Poema sobre agradecimentos
A sabedoria e a beleza
Discutiam caladas
Sobre a pequenez da grandeza
De ser mais bela ou mais sábia
EIS A FRIA.
Eis aqui a fria, já morta, curvada sobre o teu cadáver. Silêncio. Nem a noite ousa respirar.
As mãos que outrora acariciaram o mundo agora repousam sobre a matéria vencida, como se a morte aprendesse, pela primeira vez, o peso da eternidade.
Mas quem morreu? A carne... ou o sonho que nela habitava?
Os astros prosseguem o seu caminho, indiferentes ao pranto dos homens, e, no entanto, há uma estrela que parece deter- separa contemplar teu último repouso.
E será ela, agora, o deslumbre do universo?
Talvez a morte não seja o apagar da luz, mas o instante em que o infinito abre, silenciosamente, os seus olhos sobre nós.
Porque toda sepultura é apenas uma porta para aqueles que aprenderam a escutar o invisível.
Que nesta última tarde do ano vc possa refletir sobre tudo que se passou neste ano para que consiga fazer tudo diferente no ano que se inicia, que todo sofrimento e lágrimas se transformem em felicidades, que toda a felicidades que sentiu se multipliquem e que toda sua fé se intensifique.
Tenha uma última tarde de 2025 maravilhosa ‼️
Eis que o despertar cativante da manhã sombria e fria....paira sobre meu desejo!
Da noite quente em ternura de sua pele, ósculo ardente em brasa incandescente sobre duas almas fundidas no calor da paixão.....
.... ao mais intenso frio estelar da galáxia distante que separa nossos corações e almas.
Almas perdidadas no espaço tempo da paixão buscando entender a dor dilacerante que aflige os corações partidos....
Alma apaixonada da razão irracional que busca métricas inexistentes para explicar o inparável e mais profundo sentimento do desejo !!!!!!
Do coração vem a coragem e.a verdade!
Da mente...a ilusão e a mentira!
Meditem sobre isto e abandonem o ego e a vaidade!
Sejamos humildes...
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM - ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
E A CONTINUIDADE DA VIDA ESPIRITUAL. PARTE I.
Cidade no Além: apresentado como introdução à obra mediúnica atribuída ao Espírito André Luiz e psicografada por Francisco Cândido Xavier em 17 de junho de 1983, constitui uma reflexão doutrinária de grande densidade filosófica dentro do corpo literário do espiritismo cristão. Trata se de uma exposição que busca interpretar, sob a ótica da continuidade da vida, o significado das comunidades espirituais descritas em Nosso Lar.
O autor espiritual inicia suas anotações reconhecendo o esforço de um colaborador espiritual denominado Lucius para transmitir aos encarnados alguns aspectos da colônia espiritual conhecida como Nosso Lar. Essa cidade espiritual é apresentada como um núcleo de trabalho, reeducação e organização social destinado aos espíritos que se libertaram do corpo físico, mas que ainda necessitam de reajuste moral e intelectual. A mediunidade de Heigorina Cunha, residente em Sacramento no estado de Minas Gerais, é mencionada como instrumento dessa comunicação espiritual, demonstrando o papel da mediunidade como ponte entre os dois planos da existência.
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
PELO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER.
PARTE II
O texto ressalta que, após a morte, o espírito leva consigo todos os elementos de sua vida interior. Ideais elevados, virtudes cultivadas, paixões desordenadas, ressentimentos, esperanças e conhecimentos acompanham a individualidade espiritual. A morte não transforma instantaneamente o caráter do ser humano. Ela apenas remove o invólucro físico, revelando com maior clareza a realidade moral da criatura.
Por essa razão, a desencarnação funciona como um processo de revelação interior. O espírito manifesta, no mundo espiritual, exatamente aquilo que é. Seu grau evolutivo, suas conquistas morais e suas limitações tornam se evidentes através da atmosfera espiritual que irradia. Essa atmosfera determina o ambiente em que o espírito se sentirá naturalmente integrado, pois a afinidade constitui a base da organização social no plano espiritual.
SOBRE O LIVRO: CIDADE NO ALÉM.
DO ESPÍRITO: ANDRÉ LUÍZ/ FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER .
PARTE III
Outro aspecto relevante abordado pelo texto refere se à pedagogia espiritual. A instrução dos espíritos desencarnados utiliza múltiplos recursos didáticos. A palavra falada ou escrita ainda desempenha papel fundamental na transmissão de conhecimentos. Entretanto, a telepatia e outras formas mais elevadas de comunicação espiritual tornam se progressivamente acessíveis à medida que o espírito desenvolve suas capacidades mentais.
