Poemas Cristãos

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⁠"Se sua dívida foi paga na cruz por Cristo! Porque insiste em hipotecar sua alma com teus desejos carnais?"

—By Coelhinha

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"⁠Nós somos uma carta viva, escrita com o sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo de Deus. (Que isso fique bem registrado em nossos corações)."

—By Coelhinha

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⁠"Não existe ❝UM Evangelho.❞ Existe ❝O EVANGELHO❞.
A verdade é uma só.(Cristo). O resto é tudo heresia, mentira e apostasias."

—By Coelhinha

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⁠"Não importa quem te lançou na fornalha. O que importa que você está com Cristo nela. Isso significa que nem um fio do seu cabelo queimará. Somente queima o que for pra cumprir o propósito. (A corda que te prendia de ver o milagre além do fogo.)"

─By Coelhinha

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“” O pior de todos os seres é o puxa saco... Ele te vê na lama e ainda diz que você está bem...””

(...) quando percebi que eu sou poetisa fiquei triste porque o excesso de
imaginação era demasiado.

Pare de olhar para o nada, olhe para mim, pois meu tudo queria ser esse nada, so para ter sua atenção.

Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.

Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.

'" A madrugada é assim, companheira do poeta e do bebado, dos amores perdidos e dos que acordam cedo...""

Um homem não há de gostar de uma mulher que não pode passar sem ler. E que levanta para escrever. E que deita com lápis e papel debaixo do travesseiro. Por isso é que eu prefiro viver só para o meu ideal.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

Quando olho para trás, não me arrependo de nada que fiz. Pois as decisões que tomei se apresentaram como as melhores naquela ocasião. Porém, se eu soubesse das consequências de meus atos, certamente teria agido de forma diferente.

As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.

Quando eu vou na cidade tenho a impressão de que estou no paraíso. Acho sublime ver aquelas mulheres e crianças tão bem vestidas. Tão diferentes da favela. As casas com seus vasos de flores e cores variadas. Aquelas paisagens há de encantar os visitantes de São Paulo, que ignoram que a cidade mais afamada da América do Sul está enferma. Com as suas úlceras. As favelas.

Esquentei o arroz e os peixes e dei para os filhos. Depois fui catar lenha. Parece que vim ao mundo predestinada a catar. Só não cato felicidade.

Eu escrevia peças e apresentava aos diretores de circos. Eles respondiam-me: – É pena você ser preta.

Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que eu estou sonhando.

"" Quem muito quer, às vezes não valoriza o tanto que tem...""

O verdadeiro sábio não é aquele que conhece o mundo, ele simplesmente sabe decidir para onde quer ir.

Sabe aquela coisa gostosa, aquele desejo secreto, que se você viver uma única vez vai valer a pena, será legal? Que será motivo de tantas lembranças boas, de uma saudade bonita, de uma vontade de viver tudo outra vez.