Poemas Cristão
Se você nunca ficou zangado por fazer o que é certo não sabe o que é ser Cristão! Ser Cristão é renunciar as suas próprias vontades!
O pior fracasso de um cristão é quando ele fica perambulando por várias igrejas em busca daquela que satisfaz somente os desejos do seu coração.
Não precisa de terno e gravata, nem de uma bíblia debaixo do braço pra ser cristão. O que importa sempre, antes de qualquer outra coisa, é o seu coração, pois nele é que devem estar os ensinamentos e a palavra do Senhor! De nada adianta um vestido de marca, uma sandália linda, as unhas e o cabelo arrumados, o terno e a gravata mais caros, o melhor sapato, se o seu coração pecar contra Ele.
O que realmente importa na vida de um cristão é a comunhão com Cristo , as lutas e vitorias diárias são apenas respostas das orações realizadas constantemente .
Evangelizar é mostrar a coragem de seguir Cristo, e ser mais que um cristão, um coração devoto de Deus altíssimo.
Ser cristão é amar os judeus, os mulçumanos e todos os outros povos, pois Deus amou-nos a todos e continua amando a todos.
Um cristão não deve se sentir abatido quando tudo está dando errado. Ele tem o mandamento de se regozijar. Emoções pertencem à felicidade apenas, mas o regozijo envolve algo muito maior do que emoções; e se a fé fosse uma questão de emoções apenas, então, quando acontece algo errado ou os sentimentos mudam, a fé desaparece. Mas a fé não é uma questão de emoções apenas, a fé inclui o homem integral, incluindo sua mente, seu intelecto e seu entendimento. É uma resposta à verdade.
Um dos maiores ídolos do jovem cristão é o namoro. Quando o namoro se torna uma exploração do corpo do próximo, quando o namoro toma todas as suas prioridades, quando o namoro é a base da sua vida, futuramente seu casamento será um fiasco.
Tristeza e aflição são coisas às quais o cristão está sujeito, e estou pronto a defender o argumento que a ausência de um sentimento de tristeza no cristão em certas circunstâncias não é uma recomendação para a fé cristã. Não é natural, não vem do Novo Testamento, e é uma característica produzida mais pelo estoicismo, ou um estado psicológico produzido por certas seitas, do que pelo cristianismo. Não há nada mais instrutivo ou encorajador, ao ler as Escrituras, do que observar que os santos de Deus estão sujeitos às fraquezas humanas. Conhecem a dor e a tristeza, sabem o que é sentir solidão e desapontamento. Temos exemplos abundantes disso nas Escrituras; e o vemos na vida do apóstolo Paulo, talvez mais do que em qualquer outro. Ele estava sujeito a estas coisas, e não escondia o fato. Ele ainda era muito humano, apesar da sua extraordinária fé e das notáveis experiências que teve em sua comunhão com o Senhor. Pois bem, estas coisas podem ser encontradas ao mesmo tempo, e o cristão jamais deve considerar-se como alguém que está isento de sentimentos naturais. Ele tem algo em si que lhe permite elevar-se acima de todas essas coisas; mas a glória da vida cristã é justamente que podemos viver acima destas coisas, ainda que as sintamos. Não é uma ausência de sentimentos ou emoções. Esta é uma linha divisória de extrema importância.
A diferença entre um ateu e um cristão que não vive o evangelho é que o ateu não dá mau testemunho do cristianismo
Ser cristão não significa que tu irás aos céus, mas sim tens que seguir Cristo para que ELE te leve ao pai Celestial.
A maior virtude do Cristão é a sinceridade. Se você não consegue fugir nem da sua consciência, como poderá fugir de Deus? Seja sincero!
A segunda característica do cristão é sempre esta: uma profunda desconfiança de si e uma dependência do poder de Deus. Ouçam a Davi. Ele já tinha dito: “Cria em mim um coração puro... e renova em mim um espírito reto”. A Versão Revisada coloca da seguinte maneira: “Renova um espírito stedfast (inabalável) dentro em mim”. Observem vocês que ele era consciente de sua própria impureza. Davi pôde muito bem ter sentido assim. Ele foi um homem que havia experimentado a bênção de Deus, e tinha conhecimento da alegria do Senhor; e mesmo assim tinha caído nesses terríveis pecados. Então ele clamou por essa renovação dentro dele e por esse espírito inabalável. Eu ouso dizer que todo cristão sabe o que isso significa. Um cristão não é um homem que confia em si mesmo. Ele é o único que reconhece sua própria debilidade. Precisa ser um cristão para ver a grande negritude do seu coração e a fragilidade de sua própria natureza. Há um tipo de cristão, eu lamento dizer, que se comporta como se pudesse fazer todas as coisas. Ele teve uma experiência de conversão, e agora está pronto para encarar o inferno, o diabo e qualquer coisa. Pobre sujeito, ele não irá muito longe antes de perder esse senso de confiança. “Aquele, pois, que pensa estar em pé,” disse o apóstolo Paulo a tais pessoas, “veja que não caia” (1 Coríntios 10:12). Não, o cristão é um homem que reconhece sua própria fragilidade, e ele teme isso. Então ele ora por um espírito estável, um espírito inabalável. Ele quer ser um homem invulnerável.
(...) Ser um Cristão é andar num caminho estreito e reto. De ambos os lados deste caminho há cercas. Atrás daquelas cercas Satanás tem todos os poderes do mal ao seu dispor. Ele usa seu exército de demônios, e até nossas inconsistências internas, e nossa tendência de cair em precipitação. Ele usa todas aquelas coisas como dardos, e a cada passo que damos na peregrinação espiritual ele atira através e por cima da cerca, mirando nosso pé, nosso coração, nossas mãos, e nossos olhos. Cada passo do caminho é uma batalha.
A oração é natural para o cristão. É a respiração vital do crente. A razão pela qual alguns crentes andam tão abatidos e exaustos é que prendem sua respiração espiritual quando deveriam estar abrindo seus corações para Deus e recebendo a atmosfera divina que os cerca — Sua divina presença. Aquele que não estiver fielmente em oração, luta constantemente contra sua natureza espiritual. Está segurando seu fôlego espiritual.
