Poemas Anônimos
A maldade não está nas instituições ou crenças. A maldade está no ser humano. Enquanto houver humanos, haverá maldade!
a quem esta atras de ti de proteção, a quem esta a teu lado mostre respeito, a quem estiver contra você faça-o lamentar!
nao seja bonzinho demais ou voce corre o risco de ganhar um abraço pela frente e uma facada por trás!
prefiro mil vezes ser a pessoa q esperou e não recebeu do que ser a pessoa que prometeu e não cumpriu!
Eu não sou aquilo que você vê, tão pouco o que acha de mim, quer me julgar? Ótimo! Mas me conheça primeiro.
Jamais se sinta inferior aos outros, pois ate a chuva que cai do mais alto dos céus termina abaixo de nossos pés!
Ninguém tem o privilégio de ser si mesmo o tempo todo, na maioria das vezes somos as nossas mascaras!
Há um velho ditado que diz: "Uma mão lava a outra", porém notei que não se aplica comigo… Pois ajudo a todos como posso, mas na minha vez de lavar a mão, a água acaba!
Se as pessoas descobrissem como são feitas as salsichas e as leis, não comeriam as primeiras e não obedeceriam as segundas.
“Algumas pessoas entram e saem de nossa vida silenciosamente; ... daí em diante, jamais seremos os mesmos”
Pra vc que se acha a última bolacha do pacote, se liga! A última bolacha do pacote não é a mais gostosa: ou ela tá quebrada, esfarelada ou murcha!
"Senhor, umas casas existem, no vosso reino onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta, se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta, se deitam obedecendo. Da vontade fizeram renúncia como da vida. Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares... Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a liberdade e a vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão. Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem. Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina".
