Poemas com Rimas de minha Rua
Determinadas melodias doces e aveludadas, asim que tocam os meus ouvidos,hipnotizados por sua leveza,passeiam por entre os caminhos tortuosos das lembranças reprimidas e intocadas pelo medo fatal de torna-las vividas novamente. Meu coração infla e se contrai a cada letra pronunciada com delicadeza e suavidade fazendo meu sangue fervilhar sob minha pele fria das experiências adormecidas que tive o infeliz acaso de encontrar. Meu estomago diminui, tudo que dentro dele há,transborda presseguindo à passos largos sem dó. Sobe pela minha garganta arranhada e dolorida, parando em frente a um obstaculo invisivel porém imponente,solido.Da meia volta em tudo aquilo que acho ser correto,esvaindo toda magoa e tristeza que lá fincaram.Quando está perto do fim,rumo ao desconhecido,a cor escarlate de meus olhos a fazem hesitar e meditar sobre o real e profundo motivo de sua composição, neste momento, meu amor, eu sei, que as feridas que deixaste são curadas facilmente ao nos meus ouvidos tocar,determinadas melodias.
Inebriada pelo doce e suave cheiro das mentiras proferidas um dia pelo teus lábios inocentes. Pousei meus olhos em lembranças antigas que já não são mais realidade. A sensação de desconforto que me consome quando teu semblante inunda a minha mente rápido e inconstante.Faz as lagrimas que antes, fui forte para agüentar,rolassem até aonde meus dedos a tocassem tirando-as do caminho para o resto a cima. Estradas corretas com escolhas difíceis. Perdida entre a linha fria de estado,desejando segurar-me em algo que me dê plena consciência do correto.os atos que feriram um coração jamais se dissiparam como uma bolha ao vento. Erros irremediáveis ao ponto do precipício de cometê-los novamente. Perderei muito mais do que apenas uma vida.O temor em nossas veias frias e rígidas,não me deixam seguir pela tangente.Palavras torturantes que voltaram por não ter sido ditas antes. Lagrimas quentes e infelizes molham o meu rosto cansado,encharcando meus lábios de angustia e dor. Novamente me encontro na encruzilhada,aonde nossos corações não serão ouvidos,mas reprimidos.A dor que pulsa fulminante dentro de meu corpo,terá que se controlar. Sorrisos, lembranças,fotografias, terão que desaparecer à custo de minha ingênua mente. A punição vem sem piedade,agarrando-nos pelo pulso e nos colocando aonde não podemos nos esconder das verdades que nos mataram aos poucos. um coração grita pelo certo e seus sentimentos morrem ao percebê-lo. Nada irá se repetir,não enquanto eu existir.
Não sei qual a razão, mas, de repente, me bateu uma terrível e incontrolável vontade de escrever. Escrever para que? Escrever porque? Garganta hesita em deixar as palavras de frenéticas seguirem seu curto e rápido caminho, as acumulando, fazendo com que o meu coração ferido grite de agonia e desespero. Os olhos prendem as lagrimas tristes fazendo-me mergulhar em meu mar de sofrimento, porém, minha mão tremula, de letra feia, levanta-se com honra, como uma guerreira numa batalha perdida, construindo sua própria sina e então, corre para o imenso mar de incontáveis letras. Torno a perguntar : Para que? Traduzir sentimentos em letras desordenadas é um fato que o ser humano moderno, não é capaz. Talvez, aquele senhor de mais idade, sentado ao longo da calça, sem roupas caras, sem vaidade, consiga lhe mostrar uma partícula do que é amar. Volto na mesma questão: escrever porque? Tentar ser um pedacinho dos sofridos e grandes poetas? Prefiro ser feliz para sempre do que ser lembrada que sofri eternamente. Para me declarar a pessoa que amo? A cada segundo debruçada por cima desta superfície plana, branca, perco os segundos em que poderia esta demonstrando o imenso amor que esta dentro de mim. Os poetas, seres incomparáveis e superiores, deixe que eles façam o seu insubstituível papel. Embora eu não consiga parar de escrever, meus músculos adormecem, meu pulso machuca, meus dedos travam, porem meu coração continua escrevendo.
