Poema sobre Existência
Sentiremos a dor do amadurecimento e até sofreremos individualmente com nossas experiências e vivências, até entendermos que é para o nosso bem e não o contrário, aquilo que o destino nos reserva.
Quando a nossa vida for apenas uma lembrança, que seja o amor que oferecemos a chave para a eternidade de nossa existência.
A vida não se mede pelo que acumulamos, mas pela diferença que somos capazes de fazer na vida de alguém — é isso que dá mais sentido à existência.
As tempestades vêm para a gente observar algumas coisas que costumávamos cobrir nossos telhados de forma provisória, ou em partes. Muitas vezes precisamos mudar as telhas que envelheceram e que com o tempo se desgatam. Então, ao observar o telhado devemos entender que precisamos sempre edificar nosso lar com cuidado e entender que sempre teremos a oportunidade de olhar para o amanhã com outros olhos se pararmos para pensar que hoje podemos construir e reconstruir nossa morada. Partindo do princípio que tudo é movido pelos sentimentos de fé, amor, esperança e positividade. As tempestades sempre passam e deixam o tempo de aprendizado. É preciso saber apreciar todas as oportunidades dadas pelos céus. Deus conduz o tempo e a gente nosso livre arbítrio. Saiba conduzir os ventos que sopram a sua existência.
O conceito de Deus é simplesmente uma função psicológica necessária, de natureza irracional, que absolutamente nada tem a ver com a questão da existência de Deus. O intelecto humano jamais encontrará uma resposta para esta questão.
A sorte não depende de sua crença. Ela simplesmente existe. O azar também. Às vezes ela aparece disfarçada dele, e vice versa.
“Enfim, as horas deste dia voaram feito as gaivotas, ao deitar o sol leva consigo a certeza que amanhã voltará às memórias que continuam vivas da vida que vivi um dia. Ah… se não fossem o mar, o vento, o sol, as estrelas e as músicas que fornecem encantos às poesias medicinais que curam diariamente esta alma cansada.”
#bysissym
As flores são a essência da vida.
O que há de mais puro e sutil trazendo alegrias e cores na nossa existência...
Correndo - mesmo cansado; mesmo exausto -, correndo, pra tentar demonstrar com luta, o verdadeiro sentido de minha existência, antes que uma cova me engula...
Não basta apenas estar sentindo aqui, tenho que, através da escrita, existir aí ou lá; viver em outros; transitar minhas ideias e ideais pelas mentes; confluir e desvelar as dores, incitar amores e o que mais aprazer ou descontentar os sujeitos...
Foi quando me deparei: a realidade cobriu-me naquele instante, como um véu que cobre objetos e os reduz a nada, senão simples formas. Os vultos me cercavam, e um silêncio ensurdecedor ecoou nos meus ouvidos. A existência, antes anestesiada pela minha tentativa inútil de esquecer-me ou até fugir dela, penetrou-me aos olhos: já não enxergava mais nada. O breu tomou conta de minha visão, e ali já havia entendido — e, certamente, foi o estopim da fatalidade que me poderia ocorrer. Não poderia fugir; como conseguiria, se já não me havia forças para correr, muito menos direção para guiar-me? E, se os tivesse, alcançando o topo da colina mais alta e mais distante de todas, como poderia fugir de mim mesmo? Como poderia fugir da angústia que tomou completamente meu corpo naquele instante? A única coisa que poderia fazer era olhar fixamente para o nada, assim como olho para mim no espelho pelas manhãs. Sem escapatória, era apenas uma alma passando frio, ao lado de tantas outras vestidas, combinadas e esquentadas pelo calor de suas vestimentas: seus corações, que palpitavam ferozmente ao contato dentre tantas outras parecidas, enquanto o meu já não tinha forças para viver. Meu coração estava num imensurável inverno congelante, sem previsão de essência: espera-se, somente, a morte por hipotermia.
A poesia do meu silêncio é definida pelo fato de não ter para onde ir, assim mergulho em mim para não voar em direção ao vazio que me cerca.
Observe enquanto me afogo no vazio e naturalmente continue a caminhar em círculos infinitos de dor e amor, enquanto me afogo no vazio por não compreender o círculo da dor e do amor, então apenas continue, caminhando, em círculos infinitos, enquanto eu me afogo no vazio simplesmente porque decidi apenas seguir em frente.
Ninguem é capaz de se consciêncitizar, confrontar e lapidar por si só. Nas grandes mudanças se é devedor de alguém e alguns.
Aqueles que nos honram mesmo sabendo quem somos, são aqueles que no fim das contas encontram ouro retirado do lamaçal da nossa mais profunda existência