Dentro dessa estrutura social, a afinidade moral aparece como a força organizadora fundamental. Espíritos com valores semelhantes naturalmente se aproximam e formam comunidades. Aqueles que já despertaram para a necessidade de aperfeiçoamento interior demonstram profundo respeito a Deus e ao próximo. O trabalho no bem torna se então o elemento central de suas existências.
A religião, nesse contexto, não se apoia em dogmatismos rígidos. A filosofia valoriza o pensamento elevado onde quer que se manifeste. A ciência assume um caráter humanitário, orientando se pelo ideal do progresso moral da humanidade. Em todas essas áreas, o objetivo final é sempre o mesmo. O desenvolvimento integral do espírito.
O texto conclui reafirmando um princípio moral presente no ensinamento evangélico atribuído a Jesus Cristo.
SOBRE: JOANA D'ÁGUA ARC - DE HEREGE À SANTA.
#HojeNaHistória Em um dia como hoje, em 1920, a Igreja Católica canonizava Joana d'Arc, transformando-a oficialmente em santa e padroeira da França. A cerimônia, conduzida pelo Papa Bento XV, aconteceu quase 500 anos após sua morte trágica na fogueira, em 1431, acusada de heresia e bruxaria. A jovem camponesa, que dizia ouvir vozes divinas, liderou tropas francesas durante a Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra, tornando-se um símbolo de coragem, fé e resistência nacional.
Joana nasceu em 1412, no vilarejo de Domrémy, e começou a se destacar aos 17 anos, quando convenceu o delfim Carlos VII a deixá-la comandar o exército francês. Sua liderança foi decisiva na vitória da França em diversas batalhas, incluindo o cerco de Orléans. Mesmo capturada, julgada injustamente e executada aos 19 anos, seu legado resistiu aos séculos. Em 1456, a Igreja reverteu sua condenação e, séculos depois, reconheceu sua santidade. Hoje, Joana d'Arc é símbolo de fé inabalável e heroísmo.
#JoanaDArc #HistóriaDaFrança #santoscatólicos
Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...
Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.
Sobre a Arte do Povo Brasileiro
O Brasileiro é o único Povo da face da Terra, que consegue usar o pouco de inteligência do cérebro que lhe resta, e emprega todo o esforço em seu uso, para continuar burro. Em outras palavras: é o único Povo que consegue usar a engenharia da Inteligência, para continuar sendo IMBECIL!
Às 06:52 in 18.07.2026
Origens
(Jelres Freitas - Abril/2012)
A minha mente voa,
Sobre as asas dos meus pensamentos,
Tão rápido quanto o vento,
Que está ao meu rosto roçar.
Quantas viagens,
Tantas bagagens,
Qual tuas origens?
Para onde tu vais?
Trazes lembranças,
Em tuas entranhas,
Quão grande primícias
É poder recordar.
Oh, pensamentos sem fim...
Viraste um excelente motim,
E tens dado a mim,
Uma oportunidade de amar.
Sozinho eu reflito sobre a minha vida...
Sozinho eu descubro as minhas falhas...
Sozinho eu faço uma viagem dentro da minha própria mente,
e descubro que não posso ser sozinho para sempre.
Eu queria saber
Por que é que eu insisto em me perguntar
Sobre coisas que não tem resposta
É como morrer mil vezes
Enquanto se vive uma vida
Que nem chega a ser assim ...
Tão longa
O mundo esconde o valor das coisas
Enquanto a vida vai vendendo
O que não vale quase nada
Até que um dia
Vem o tempo e nos desvenda
A esses e a tantos segredos
Carregados de mais perguntas
Somos cegos
Seguindo os caminhos traçados
Guiados pelas vozes de lobos vorazes
Que a bem da verdade sempre foram
Muito mais cegos do que nós
Não percebem, não sabem
Que aquilo a que se busca
Não se pode alcançar
É como um raio de luz colorido
Caindo do Sol pela manhã
E o azul do Céu, que desaparece
No momento em que a gente o toca
Felicidade, uma ilusão
O brilho da Estrela deixou de estar lá
E a vida não é como se pensa
Durante a guerra sempre os rios congelam
E os seus invernos são mais frios
Parece que foi sempre assim
A vida nos nega um sorriso
Justamente nos momentos
Em que tudo que mais se precisava
Era de um sorriso, simplesmente
Eu queria ter palavras
Pra explicar que não tenho respostas
Tem dias que o que mais desejo
É saber a verdade das verdades
Mas a única palavra que me vem
Me causa o querer e a vontade
de não querer saber mais nada.
Edson Ricardo Paiva.
Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.
Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.
Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.
Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.
É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.
O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.
Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.
A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.
Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.
E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.
Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.
Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.
Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.
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