
minha cristal ,vou levar uma foto sua no painel do meu caminhão ,pra quando bater a saudade eu olhar sua foto ,e poder sorrir ,minha princesa linda,minha boneca ,vc é meu mundo,sem vc tudo perde o equilíbrio te amo hj e sempre
Algumas noites pedem macarrão ao alho e óleo, com cubinhos finos e fritos de bacon: a melancolia que se esconde na crocância.
Dos criadores de likes, notificações e outros comportamentos automatizados, vem aí o Homo algoritmicus: a coisificação como modelo de negócio
Não importa o tão longe chegue e o tanto que conquiste. O importante é chegar longe e com mais recursos para desfrutar.
Ao abdicar do caos, em nome da serenidade e do controle, a lucidez se veste de resistência contra as mentiras que a humanidade conta a si mesma.
Uma mente que devora com vontade sente a densidade da cronofagia, criando mais em menos tempo cronológico.
Ao tocar o mundo, esse emaranhado de talvezes, o dedo da percepção escolhe a vibração das cordas que ressoarão em cada momento.
Uma experiência irônica imersiva traz consigo emoções gustativas impensadas, como beber vinho com pimenta.
Quando a emoção engole os pensamentos, somos submetidos a devaneios infindos. A razão, víbora, finge que é companheira, mas observa a queda em silêncio.
O erro é um amigo imaginário que, às vezes, expõe suas peripécias. Geralmente o faz, quando menos esperamos. Ele entra na brincadeira, a qual denominamos vida, e permite com que aprendamos a seguir por caminhos ou descaminhos. É comum que queiramos evitá-lo, mas suas travessuras não nos abandonam. Para esquivar-se do drama, basta convidá-lo para uma dança, numa valsa em que, conduzindo-o, amadurecemos.
Quero o verídico, inabalável. Quero a concretização de sonhos antes cristalizados. Dispenso a síntese do sintético e a antítese inacabada. Dispenso, sobretudo, o medo infeliz, que macula a coragem da vanguarda.
No topo da árvore das decisões, o vento traz rumores diversos. Uns sussurram acordos inéditos, outros proclamam cessar-fogos que nunca se concretizam.
A tristeza está para o oceano assim como a memória está para o rio de sensações que deságua nas sinapses.
Pensar é elevar a centelha da alma a um estado de afeto pela descoberta e pela consciência, alcançando soluções e criando novas concepções para o que já tem definição temporária.
Mesmo diante das adversidades, é preciso dar vazão à própria natureza. Se ser bom é a nossa sina, que o sejamos — ainda que custe um mar de lágrimas, ou para que não sucumbamos à mesmice.
