Poemas da Juventude de Paulo Coelho
Um “feliz ano novo” começa dentro da gente quando decidimos mudar, quando reconhecemos que somos falhos no falar, no pensar e no agir. Quando resolvemos ser mais gentil com as pessoas e a se importar mais com a dor do outro. Quando erramos e pedimos perdão pois queremos paz. Quando priorizamos Deus em tudo que fazemos, e decidimos a depender dos seus cuidados e proteção.
Se o homem normal percebesse o quanto tende a ser manipulado pela sociedade, desejaria, também, ser chamado de louco.
As vezes a gente precisa deixar as emoções transbordarem, porque não dá pra ficar guardando tanto sentimento no peito!
Diziam que era impossível construir castelos na areia, até virou um jargão popular, aí surgiu Dubai, não é mesmo? Arranha-céus e castelos, e até ilhas construídas na areia e no mar, aí fica a pergunta "o que estava errado no mito de que não era possível fazer o impossível, era falta de coragem, conhecimento ou apenas dinheiro?".
No amor e na dor o que conta é a energia que você investe! Cabe a você decidir com qual intensidade quer sentir!
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O tempo sempre terá percepções diferentes, é muito diferente se ele está passando em um bom momento que passa em um piscar de olhos, ou se está passando na dor ou na espera que parece uma eternidade...
o que eu acho vergonhoso? Uma sociedade medíocre ostentar grandeza tanto previlegio em meio tanta miséria isso pra mim e vergonhoso
Certamente realizações dos outros causam mais infelicidade do que as nossas próprias perdas e as derrotas dos outros causam mais alegria que as nossas próprias vitórias.
Vivemos num mundo onde a inveja causa a maior doença a ser curada pela humanidade, que é o orgulho.
Saibamos que pra dar alguns passos à frente no caminho da evolução, da luz, temos de dar alguns outros tantos no caminho do nosso passado e iluminar a escuridão que ainda existir.
Tem algo de muito errado na essência naquele que tem de usar uma máscara diferente pra cada lugar que estiver.
Conserte a essência e não terá mais de usar máscaras.
A saudade de um amor nada mais é que a falta que sentimos de parte de nós que se foi com quem amamos.
Por isso a angústia, por isso o vazio.
Em relação ao amor que perdemos, é simplesmente aceitar (não é entender, não é um processo intelectual) que a pessoa se foi, porque o amor é um sentimento tão lindo e não prejudicial, que não é necessário esquecê-lo. Basta guardar num cantinho especial do coração e seguir em frente.
A educação tem sentido porque mulheres e homens aprenderam que é aprendendo que se fazem e refazem, porque mulheres e homens se puderam assumir como seres capazes de saber.
Somente uma escola centrada democraticamente no seu educando e na sua comunidade local, vivendo as suas circunstâncias, integrada com os problemas, levará os seus estudantes a uma nova postura diante dos problemas de contexto. À intimidade com eles.
Nenhuma pedagogia realmente libertadora pode ficar distante dos oprimidos, quer dizer, pode fazer deles seres desditados, objetos de um “tratamento” humanitarista, para tentar, através de exemplos retirados de entre os opressores, modelos para a sua “promoção”. Os oprimidos hão de ser o exemplo para si mesmos, na luta por sua redenção.
Sei que é difícil, mas entenda que o quê cura o desprezo, a rejeição, a angústia, o vazio, o estresse, o desamor, a mágoa em nós... É, simplesmente o amor, esse mesmo amor a alguém que causou tudo isso, porque só o amor pode ressignificar esses sentimentos, pois o amor a tudo resiste. Se não resistir, era qualquer outra coisa, menos amor.
