Poema Taça
Quando estiveres em oração, sorvendo a taça de angústia, na sentença que indicaste a ti próprio diante das leis Divinas, roga a benção da saúde e a riqueza da paz, a luz da consolação e o favor da alegria, mas pede a Deus, acima de tudo, o apoio da humildade e a força da paciência.
Quando se perde alguém, perde no sentido de não poder vê-la nem tacá-la mais(senti-la sempre).
A vida continua, novas chances são dadas a quem quer continuar a batalha apesar de tudo; mais do que certo, a vida não se resume à uma única pessoa, mesmo que ela tenha sido tudo pra você um dia...
Será que o meu amor virá em uma taça de fogo? Será que vai ser preenchido de esperança e desejo? Será que o meu amor virá pela chuva? Estou pronta para o amor?
Amizade é igual uma taça,bonita e delicada.
Qualquer tropeço a taça vai ao chão e se quebra.
Podemos até tentar colar os cacos pra refazer a taça,mais faltará algum pedaço ou cortaremos nossas mãos nos cacos!
Eu poderia estar escrevendo,
Tomando uma taça e vinho
Ou uísque talvez.
Poderia estar trocando algumas mensagens com outras pessoas,
Entre várias outras coisas
que eu poderia gastar
o tempo que me resta.
Nesse exato momento.
E tantos outros momentos
Eu estou aqui.
Com você.
Nessa noite.
Com quem você realmente doa o seu tempo tem valido?
Não precisa de uma taça de vinho
Nem de água
Com certeza de música
Mas não de sensações fortes
Para que as palavras surjam e povoem o meu mundo
Que seja assim.
Que seja doce.
Que seja terna.
Encantadora delícia numa taça de chocolate
Num delicado biscoito.
Nesta tarde de outono, em clima de primavera...
Taça de vinho
Onde estais Oh! sonho bom ?
Onde estais mágica estrela ?
Sonho desse bobo poeta,
Que busca na noite um adjetivo,
Que possa dizer bem certo,
Do encanto solene e meigo,
Dos teus olhos tão carinhosos...
e singelos,
Que brilham como as estrelas,
Encantam como os cometas.
Oh! menina,será que no balé da relva
ou no bailar das rosas tem maior charme?
que a ternura do teu sorrir.
Em tudo és bela,
Em tudo és formosa.
toda sua elegancia com todo zelo
e carinho foi criado por deus
assim como estas palavras
todas ditas com todo meu carinho
com todo meu respeito
porque quero sua eterna amizade
se mereço mais ...
um abraço dira
um beijo dira
se nao ...
fica a poesia
fica a noite
fica a esperança
fica a porta aberta
fica um gole de vinho
do meu coraçao sozinho.
Quem sabe eu encontre o que eu preciso
No fundo de uma taça de vinho (...)
Todavia, se eu não encontrar,
Espero pelo menos me embriagar!
Embriagado, pode até ser que dessa forma eu consiga esquecer
Aquilo que tanto me fere e faz sofrer.
Não quer dizer que me olhando, pessoas poderão notar,
Aquilo que frequentemente, insiste em me atormentar.
Porém diante de toda essa angustia e desconforto,
Esqueço o meu “eu” que quase se encontra morto...
Ainda tenho a esperança que isso é só uma fase
Que me consome tão quase
Fazendo eu desejar
Que a morte a mim, venha chegar...
E no meio desse eterno pensar, sentir, amar
Continuo o vinho beber e dele me embriagar...
Tudo passa:
Ódio, dor, felicidade, frustrações e trapassas..
Enche de vinho sua taça, pode ate comemorar minha desgraça.
Mas tudo passa:
Sofrimento, vingança e dor.
Enche de vinho minha taça, superei com fé e amor.
Já passou:
Acreditei na fé e no amor.
Se ontem eu fui caça, hoje sou o caçador.
Já passou:
Acreditei no amor e na fé.
Se ontem eu cai, hoje já me encontro em pé!!!
SONETO DE INVERNO
Frio, uma taça de vinho, face em rubor
No cerrado ivernado pouco se aquece
Um calor de momento, o vinho oferece
E a alma valesse neste desfrutar maior
Arrepio no corpo, do apego se apetece
Pra esquentar a noite, tornar-se ardor
Acalorando o alento do clima ofensor
Tal é perfeito, também, o afeto tece
E na estação de monocromática cor
De paixões, de misto sabor, aparece
Os mistérios, os desejos, os sentidos
Assim, embolados nas lareiras, o amor
Regado de vontades, no olhar floresce
Pra no solstício de novo serem acolhidos
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Junho de 2016
Cerrado goiano
Clausura
Sentado na ponta da mesa
Eu e minha habitual taça de vinho
Recluso, angustiado...
