Poema sobre Pessoas Folgadas

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Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...

existem pessoas que dão a vida, uma pelas outras, que coisa linda, né?!
é uma pena que a humanidade esteja acabando com isso, as próprias pessoas estão deixando o amor para trás, e esquecendo o verdadeiro significado de amar, onde um “eu te amo” virou qualquer palavra, um “namoro” virou motivo de incerteza, suplência de carência e apenas um rótulo.
hoje, você demonstrar seus sentimentos por alguém, dizem que você está sendo emocionado, mandar rosas para quem você gosta,
assumir pra família, ter um amigo para todas as horas, que dividem sentimentos, momentos e boas memórias,
virou clichê.
onde simplesmente dizem ser impossível.
e a confiança?
essa daí quase não existe mais,
é abominante a maneira que está chegando o nível das coisas,
onde simplesmente confiar em alguém virou algo, raro, que na maioria das vezes, você diz confiar,
mas seu próprio cérebro te diz, confie, mas nunca cem porcento.
e cada dia que passa, as coisas bonitas, atitudes românticas, amizades verdadeiras, sentimentos reais, amor e empatia pelo próximo,
estão apenas se tornando cenas de filme.

Pele parou um conflito de guerra...
O sacrifício de um homem na frente de tanque guerra, pessoas foram contra a ditadura militar. Tudo mundo melhor.
As pessoas deviam olhar para o amor não fazer guerras criar conflito por ganância e luxuria do ego humano se pode dizer humano.
"Se a genialidade de Pelé foi o farol que dissipou, mesmo que por instantes, a névoa de uma guerra, e se a coragem de um homem diante de tanques foi a semente que rompeu o asfalto da opressão militar, por que insistimos em caminhar pelas sombras? Aqueles que nos antecederam plantaram o desejo de um mundo melhor.
​É hora de arrancar as ervas daninhas da ganância que sufocam a nossa história As guerras nada mais são do que o incêndio provocado pelo ego, uma fogueira de vaidades que queima a nossa própria humanidade. Só o amor pode ser a raiz que nos sustenta e a água que apaga a nossa sede de destruição."
A pergunta que fica essas escolhas nos deixa a frente do grande filtro ou tras do grande filtro pois aa guerras so tras atraso tecnológico e ambiental.
Aonde vamos no inverso seremos cegos e vamos ser agressivo com ser pirata e predatório. Pensar no futuro é agir no presente em paz e consciente que temos presevar nosso ambiente aprender com meio ambiente todos estamos ligados numa teia ambiental. Que nosso bioma é unico no universo.
Diante do silêncio do universo, fica a pergunta: seremos capazes de superar o Grande Filtro da autodestruição, ou nos tornaremos apenas piratas predando o cosmos com a nossa cegueira? As guerras e o colapso ambiental são o atraso da nossa espécie. Salvar o futuro exige agir no presente, compreendendo que estamos todos entrelaçados na mesma teia viva. Nosso bioma é único no infinito; se não aprendermos a cultivar a paz e a preservar nossa casa hoje, seremos apenas uma breve faísca que o universo insistirá em esquecer."

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Está para
existir coisa mais Chata que pessoas que não sabem ouvir
“Não”.


Porque, convenhamos, um “Não” deveria ser uma resposta completa.


Não precisa de justificativa, de debate, de insistência ou de uma segunda rodada de argumentos.


Tem gente que parece ouvir o “Não” como quem recebe um desafio.


Em vez de respeitar, tenta convencer.


Em vez de aceitar, questiona.


Em vez de compreender, insiste.


E, quando percebe que não vai conseguir o “Sim” que queria, ainda transforma a sua recusa em um problema.


Mas talvez o que incomode não seja exatamente o “Não”.


Talvez seja a incapacidade de algumas pessoas de aceitar que o outro tem limites, vontades e escolhas que não estão sob seu controle.


Aprender a ouvir “Não” também é uma forma de maturidade, sobretudo emocional.


É entender que ninguém nos deve acesso, atenção, companhia, explicações ou disponibilidade só porque desejamos isso.


É compreender que o outro pode simplesmente não querer — e isso deveria bastar.


E existe uma diferença enorme entre insistir por Carinho e insistir por Desrespeito.


A primeira pode nascer da esperança; a segunda nasce da dificuldade de aceitar que a vontade do outro também importa.


No fim, saber ouvir um “Não” é saber respeitar pessoas.


E, talvez, uma das formas mais bonitas de demonstrar consideração por alguém seja justamente não tentar transformar o seu limite em uma negociação.


Porque “Não” não é provocação.


É limite.

Seja melhor para as pessoas
do que elas são capazes de oferecer
e nunca espere que as pessoas
te tratem melhor do que você
é capaz de tratá-las.
Quando houver esta atitude em ti
e não houver este tipo de expectativa
social, a sua paz interior
passará a ser inquebrantável.

“Você pode fazer mais amigos em dois meses ao se interessar por outras pessoas, do que em dois anos tentando fazer com que outras pessoas se interessem por você.”


