Poema Sobre Viver

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Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos...

O amor é um modo de viver e de sentir. É um ponto de vista um pouco mais elevado, um pouco mais largo; nele descobrimos o infinito e horizontes sem limites.

Se, pelo menos, pudéssemos viver duas vezes: a primeira vez, para cometer todos os inevitáveis erros; a segunda, para lucrar com eles.

Quem não sente amor, deve aprender a adular; caso contrário, não consegue viver.

O amor arranca as máscaras sem as quais temíamos não poder viver e atrás das quais sabemos que somos incapazes de o fazer.

Viver é lutar contra os demônios do coração e do cérebro. Escrever é pronunciar sobre si o último julgamento.

Estes são tempos em que um gênio desejaria viver. Não é na calma tranquila da vida, ou no repouso de uma pacífica situação que os grandes caráteres são formados. Grandes necessidades invocam nossas maiores virtudes.

A sociedade é como o ar: necessário para respirar, mas insuficiente para dele se viver.

Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence.

Tenta viver em contínua vertigem apaixonada; só os apaixonados levam a cabo obras verdadeiramente duradouras e fecundas.

O dinheiro é um dos fins para se viver feliz: os homens transformaram-no no único fim.

O caráter é a soma de milhares de pequenos esforços para viver de acordo com o que de melhor há em nós.

Os homens não poderiam viver muito tempo em sociedade se não se deixassem enganar uns pelos outros.

Um milionário deve sempre viver um pouco além de suas posses - para manter a credibilidade.

Viver é como amar: todas as razões são contra, e a força de todos os instintos é a favor.

O homem bom amplia o espaço da sua vida: / poder usufruir da vida passada é poder viver duas vezes.

Prosperidade é um modo de viver e pensar, e não apenas dinheiro ou coisas. Pobreza é um modo de viver e pensar, e não somente a falta de dinheiro ou coisas.

O homem tem muito para saber e pouco para viver; e não vive se não souber nada.

Viver muito tempo significa sobreviver a muitos entes amados, odiados, indiferentes.

Basta sentir que se poderia viver sem escrever para já não se ter o direito de fazê-lo.