Poemas Cristãos
Ao negociar a Pérola de grande valor com aquele que já abandonou a Jesus, a oferta pela sua alma não vale um centavo.
O Sol que nos aquece, a Força que nos sustenta e o Tesouro que nos enriquece é Jesus, a Fonte da nossa vida.
O cálice da morte de Jesus redundou em nossa salvação, comunhão, vida e ressurreição, que hoje bebemos no cálice da nova aliança, em Sua memória.
Morrendo um homem pelo povo, com o propósito de salvar vidas da condenação eterna, a morte de Jesus permitiu que Ele alcançasse todas as gerações que cressem em Seu nome.
O que Jesus teria feito de melhor pelo Espírito, se na semana passada Ele tivesse tomado a decisão de fazer no lugar da sua alma?
Que me adianta enriquecer na vida, se na ressurreição de Jesus eu não consigo levar nada, além de perder os valores das riquezas de Deus nos Céus!
Quem tem o dom do Espírito Santo de escrever sábias palavras pelo altruísmo e simpatia de Jesus, a sua maior recompensa será ver uma vida transformada pela fé na sabedoria de Deus.
O propósito de Jesus ter morrido de braços abertos na cruz é para aqueles que morreram de braços fechados para o sepultamento de seus pecados e foram levantados com uma nova vida, de alma aberta para a Sua ressurreição.
Interesso por tudo que me faz crescer e largo tudo que me puxa para trás, depois que Jesus me chamou para vencer o mundo.
Todos os pecados podem ser cancelados por Jesus, mas o coração precisa mostrar arrependimento para que Deus conceda perdão e vida nova ao pecador.
Historiadores, antropólogos e arqueólogos confirmam que a vida de Jesus é a figura mística mais histórica e a mais real da humanidade e de todos os tempos.
A romanização de Jesus, no nome hebraico, descreve a tradição judaica para o Messias, o Mestre da salvação.
A arqueologia não mostra a prova da manjedoura e os presentes do nascimento de Jesus, mas prova a existência da sua sepultura, cujos registros históricos da Bíblia são aceitos pelos seus historiadores e seguidores.
Os quatro grupos judaicos que presenciaram a vida de Jesus, durante a prática da natureza política e religiosa, foram os saduceus, fariseus , essênios e zelotes.
A natureza da ressurreição e da divindade de Jesus era comum à história do passado; porém para a nossa civilização contemporânea é a esperança da igreja de obter a mesma natureza diante de Deus.
O evangelho de João é o mais teológico e aponta para a divindade de Jesus, mostrando simultaneamente a Sua forma humana.
As quatro narrativas da crucificação de Jesus mostram claramente a mesma concordância das profecias das Escrituras Sagradas, onde Deus fará a maior obra de reconciliação do homem por meio do Seu sangue derramado na cruz.
Até os possessos pelos demônios, por terem sido libertados pela autoridade de Jesus, se encontrarão na presença de Deus, livres e amigos dos anjos do Senhor.
Onde tem professores, advogados e doutores, falem de Jesus para todos lançarem nele os seus temores.
