Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
"Ela e os nós (duas)."
Minha mãe nos deixou já faz um tempinho, como dizem os espanhóis, "já tem um par de anos" E hoje resolvi visitar lugares evitados ao longo desses quase 730 dias, como coisas ensacadas, e encaixotadas por ela. E o que mais me chamou a atenção não foram os itens guardados mas sim os "nós" e laços dados em fios, fitas, e sacolas que sempre foram marcas registradas da minha mãe. Ela gostava de tudo amarrado, ensacado, agasalhado. Na sacola dos tapetes,eles estavam lá, bem medidos, bem amarrados. Nas cordas das redes, eles estavam lá, bem firmes, bem seguros para que ninguém viesse a cair. Depois fui ver algumas coisas atrás da casa, e eles também estavam lá, amarrando, segurando e alinhando discretamente três canos de água em desusança, preparados para uma eventual necessidade. As digitais da minha mãe estão naqueles nós, naqueles laços, porque sei que ali ela foi a última pessoa que pegou, que tocou, que amarrou. Posso desobrigar os laços das sacolas,e das fitas, a permanecerem na condição em que Zizina Vidal os deixou, mas confesso que tive dificuldade em mexer em algo que parece ser tão simples mas que foi especialmente e atenciosamente feito por ela. Minha mãe foi embora, deixou aqui alguns laços nas sacolas para eu desatar, mas também deixou laços entre mãe e filha que por vez, são indesatáveis.
Um dia o nosso Pai mandou a essa terra o Seu Filho unigênito, Jesus. O Filho fez o imaginável, deu à Sua própria vida para poder dá-la a seres imerecidos, nós. Graças a esse extraordinário ato, hoje podemos viver, viver pelo amor, pelo amor imensurável de Cristo.
Ele vive.
Tudo esta vazio, e as pessoas refletem isso cada vez mais, eu me tranquei no alto de um castelo e me fechei para o mundo. E mesmo olhando tudo por essa pequena janela eu realmente espero ser resgatada. Ainda acredito nos príncipes. Ainda acredito no amor
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
O amor perpetua por um universo onde não obstante a expressão física, se manifesta em todas as almas, sem restrições ou condenações.
Quando uma história é escrita sem um final feliz, não adianta colocar um bom inicio e muito menos um bom meio.
A energia de um pensamento ,tem muito mais poder somando com uma emoção e assim criando cores e amores cantamos uma linda canção, energia só contagia se tiver nela ação de graças banhada em uma benção chamada amor .
E o universo fará a sintonia desta canção !
Você quer encontrar um equilíbrio, sem escolher lados e sem machucar as pessoas que ama. Mas não é fácil.
A felicidade do cristão não é um sentimento que pode ser mutável de acordo com as circunstâncias. A felicidade do cristão é uma pessoa, Cristo. Mesmo ontem, hoje e sempre.
Tudo que existe é porque foi criado. Tudo que foi criado é porque teve um início e presume-se que terá um fim. Deus não existe, Deus é.
No passado, as pessoas acreditavam que, quando alguém morria, um corvo carregava sua alma para a terra dos mortos. Mas às vezes, acontece algo tão ruim que uma tristeza terrível é levada junto com a alma, e a alma não consegue descansar. Então, às vezes, somente à vezes, o corvo consegue trazer a alma de volta para resolver o que está errado...
A ideia da existência de um paraíso à nossa espera, não nos parece tão atraente como a da certeza de um inferno para os nossos desafetos, que pode soar como mais reconfortante.
Não podemos alimentar um relacionamento que nos deixa com dúvidas. É semelhante querermos sustentar de comida um lobo pintado numa tela.
Relacionamento a dois que não houver a doação, dificilmente caminhará para a evolução. Quando um deixa de se doar, o outro fica fraco, magoado e ferido.
