Poemas curtos de Felicidade
A dor e a felicidade são inseparáveis. Nesta dualidade de naturezas, existe a distância, que separa apenas por prazos de tempo, a inerência de ambas.
Momentos de felicidade são: fragmentos de primavera que florescem no coração e propagam-se no prado da alma.
A felicidade serve para sentir e partilhar. Quem a procura perde tempo, porque esta é invisível. É somente visível aos olhos do coração.
Entre o homem e o animal: o animal é mais feliz. A inferência humana prova que a felicidade é complexa. O animal atribui a felicidade aos humanos, e isenta-se de ser servo da mesma.
O maior erro do Ser humano é: quando se sente feliz, aprisiona a felicidade como se esta fosse infindável. A felicidade é nómada; é uma evolução de muitos momentos que emergem da infelicidade, provocada por um sofrimento ampliado pela própria existência.
Existem apenas dois estados de felicidade: Ser-se feliz; fazer feliz os outros antes de ser-se feliz.
O maior erro do Ser humano é querer alcançar avidamente a felicidade, sem perceber que, antes de tudo, é indispensável e urgente conquistar a paz mental.
Não existe nenhum fármaco para a felicidade; esta somente pode ser ingerida através da própria alma, e em todos os simples momentos que confessares à Vida que a amas incondicionalmente. Desta forma, descobres inocentemente o paladar da inteira felicidade dentro de ti.
O segredo para imortalizar a felicidade é: nunca desvincular-se da própria infância. Desta forma, a alma jamais envelhece.
O Ser humano procura obsessivamente a felicidade, aplica este mecanismo emocional ao núcleo da vida; inocentemente não pratica a própria existência.
Sorrir com frequência para a Vida, ouve-se a alma em estado vibrante e permanente de felicidade. É esta a filosofia que faz chorar a infelicidade.
A humildade e simplicidade conseguem, aumentar a estatura da felicidade e diminuir a competência da superfluidade.
