Poema Terra

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A chuva cai e traz teu rastro no ar,
O cheiro da terra molhada me lembra teu olhar.
Cada gota que toca o chão é um segredo teu,
Que meu coração guarda, silencioso, fiel.


O vento sussurra teu nome entre folhas e flores,
Misturando o aroma da chuva aos nossos amores.
Fecho os olhos e respiro teu abraço distante,
Sentindo que estás aqui, mesmo que hesitante.


O perfume da terra desperta memórias antigas,
Como o primeiro toque, o primeiro sorriso, as brigas.
Tudo se mistura, chuva, saudade e desejo,
Transformando a distância em um doce ensejo.


E assim, sob o céu cinza e molhado,
Meu coração te procura, meu corpo fica encantado.
O cheiro da chuva é ponte entre nós dois,
E cada gota caindo me lembra o que sou a sós.

Semente do Amor


Nos teus braços, encontro o universo inteiro,
como a terra que recebe a semente,
teu ventre, jardim que floresce silencioso,
onde o tempo se curva em paciência e ternura.


Teu olhar é farol que guia almas pequenas,
rios de cuidado que correm sem cessar,
e cada suspiro teu é vento suave
que embala sonhos ainda por nascer.


Ser mãe é tecer estrelas no escuro,
é transformar lágrimas em rios de esperança,
é dar vida ao infinito em cada gesto,
e carregar o mundo inteiro dentro de um abraço.

Há um lugar



Carrego uma terra inteira dentro do peito, não feita de mapas,
mas de lembranças que
insistem em voltar.
Há um lugar onde tudo soa mais vivo, onde o vento sabe meu nome
e o silêncio não pesa.


Aqui, as coisas existem,
mas não me reconhecem.
O céu é o mesmo, dizem,
mas não brilha igual ao
que mora em mim.
Sinto falta até do que nunca toquei,
porque a ausência também aprende a criar raízes.


Que eu não me perca antes de voltar,
nem desaprenda o caminho daquilo que me forma.
Que eu ainda veja,
nem que seja por dentro,
o lugar onde meu coração repousa.
Porque há saudades que não pedem distância —
pedem reencontro.

O Nome


Teu nome chegou devagar no meu peito,
como chuva fina molhando a terra seca,
e desde aquele instante estranho e bonito,
nenhuma outra palavra teve o mesmo peso.
Te chamar virou minha forma favorita de sorrir.


Há nomes que o vento leva embora,
mas o teu ficou gravado em mim,
como canção antiga que nunca envelhece,
como perfume preso numa roupa esquecida,
como promessa feita baixinho ao coração.


Quando a saudade aparece nas madrugadas,
eu repito teu nome em silêncio,
e ele acalma minhas guerras por dentro,
como se tua presença atravessasse a distância
só para segurar minha mão mais uma vez.


Teu nome combina com meus sonhos,
com cartas nunca enviadas,
com poesias que escrevo sem perceber,
porque até meus versos aprenderam
a procurar você em cada linha.


E se um dia perguntarem o motivo
desse amor tão calmo e tão infinito,
talvez eu não saiba explicar direito…
mas basta ouvirem teu nome saindo da minha boca,
para entenderem tudo que sinto.

Título: Armagedom


1
Os céus se rasgam em silêncio,
A terra treme sem avisar.
O tempo grita seu último verso,
E ninguém consegue escapar.


2
Taças derramadas sobre as nações,
O orgulho cai diante do Rei.
Toda mentira perde a voz,
Só a verdade permanece de pé.


3
Armagedom se aproxima na fumaça,
Reinos se levantam para lutar.
Mas quem governa sobre a história
Nunca deixou de reinar.


4
Quando o trovão rompe a madrugada,
Todo joelho há de se dobrar.
No fim da guerra nasce a esperança:
O Cordeiro veio para reinar.


5 — Rap
Olha o relógio, o tempo zerou,
Quem riu da verdade agora se calou.
Não é ficção, nem filme de ação,
É o Rei voltando com justiça na mão.
Impérios caem, coroas no chão,
Dinheiro nenhum compra salvação.
Eu escolho a luz, não a escuridão,
Cristo é o caminho, a ressurreição.
No Armagedom não vence o mais forte,
Vence quem viveu pela fé até a morte.
O céu anuncia o eterno começo,
A glória de Deus é o meu endereço.

"Quando duas almas se dão as mãos no céu,
não há nada na terra que as separe!"
Haredita Angel
27.10.13

-Minha mãe,
fui o seu primeiro amor,
o seu primeiro altar cá
na terra...
Hoje, trago em meus lábios, o seu sorriso que herdei, e o no coração uma imensa saudade!
Esteja feliz!
☆Haredita Angel

"Coração de mãe é terra que
muitos pisam e poucos adubam."
´ ‍‍‍‍☆Haredita Angel

Você sabia? Estima-se que, se pesássemos toda a biomassa dos seres vivos da Terra, cerca de 20% seria formada por formigas. Pequenas individualmente, mas gigantes quando trabalham juntas. A natureza prova que a força nem sempre está no tamanho, e sim na união.


-Jouberth Toffoli

Olhamos para o céu em busca de respostas.
Esquecendo que o milagre já foi plantado na terra.
Esta não é apenas uma prece para o amanhã.
É um chamado para o agora.
Que o amor cure o que a guerra dividiu. 🤍

ESSA TERRA TEM DONO!
Disse o verdadeiro herói gaúcho!
Sepé Tiaraju!
Entre mitos e lendas, vive a verdade!

