Poemas curtos que encantam em poucos versos
"Alimentar os pobres é uma boa obra, nobre e útil; porém, alimentar-lhes as almas é ainda mais nobre e mais útil"
Às vezes fico com saudade de momentos que eu ainda não vivi. Crio diálogos que nunca vão se cumprir. Às vezes peco na vontade de abraços que eu ainda não senti.
Por traz do salto alto e da postura elegante, ainda vive aquela menina que corre por campos floridos atrás de passarinhos e borboletas.
É preciso prosseguir ainda quando se saiba que os outros não estão preparados para a nossa generosidade.
- Só me diga agora se você ainda pode me amar ou não, depois de tudo o que a fiz passar. Pode? - sussurrou ele.
- Que tipo de pergunta idiota é essa?
Há coisas, que ainda não são verdadeiras; que talvez não tenham o direito de ser verdadeiras, mas que o poderão ser amanhã
Doente e ainda assim feliz, em perigo e ainda assim feliz, morrendo e ainda assim feliz, no exílio e ainda assim feliz, na desgraça e feliz.
Por ti, por tudo o que me ensinaste, por tudo o que já vivemos - ainda que em sonhos - por tudo o que aprendi a ser contigo, por ti, eu apanho as estrelas que for preciso.
Na dúvida, escolha o silêncio. Ele incomoda, irrita, chateia, não gasta sua energia e ainda por cima preserva sua imagem.
A tarefa é não tanto para ver o que ninguém viu ainda, mas pensar o que ninguém ainda pensou sobre o que todo mundo vê.
Não sobrou muita coisa que valha nos dias atuais, mas a palavra de um homem, isso ainda tem que significar alguma coisa, certo?
E olhar nos teus olhos ainda me faz mal,
ouvir a tua voz ainda me tortura, sentir teu perfume ainda me afeta.