A cidade escura e tímida
As calçadas vazias, sem passos,
Sem alma
De súbito, todos se foram.
No outro continente: dor e choro...
Nos jornais, o mesmo refrão...
A humanidade chora.
Dias turvos...
Na playlist toca
“Estamos quase sempre otimistas
Tudo vai dar quase certo...”
Estás triste poeta?
Pela janela, a beleza do luar e do céu estrelado.
Os lábios untados de Merlot
Oro para que esse pesadelo acabe
Para que possamos sair da clausura
abraçar, beijar, cantar, dançar no ritmo e no enlace dos corpos
Por ora, deixa arrelvar tua alma de carícias, para que eu possa me manter longe das sombras...
As trombetas alarmam, sim,
Mas ainda temos a ciência, a fé e a esperança!
E nossa quota de versos para dar alento e alegria pro futuro!
Uma Taça de Vinho
Em uma taça de vinho me perco
Pensamentos ao longe, querendo te ver
Sei que a distância nos afasta
Pesarosamente é a distância de emoções
Eu tão melancólico e solitário
Você tão alegre e resplandecente, maior que o brilho do sol poente
A ti sei elogiar, pois é fácil e natural, pois assim como o remédio
Você alivia minhas dores
Me faz sentir especial
Más não levo esperanças
Sei que o tempo é passageiro
Agora somos felizes
E em certo momento o tempo desembarca
Ai então você parte junto dele
Para uma próxima viagem
Novas pessoas, novas paixões
Eu fico aqui, me perdendo em uma taça de vinho
Com pensamentos ao longe
Pensando em te ver
Sabendo que não terei mais você
Seguindo assim com a taça de vinho.
Claro, límpido...
Algo puro,
Medito ao ver uma água clara em uma taça de vidro,
Quanta transparência!
Característica virtude seria encontrar tal clareza numa pessoa!
Uma taça de vinho ouvindo Sapato Velho, é tudo de bom...
Hoje, não colho mais as flores de maio
nem sou mais veloz Como os heróis.
É talvez eu seja simplesmente como um pneu no arame, mas vai que ainda te possa socorrer...
O amor é como o vinho na taça
Brilha ao sol, escuro na penumbra,
Tem corpo, tem aroma, tem lembrança
— E mesmo quando pouco, nunca falta.
Pode transbordar em noites de festa,
Ou descansar, maduro, na prateleira do tempo.
Pode embriagar de alegria ou de saudade,
Mas nunca é vazio… sempre resta sentimento.
Na taça que tremula em mãos incertas,
Há rastros de beijos e promessas,
E o que parece fim — é só silêncio
— Esperando um novo brinde, outra conversa.
Porque o amor, como o vinho, não morre
— Apenas muda de sabor, de cor, de história.
E quem ousa sorvê-lo, com entrega e demora,
Sabe: há sempre um último gole de memória.
#QUEM?
Quem quebrou a minha taça?
Quem derramou o meu vinho?
Quem arrancou minhas flores e as lançou no caminho?
Quem para mim mentiu?
Quem me prometeu a felicidade?
Quem me devolveu o meu amor com tamanha crueldade?
Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Será que foi com alguém que por mim não teve carinho?
Quem nunca chorou só à noite?
Em puro desalento...
Quem nunca gritou ao vento,
Expurgando o sofrimento?
Quem nunca nas trevas se escondeu?
Quem nunca pediu que tivesse fim sua vergonha?
Quem nunca se surpreendeu com situação tão medonha?
Quem nunca quis a tudo esquecer?
Quem nunca até mesmo já desejou morrer?
Quando lágrimas tão pesadas...
No coração a rolar tão quentes...
E na face a escorrer?
Quem já sentiu um olhar tão gelado.
Deixando mudo seu espírito...
E o coração descompassado quase em luto?
Oh melancolia...
Profunda tristeza de garras frias...
Por que me calo diante de tanto pecado?
Que me deixa tão desassossegado...
Sandro Paschoal Nogueira
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