Poema sobre agradecimentos

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⁠Ir até a Ilha do Francês
navegar ao redor e ali parar,
na Ilha que um veterano
estrangeiro resolveu se abrigar.

Parar, respirar e apreciar
os peixes coloridos a nadar despreocupados pelo mar,
e imaginar o nosso flutuar.

Como quem desenha mapas
de navegação ando escrevendo
as rotas íntimas em silêncio.

E tenho certeza que tens feito
o mesmo com fina devoção,
sem dar voltas é meu o seu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo está mudando
e as ondas quebrando
nostálgicas e fortes
na Ilha das Pombas.

Na embarcação antiga
poemas geográficos
abertos e alcance
sem caleidoscópios.

Razões do dia e da noite
cumprem a missão
de ordenar o coração.

Uma busca para aportar,
colocar os pés no chão
e esperar a chuva passar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Passear de mãos dadas
na Ilha das Conchas,
Um beijo discreto debaixo
de uma sombra de uma árvore.

A cena está finamente
feita na imaginação,
Ando sorrindo e cantando
ainda sem aparente razão.

A intuição tem escrito
poemas de amor para mim,
é alguém vindo no destino.

Sem receio de ser chamada
de ultrapassada ainda persisto
em ser quem sonha acordada.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amo você como se ama
Florianópolis com todas
as praias, ilhas e pontas,
e ainda não se deste conta.

A cada alvorada matutina
ou vespertina em companhia
de toda a poesia reunida
caminho e escrevo rotas.

Assumi ser a personificação
de todas as estações
do ano todo em adoração.

Ilhas e continente em qualquer
direção para onde quer
que o vento leve o seu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A verdejante Mata Atlântica
esplende na Ilha do Arvoredo,
O meu olhar não consegue
reter nenhum segredo.

De amar novamente deveria
te pelo menos algum receio,
Mas quando te conheci
o coração não quis recreio.

Sob a bênção dos gerivás
coloquei o meu desejo
de tê-lo comigo doce e ledo.

E tuas pistas e teu olhar fixo permitem deixar indícios
e liberam sem ocultar feitiços.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ali um dia serviu para defender,
prender e também para curar,
é a Ilha de Anhatomirim que
tem muita história para contar.

Estou indo navegar para escapar
do veneno espargido de quem
não se contenta com o da própria
língua e expõe a todos a perigo.

Não preciso fazer nada porque
a existência de gente assim
para si próprios é inabalável castigo.

Tenho mais o quê fazer do que dar
holofote à quem não quer aprender
e só se gloria no mal para aparecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Diante de tudo o quê
se passa no mundo,
Sou como o solitário
da Ilha do Coral lá no fundo.

Das estações um coração
acendendo as emoções
como farol na escuridão
para quem vem e quem vai.

Porque acredito que se deve
falar o quê merece ser dito
por crer em um novo destino.

Se no final se é apenas
este o meu caminho aceito,
abraço e nele com afeto fico.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ouço o canto deles,
o canto envolvente
dos companheiros dos fundos
de cada rio e igarapé,
Eles sempre vem quando
chamo só para me ajudar,
Porque tenho fé simplesmente
e nunca deixei de acreditar
por nenhum instante imensamente.

...

Coaraci que guarda o dia
quando se deita e se ergue,
E sempre me ilumina
para tudo o quê o ímpeto
convida e atreve,
Tem algo bem parecido
com o seu sorriso
que o coração derrete.

...

Todos os congos
dançam as estrelas
sobre a Nação,
Eu sei a quem entregar
o meu coração.

...

Consoada bem posta
para nós dois,
Não haverá romance
negado depois.

....

Coré com farinha seca
servido na mesa,
Tem gente que nunca provou
e existe até quem não esqueça.

....

Pude ter o privilégio
na vida de assistir
à uma banda
de cidade do interior
tocando no coreto,
E testemunhar juras de amor
ali pelos namorados,
Cenas de um passado
que para muitos não
foi proporcionado nem
como espectadores,
E outros sequer na vida
sequer tenham escutado
o encontro quando podíamos
andar pelas ruas despreocupados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amanhã pela manhã estarei
indo lá no ajuntamento de Araçá,
na Ilha de Araçatuba onde
a história intocada nos encontrará.

Filhos deste Atlântico Sul que
jamais ninguém da atenção
de amor conseguirá nos desviar
o nosso brio perpassa o mar.

Nas nossas veias correm o pó
das estrelas do Hemisfério Austral
e no coração vive o fundamental.

