Poemas curtos que encantam em poucos versos
Deus não está em silêncio. Talvez sejamos nós que ainda não pegamos o arado e fomos ao campo realizar aquilo que Ele já nos ordenou.
Ontem não morri, hoje ainda não, e amanhã não sei, mas o que importa é viver agora para Cristo. Gálatas 2:20
E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.
Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.
Tudo isto provei-o pela sabedoria; eu disse: Sabedoria adquirirei; mas ela ainda estava longe de mim.
Minha autossuficiência vacila diante do medo de não haver quem me chame pelo nome. Ainda assim, ao me lançar na solitude, descobri forças que o silêncio guardava em segredo.
Preso a esta cadeira, sou tronco retorcido pela dor, mas ainda assim, tento me erguer, mesmo que o vento forte, vindo do leste, queira me dobrar como galho em dia de tempestade.
Diante de uma esfera que reflete o mundo ao redor, não me reconheço no reflexo. Ainda vejo o menino assustado, encolhido na própria pele. Vejo o covarde que, apesar dos anos, não encontrou força para enterrar seus próprios demônios e talvez nem tenha decidido se quer viver sem eles.
A sociedade de consumo contemporânea não está doente como a grande maioria, ainda pensa. Ela deixou de ser parte de um agente e de um processo consumidor e passou a ser a muito tempo um outro tipo genérico de mercadoria fugaz em com estreito tempo de validade para o consumo seguro.
Felizes são aqueles que diante do novo se concebem e julgam se incompletos e ainda inacabados, sempre.
A arte e a cultura brasileira de raiz ainda pouco compreendida nas praticas e institucionalmente por tantos classicismos. Deveríamos ser menos greco-romana e oriental e muito mais xavante, macuxi, tupi, ianomami, pataxó e carajás.
O Brasil do seculo XXI, índio-descendente ainda pouco se reconhece como resistência, arte e cultura.
O Carnaval brasileiro um bom espetáculo de exportação mas internamente ainda pequeno pois não tem a união de todas as artes e suas múltiplas possibilidades das plataformas criativas do Brasil. Acredito sim, que um dia vai ser maior e será gigante em todo o mundo e aqui.
O Brasil ainda cresce desordenadamente pois ainda não aprendeu a trabalhar em feliz e produtiva convivência em uma só direção.
O maior laboratório natural de bioquímica do planeta para o século XXI é a Amazônia e ainda se encontra adormecido e muito pouco conhecido. De lá ainda há de vir as mais completas respostas e melhores soluções para nossa desafiante bio-diversidade.
Ainda somos diante da Amazônia brasileira, um bando de curumins abestalhados sorrindo a largo por sua inimaginável exuberante beleza.
A arte, a cultura e o patrimônio no Brasil ainda é um vasto oceano bravio por causa de teóricos vaidosos chancelados navegantes distantes da realidade.
O Brasil surreal de poucas cores dos poderosos grupos de comunicação financeira ainda não perderam a triste mania de usarem água sanitária e alvejante para esbranquiçar a qualquer custo a verdadeira arte e cultura brasileira.
