Poemas Anônimos
A censura é a ferramenta usada por aqueles que querem esconder a verdade e manter as pessoas na caverna da ignorância.
Os ignorantes e canalhas encontram no patriotismo o seu refúgio assim defendendo com unhas e dentes todos os absurdos de sua nação.
Quem desconhece a história está fadado a repetir os mesmos erros, como uma folha ao vento que segue sem rumo, sem perceber que já passou pelos mesmos caminhos antes.
Se fôssemos imortais, a vida perderia o seu sentido e a sua beleza, pois a ausência da morte tiraria o senso de urgência e de propósito da existência.
O enigma da existência humana é que, apesar de sermos dotados de consciência, estamos fadados a encarar a nossa própria finitude em um mundo que se perpetua além de nós.
O governo e a censura sempre andaram de mãos dadas, pois algo que ele mais teme é o pensamento crítico.
A sabedoria é como uma constelação escondida no céu da mente, revelando-se aos poucos para aqueles que têm a coragem de mergulhar nas profundezas do autoconhecimento e navegar pelos mares incertos da experiência humana, iluminando assim o caminho para a compreensão mais profunda do mundo que nos rodeia.
A vida é uma constante dança entre o que percebemos e o que realmente é, desafiando-nos a desvendar seus véus ocultos.
O que caracteriza a pureza que tantos perseguem? Seria o puro o animal, a natureza? Seria puro o ser humano que, tentando ser salva-vidas, delimita o destino do fazer puro, por meio da razão?
O que dizem as vozes da cultura perante a violência? O violento é tão cultural quanto o dócil e, nesse entrelaçamento estrutural, o que sobra? Aceitar a violência?
