Poemas curtos que encantam em poucos versos
O teu amor não está escrito em cordel, repentes, livros, poemas nem em histórias. Está tatuado, gravado em minha vida vivida.
Quando a paz está em guerra, o amor em conflitos, a vida sem direção, está na hora de parar respirar entender que nada se resolve por resolver, tudo é um controle que não temos a direção, resumindo, tudo é programado nós somos os figurantes na plateia acenando numa mesma direção.
As dádivas são presentes do criador para equilibrar nossas imperfeições, a vida, o amor, o livramento, são os pilares que edificam as vidas vividas diante do criador.
Quando a fé estiver abalada a dúvida superar a força, o amor escolhe a simplicidade por não desistir de ir a frente.
Se você não tem a capacidade pare ser uma dimensão de felicidade de amor e paz, então vá te encontrar no subúrbio em decomposição na mente vazia.
'O amor é meio louco, meio lúcido. Nós o carregamos na intensidade que podemos compartilhar. Cada qual com seu peso, mas sem medida exata.'
Tempos atrás, José era infeliz porque não tinha um amor. Depois que conheceu Ana, seu único amor, José continuava infeliz.
Sempre tive minhas reflexões sobre o amor, mas de repente resolvi não mais fazê-lo. Há coisas que se explicada, perdem seu verdadeiro sentido.
As montanhas movem o amor. As montanhas derrubam o amor. As montanhas criam o amor. Resumindo: a essência está nas montanhas.
Sem um amor violador dos anos 90. Fitando 20 horas por dia excessivos monitores. Respirando tecnologias, perceptíveis datagramas, morfologias. Tantas outras dores...
Viuvo não é quem fica, é quem vai, entretanto, as vezes ficamos viuvo de um amor que não morreu, que não se entendeu e que se perdeu.
De tempos em tempos pego meu amor e o carrego pelas mãos nesse momento quebram se as cadeias das tristezas e desfazem-se os nevoeiros de solidão...
Essas coisas de amor não há como escolher e a força sobrenatural dele é algo que não se pode conter...
A natureza é a bela amada que se renova com o amor dos que passam
A realeza do mar, que estupefacía os homens passageiros com as suas ondas serpenteantes,se agiganta com os corpos nus dos que passam.
-Eu sei, sei que tu vai querer aconselhar-me o auto-amor e que seja prudente nos meus desejos. E tu, também sabes o que quero, quero mesmo é a tua famigerada boca sedente dos meus abrasadores lábios.
Não quero ser sábio porque isso levaria-me a duvidar daquilo que nos liga, o amor, prefiro ser ignorante para poder afirmar com certeza de que é amor.
