Poemas curtos que encantam em poucos versos
Só por hoje, vou fazer o mesmo de ontem e de tantos dias antes de ontem.
Só por hoje, só por agora, só por essa dor que não se deixa tocar e não passa...
Só me dê a mão agora, me ajude a entender por que no mundo há tanta coisa breve que devia durar, e outras tantas coisas que deviam ser fugazes e parecem para sempre...
Eu não aceito não entender.
Por isso o mundo me desagrada, e desagrado às pessoas por estar triste.
Não pense que não acredito no retorno da alegria.
Mas quantas vezes ela me acena de longe triste, cansada e indecisa...
Então, tente: se você tocar meu peito com a mão morna, só um pouquinho, a tristeza vagarosamente vai embora?
Talvez eu sempre tenha desejado mais do que me estava prescrito.
Ou talvez então - quem sabe! - eu esteja seguindo meu alegre e improvável destino!
Dançarei com as palavras que você não quer ouvir, lançando-as ao vento, pois sei que meus lamentos jamais alcançarão o abismo do seu coração partido, que insiste em culpar-me por males que não semeei e se iludir com a ideia de que me esquecer algum dia te trará a paz.
Somos violentados diariamente por pessoas que querem nos destruir enquanto mentem dizendo que nos amam. Não acredite nelas. Se te faz sofrer, se te deixa infeliz, não acredite. Não é amor.
Não se mede a nossa capacidade de amar pela intensidade ou quantidade de pessoas que amamos, mas pelo quanto somos capazes de amar a nós mesmos.
Quando ambos valem a pena em um relacionamento, o casal se reconstrói, se reinventa, se reinicia e se acertam para que um possa fazer o outro feliz e vice-versa!
Às vezes reduzimos a comunicação com as pessoas que amamos,não porque as odiamos, mas porque elas nos fazem sentir que não somos nada para elas.
Ao longo da vida, eu posso ter atitudes inexplicáveis aos olhos de quem observa de longe, mas nunca serão atitudes onde o amor não esteja envolvido.
Amor ao próximo sempre, mas sobretudo por mim mesma.
“O toque suave de Cristo na vida de alguém pode alcançar o coração,se aquele que foi tocado permitir.”
Tão pouco sabia o Sol, que a Lua precisava do seu brilho, e que sem ele não podia iluminar. Bem muito sabia a Lua, do enorme e ofuscante brilho do Sol, e usava dela para viver, sem esperar que a desse por falta.