⁠Tenha coragem! Andamos no deserto hoje, e na terra prometida amanhã.

Teologia Arminiana

O tempo está passando rápido demais.
A terra gira silenciosamente.
O tempo não espera por ninguém; ele passa no mesmo ritmo para quem está sofrendo pela distância e para quem está distraído com o dia a dia. Enquanto uns sentem cada segundo dessa ausência, outros parecem seguir em frente sem notar o peso dos anos que se vão.

Nave


Barulho, trepidação. O anjo pousou na Terra desorientado. O transporte imaterial que o carregava estava danificado. A escuridão surgiu no seu espírito, e ele sofreu de amnésia, que o impedia de perceber a sua condição. Assim viveu por eras entre os homens, sofrendo como eles. Um anjo é um anjo e de qualquer maneira acaba a desabrochar, descobrindo a verdade oculta: a tristeza constrói, a alegria também. O anjo não tem vergonha que o limite, nem fome do que é material. Como é o despertar? O ser que se abandona ao sofrimento, um dia saberá. O anjo é protegido e as suas dádivas revertem-se para si próprio. Assim, nenhuma arma o ferirá. O passado é uma mentira, o futuro reverte para o agora. Ao despertar, o anjo nada faz, a não ser sentir a brisa e tomar água. A simplicidade é o que há de mais belo. A tranquilidade está a um nível acima do homem. Cabe ao anjo distribuir o seu amor.

*A venda do Brasil*
Força dos governadores de direita vendem a terra para exploração e também seja um território estrangeiro.
Alienação política gera riqueza e trás respostas ao Paradoxo do rico e pobre.
Interferência estrangeira nos países são claras expostas para sermos escravos da nações invasores.
Sera obstáculo da alienação povo título o gado.

O domingo é simplicidade o cheiro da terra,
Cheiro da chuva trás doces lembranças,
O canto tímido do pássaros enaltece nossas vidas...
O vento frio diz inverno chega em mais uma frente fria.
A nostalgia é simplicidade num fogão de lenha...
O barulho dos carros passando tem o sussurros dos sentimentos rústicos no espírito mais um final de semana.
Na há pipas no céus mais doçura do gavião voando no céus.
Na imensidão voz que devora alma e espírito no passar do tempo.
O almoço está quase pronto, mas, o sono é gostoso e o pássaros gritam esta frio a água ferve os borbulhas trazem a tona cheiro da lenha queimando. O feijão está ainda duro,
Mais carne chama os vizinhos. Canto junto com pássaros enquanto o gato mia com fome.

A viajem a lua muda algo na sua existência?
A Terra sendo redonda muda algo?
A vida de um ser alheio a sua vida vai mudar algo...?
Enquanto trabalhamos pegamos ônibus, dirigindo para trabalho ou vamos estudar, so que seremos nada mais do que parte do coletivo... sombras um caminho sem rumo...
Mais quando somos parte da história pagamos o preço mais somos descrito da página descrita na história.

A terra chora lágrimas de sangue...
A terra sangrar é suas vísceras estão exposta..
O homem aquece o mundo grita...
Suas lágrimas inundam o mundo...
O homem tira todos recursos naturais depedra cada cantinho da terra...
Sera terra prometida seria o deserto de nossas almas...
A frieza cortamos a floresta envenenado as águas destruindo as nascentes...
A terra pega fogo pois a desculpa o mato está seco pega fogo....
Espécies são extintas pela ganância e suas experiências de transformação...
A terra sonha em um dia ser adorada pois é único instante que a dor tolerável.

Somos as entranhas da terra os ventos do apogeu...
No apocalíptico o caminho é caótico do pó para o pó...
Nossas consciências estrangeira o que falamos nos dias de hoje é o globalização e polarização de um sistema orgânico e digital...
Nas diretrizes da alma somos fruto do desconhecido...
Para o mundo somos alienígenas.

​O Último Leilão do Verde
​O ar pesado, difícil respirar.
As águas poluídas, a terra seca, árida.
Num Brasil outrora de verde,
A última árvore gigante é leiloada...
A terra já não tem mais ouro.
​Nas edificações: ruínas,
Ou aglomerados de ricos e poderosos apenas.
Ar condicionado e água pura reaproveitada.
Mau cheiro... e ratos poucos,
Pois a própria poluição matou quase a todos.
​A radiação solar se torna mais forte,
As cidades, vazias.
Novas expedições ao espaço demarcam
Que o refúgio frio e sem vida está nas estrelas.
Enquanto isso, os últimos seres animados — ditos humanos —
Se retorcem em seus próprios corpos,
Sem forças, apenas pele e ossos.
​O pensamento da existência contemporânea
É agora um passado distante.
​A Era dos Sintéticos
​Entre as naves temporais e as naves de transdobra,
Movem-se seres sintéticos e híbridos,
Alguns robôs, entre eles androides.
A humanidade está depositada em depósitos de embriões,
Onde máquinas replicam o ventre da mãe.
Outros humanos seguem congelados na criogenia.
​Novas raças são encontradas pelo universo:
Simbiose de alienígenas e seres humanos,
Os transdimensionais.
​E mesmo tendo a humanidade viajado por eras,
Ainda debate velhos conceitos...
E velhos preconceitos.