Dale Carnegie

⁠23/01

Desconfie das pessoas
que se dizem perfeitas
porque são ela que são
capazes de inundar
o mundo de problemas,
Prefira sempre não cultivar
o contato para não ter dilemas.

Em 2025, digo e repito:


- Nem Machismo nem Feminismo, e sim pessoas afetivamente educadas para conviver em sociedade e com preparo para assumir os seus relacionamentos amorosos. Rejeito veementemente a
fazer parte da "Guerra dos Sexos", porque essa guerra não levou ninguém a lugar nenhum.

As pessoas esqueceram que as transições democráticas na América Latina foram negociadas na época com os próprios EUA para serem lentas e graduais, visando consolidar Estados fortes. Apesar das falhas, isso garantiu uma cultura de paz por muito tempo.


​No caso da Venezuela, uma transição 'a fórceps' não trará o paraíso esperado. Não saberão lidar com os 'coletivos' (herança de Fidel e Chávez) e a história ensina: intervenção militar unilateral não resolve conflitos, só agravam as crises humanitárias. Falam em 'retorno' da democracia, mas a verdade é que a Venezuela nunca viveu sequer 50 anos de uma democracia estável.


​A crise é muito mais profunda. Ela só poderá ser resolvida com oportunidades que incluam uma grande reconciliação nacional e a integração dos coletivos.


Condenar o regime do Maduro sempre condenei, durante anos escrevi um poemário extenso que registra inúmeras prisões políticas de presos políticos civis e militares.


Mas mesmo com tudo o que sabemos, os princípios de Direito Internacional não podem ser violados e a comunidade internacional reagir de forma irracional ou letárgica, porque se a crise humanitária transbordar ou ocorrer uma escalada ali ou em qualquer outro país do continente,
os EUA não pagarão a conta para nenhum país.


...

Procuro-te entre as pessoas,


embora resista a ser vista,


Ainda bem que é Carnaval,


e tudo termina em fantasia;


Porque no fundo sei que


aqui você não se encontra,


no meio da noite escura ---


Brindada com gotas de cristal


transformadas em prata pura


pela luz da iluminação pública,


a chuva cai solene nesta rua


misteriosa que é o silêncio,


Que me guiará para ser sua


pelo caminho da paciência


e da mais amorosa ternura,


Entre nós tudo continua


acontecendo mesmo cientes


que o melhor sequer


ainda nem mesmo começou,


Desde o dia em que nos conhecemos


o mundo nunca mais nos tocou.

⁠"Algumas pessoas podem parecer distantes financeiramente, mas, para Deus, elas não saíram do lugar."
Algumas pessoas podem parecer sábias, mas, Deus conhece o ego da ignorância.
Deus é dono de tudo e não precisa de nada.
Deus é eterno e eu sou passageiro.
A morte é o fim para quem passou a vida tentando ser melhor que o outro.
Na porta da espiritualidade o material não entra.
O tempo está acabando para quem não está encontrando o que Deus procura.

Me reeduquei da maneira errada.
Confiar no amor das pessoas é um erro. As pessoas são decisões ambulantes e transitórias; carregam em si o princípio da incerteza.
Quem ontem estava perto, hoje pode estar longe.
Quem está longe, às vezes deseja estar por perto.


Tudo é ilusão. A qualquer momento, você estará sozinho.
Ninguém realmente ama — apenas decide se fica ou se vai.


Aprendi a viver. Isso já não me afeta.
Posso amar, mas também sei desistir.
Não sei insistir, porque ninguém é ouro.


Carne podre sempre será carne podre.

Ponto dE VisTa
Tudo na vida depende do seu Ponto dE VisTa
Somos bons para as pessoas quando fazemos o que elas gostam, independentemente se isso fere à ti ou a uma outra qualquer pessoa, desde que ela seja beneficiada no processo.
Uns acreditam que somos àquilo que às pessoas dizem que somos.
Já outras,
Outras acreditam que somos àquilo que oprimimos porque a sociedade vai julgar se determinado perigoso ou estranho para elas.
No meu Ponto dE VisTa
Ninguém é!!
Porque se fossemos, todos teríamos uma única imagem sobre "nós".
Como pode? Uma pessoa ser:
-Calma, gentil e acolhedor.
Ser:
-Agressiva, repugnante e impulsivo
Como pode?
Confusão dentro de MIM

Deus coloca pessoas no nosso caminho
que nos direcionam até mais
que nossos próprios parentes.


Não foi coincidência.
Foi cuidado de Deus.


Sem a vida delas,
muitos de nós estaríamos sem rumo.


Honre quem te guiou.

Três saudades marcaram o coração de Jó:
a saúde que perdeu,
as pessoas que amava
e a voz de Deus.

ORAÇÃO DO TRABALHO

Senhor, venho lhe pedir que abençoe meu trabalho e de todas as pessoas que trabalham honestamente. Guia meus passos e não permita que sofra alguma queda, acidente, violência, maldade ou qualquer outro mal, no trabalho ou fora dele, para que possa retornar bem ao meu lar. Rogo-lhe renovar minhas forças, durante meu descanso, para que possa retornar novamente ao trabalho e prosseguir evoluindo, com amor, saúde, disposição, bondade, paz, alegria... Amém.