Poema sobre Comida
Humm, o cheiro de cereja no gosto dos teus lábios. Um cheiro de mel como a carne deve ter. O vermelho do morango, um cheiro no ponto da mordida. O cheiro da comida gostosa de ver.
Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.
Não nos basta a liberdade se não temos as condições necessárias para sermos livre. O sistema nos acorrenta a submissão, sonhar com a liberdade por rebeldia nos prende a consecutivos erros, ate cair em si, na depressão. O passarinho livre tem que buscar a comida todos os dias mas o de gaiola, não.
Não existe dieta saudável alguma que não permita, sem culpa, de comermos alguma besteira, de vez em quando.
A humanidade urbana hoje gritam aos brados pelas cidades, salvem as indefesas baleias, protejam as sacrificadas "elefantas" mas não podem ver ao lado, uma pessoa obesa, que generalizam de gulosas, indisciplinadas, mórbidas, preguiçosas e doentes. A empatia selvagem, distante da verdadeira realidade é bem mais prospera aos que vivem em rebanho.
