Poemas curtos que encantam em poucos versos
Quando o coração se anula para manter alguém por perto, o amor deixa de ser abrigo e se torna prisão.
Overdadeiro amor, aquele que vem de Deus, não pede a nossa ruína; ele nos restaura, nos faz florescer, nos devolve a nós mesmos.
Aprender a esperar o tempo da cura é também um ato de amor... um lembrete de que Deus trabalha nos bastidores, mesmo quando nada parece mudar.
Jesus nos ensina a amar, mas também a discernir. O amor verdadeiro não é aquele que se entrega até o esgotamento, mas o que aprende a se doar com sabedoria, guardando um pouco de doçura para si mesmo.
Quando transformamos o amor em atitude, ele deixa de ser um sentimento passageiro para se tornar uma decisão diária.
Jesus sabe de cada lágrima silenciosa, de cada gesto de amor que foi mal compreendido, de cada batalha que travamos no silêncio.
Ele vê o que ninguém mais viu, entende o que ninguém mais tentou compreender e acolhe tudo aquilo que o coração sente, mesmo sem palavras. E isso basta.
O pedido de desculpa pode até ser o começo… mas é o amor vivido depois que prova se ele foi verdadeiro.
O amor que vem de Deus não se desgasta com o tempo… ele amadurece, aprofunda e floresce em meio às estações da vida.
Nem sempre o amor será fácil, mas quando há fé, ele encontra forças para recomeçar quantas vezes for preciso.
O AMOR é esta BAGUNÇA de sentimentos, que nos faz termos tantas dúvidas, tantos medos e ao mesmo tempo TANTA CERTEZA de que finalmente encontramos o personagem certo para o cenário da nossa VIDA.
Na dor da perda, alguns se revoltam, outros apenas choram… e Deus acolhe a todos com amor. Ele não é quem tira, é quem permanece, sustentando o coração que ainda aprende a viver sem quem partiu.
Deus não é o autor das nossas dores, mas é Aquele que as conhece profundamente e, com amor, caminha conosco até que cada ferida encontre cura em Suas mãos.
"Quando o mundo silencia e os caminhos se fecham, descobrimos que o amor de Deus não é apenas o último refúgio, mas o único solo firme que nunca cede sob nossos pés."
— Celso Augusto Soares