Infelizmente, alguns flihos e netos, se esquecem de doar um pouco de amor, a quem tanto ja doou amor para eles.
Nem sempre palavras vão poder descrever o sentimento,mas sempre é bom saber o quanto somos desejados pela pessoa que amamos
" Tento reprimir as lembranças felizes e a propria felicidade, porque a dor da tristeza é meu unico aconchego. "
O homem é um grão na imencidão da Terra e num erra quem diz que a Terra inteira é um grão de pueira no Universo e que meu verso é nada comparado a tais grandezas. Mas digo com certeza, meu verso comparado a vida tem algum valor pois há de ficar quando minha vida se for. Então me respondam porfavor: Qual o valor mais alto, o Universo, a Terra, a Vida, ou o Verso?
É verdade que o homem é um grão na imencidão da Terra. Mas é um grão que guarda em si a Vida, o Amor e o Verso. Então, se dá o reverso, o grão de pó ganha grandeza e nós ganhamos a certeza que a poesia indica que as eras do Universo passa e o homem que ama fica.
A graça e a salvaçao recebemos por meio do sacrificio de Jesus na cruz; a verdade, a glória e a excelencia precisamos buscar e trabalhar por isso em nossas vidas.
Te amo acordado,te amo dormindo,te amo sentado,te amo em pé,te amo andando,te amo pensando...De todas as maneiras estou te amando!!!
Fazer uma pausa, me aperfeiçoar e tentar novamente, quantas vezes forem necessárias, de acordo com o que considero prioridade. Se assim não o fizer, com certeza sofrerei pela dúvida, mas nunca pela desventura.
..Uma jovem tamoia, cujo rosto moreno parecia tostado pelo fogo em que ardia-lhe o coração, muito linda e sensível, tinha por habitação esta rude gruta, onde ainda então não se via a fonte que hoje vemos. Ora, ela, que até aos quinze anos era inocente como a flor, e por isso alegre e folgazona como uma cabritinha nova, começou a fazer-se tímida e depois triste, como o gemido da rola; a causa disto estava no agradável parecer de um mancebo da sua tribo, que diariamente vinha caçar ou pescar na ilha, e vinte vezes já o havia feito, sem que uma só desse fé dos olhares ardentes que lhe dardejava a moça. O nome dele era Aoitin; o nome dela era Ahy, que o seguia, ora lhe apanhava as aves que ele matava, ora lhe buscava as flechas disparadas, e nunca um só sinal de reconhecimento obtinha; quando no fim de seus trabalhos, Aoitin ia adormecer na gruta, ela entrava de manso e com um ramo de palmeira procurava, movendo o ar, refrescar a fronte do guerreiro adormecido. Mas tantos extremos eram tão mal pagos, que Ahy, de cansada, procurou fugir do insensível moço e fazer por esquecê-lo; porém, como era de esperar, nem fugiu-lhe nem o esqueceu.
Desde então tomou outro partido: chorou. Ou porque a sua dor era tão grande que lhe podia exprimir o amor em lágrimas desde o coração até aos olhos, ou porque, selvagem mesma, ela já tinha compreendido que a grande arma da mulher está no pranto, Ahy chorou.
Pensamos de maneira crítica sobre o mundo e utilizamos nosso pensamento para escolher com clareza nossas principais conclusões.
Ninguém morre por gostar e não ser correspondida…não posso morrer disto…tenho saudades de não sentir isto…tenho saudades de não estar presa a alguém…tenho saudades de não pensar…tenho saudades de ser só eu…raios…de não esperar nada de ninguém…tenho saudades…apenas saudades de não gostar…saudades…saudades daquilo que era antes de te conhecer e me entregar!