O inevitável não está distante
e está sendo preparado
pelo fogo do nosso romance.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nas águas da memória os olhos
da mente leem ilha de Meiembipe,
Nas águas recentes é conhecida
por Ilha de Santa Catarina.

A história precisa ser contada
para que não seja apagada,
Vou deixando o Atlântico Sul
dando a direção até alcançar.

Com você e na vida eu sei onde
chegar sem precisar me exaltar,
nasci herdeira e conheço este mar.

As cartas e as regras sou eu
quem as dou e escrevo,
sei quem sou e o quê mereço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sempre que as camélias
florescem em Rodeio,
Nos meus olhos
fazem um jardim,
Quero ser para os teus
olhos como elas
para trazer-te para mim,
cobrir-te de mimos,
e dizer sem dizer nada enfim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Alma maruja traz um pouco
de tudo aquilo que precisa
ser refeito na Baía da Babitonga
que eu já perdi a minha conta.

Embora não tenha perdido
a esperança de Ilha Alvarenga
por ser poesia, poema e poeta
com apego ao mar e esta terra.

Desistir não é e nem nunca
será a opção porque viver
é o quê move pleno o coração.

Não perder jamais as correntes
e deixar que pousem solenes
na existência feita para a navegação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nas Ilhas dos Araújos
como aves livres
na Baía do Babitonga
a gente se encontra.

Discreto talvez o amor
venha e nos leve por
encanto e sem espanto
à ele nos rendamos.

O romantismo resiste
e em nós tem refúgio
deste mundo incrédulo.

Um perene e estuarino
de impulsos sem medir
riscos porque estamos vivos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Barra de São Francisco do Sul
é perto da onde que assumo
ser como a escuna que alisa
o mar do teu romance e delícia.

O rumo nas mãos da ventania
leva ao Arquipélago das Graças
porque é assim que se escreve
a leveza e o sentido de ser perene.

Parar ali sem mais nem o porquê
por um instante na Ilha da Paz
sem querer na vida nada a mais.

No final entender que amor é
sem mistério em águas tranquilas
e transparentes do divino querer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Colocar a esperança
solitária na escuna
rumo à Imbituba
enquanto o mar cruza.

Sob o alinhamento
de Saturno, Vênus e a Lua,
Não desviar o pensamento
da paz nenhum minuto.

A mente, o corpo e alma,
colocar para descansar
na Ilha do Batuta e ali ficar.

Observando o giro absurdo
do mundo sem nada cobrar
como quem nasceu agora acordar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Experimentar o abandono
e a sombra das árvores
da Ilha das Cabras no mar
sem nada para se importar.

Um minuto para respirar
e para pensar quando
a maré começar a mudar
para não me deixar levar.

Porque assim tem a vida
tem que ser e assim será
onde o quê é de juízo está.

Colocar cada um sem quer
agradar no seu devido lugar,
para a paz ser e a espalhar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pelos braços da Baía do Babitonga
sempre me deixo levar,
Até a Ilha das Claras vou navegar
para que sabe te encontrar.

Pelas correntezas deixo
tudo para trás porque
só quero para nós mesmo
o quê realmente importa.

Num tempo onde a diversão
é testar o outro o quê sufoca
busco ser a silenciosa rebelião.

Por saber que o tempo corre
rápido em todas as direções,
preservo as melhores emoções.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Balança a palmeira diante
do vento da esperança
na Ilha do Chico Pedro:
decidi amar sem medo.

Na Baía da Babitonga fica
e assim me deixo levar
como embarcação que
está próxima de chegar.

Conhecer bem por onde ir
e sei que sabe me encontrar
onde estou em pleno mar.

Não preciso muito fazer
para a nossa hora acontecer,
e com os olhos fechados viver.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Deste mundo somos a fuga
convicta porque queremos
viver tudo de melhor o tempo
todo e amar além do amor.

Ter espaços para aventura
na Green Island em Granada
e pelas Pequenas Antilhas
para vencer o fel dos dias.

Com os olhos fechados
andamos nos vendo cercados
até por peixinhos coloridos.

Nada nos desanima ou vence
porque nascemos para brilhar
este script com ousadia perene.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠London Bridge Island,
é Ilha da Ponte de Londres
que pertence a Granada,
e o coração por lá dispara.

O destino para nós uma
surpresa sei que ele prepara,
Não tenho pressa de nada,
apenas não quero mais ter razão.

Deixar-me guiar pelas correntes
das Pequenas Antilhas
tornando os segundos presentes.

Permitir que o encanto vire rotina
de braços dados com a alegria
de ter no mundo a melhor companhia.

Inserida por anna_flavia_schmitt