Poema sobre verdade
"A elegância mora no silêncio de quem não precisa provar nada, pois a sua verdade interna ecoa com mais classe do que qualquer artifício externo."
"A raiva que eles sentem de você é, na verdade, a frustração de não terem conseguido te quebrar por completo."
"Não reduzo o volume da minha verdade para caber na audição de quem só aceita ecos. Minha tranquilidade custa a renúncia de ser o que esperam de mim."
A verdade é dura: É mais fácil rotular a vítima como "difícil" ou "louca" do que admitir que a mão que empunhou a faca era a deles.
Quem precisa apagar a sua luz para se sentir brilhante está, na verdade, admitindo uma falência interna. Se o sucesso do outro te faz sentir menor, o problema não é o sucesso alheio, mas a sua incapacidade de gerar valor próprio. A inveja é a homenagem que a mediocridade presta ao talento, mas é uma homenagem amarga que consome quem a sente.
Amar não é ter posse, é ter parceria. Se eu a amo de verdade, eu a deixo viver, porque ela é dona de si mesma e não uma propriedade minha.
Ser de verdade é a sua maior ostentação. A honestidade vale tudo, pois de nada adianta ter o céu na boca se o seu coração não conhece a decência e o respeito.
Eles dizem você não precisa ser forte o tempo todo, mas na verdade eu preciso sim. Outra verdade é que até os fortes choram, só que sozinhos.
“Entre acordes e sorrisos, a vida encontra seu ritmo: nada é mais forte que a verdade que nasce quando a gente toca junto.”
Quando digo que não quero mais você, não quer dizer que deixei te amar. Na verdade, significa que cansei de sofrer. Você me fez muito feliz por um bom tempo, mas perdemos tudo. Como é que conseguimos deixar tudo isso para tras, como pudemos brigar e chorar tanto. Não soubemos unir nossas diferenças, sonhos e infelizmente, nosso amor não foi suficiente para passar por cima de tudo. Hoje eu sei que devo seguir em frente, porque da mesma forma que você me tirou da sua vida, eu sei que preciso fazer o mesmo.
Todo ser humano carrega em si a resiliência. Negar ao outro a verdade é, antes de tudo, subestimar sua capacidade de superar e evoluir.
Saber calar o que o coração grita não é sobre omissão ou fraqueza, é, na verdade, uma das maiores demonstrações de força e elegância emocional que alguém pode ter. É a arte sutil de transformar tempestades internas em brisa leve para o mundo. Muitas vezes, a nossa mente e o nosso peito viram um cenário de ventanias, dúvidas e sentimentos que pesam. O impulso natural seria deixar transbordar, mas quem escolhe o silêncio compreende que nem todo mundo está pronto para acolher a nossa chuva. Há um valor sagrado em recuar, em fechar os olhos e permitir que o turbilhão aconteça apenas do lado de dentro.Nesse processo silencioso, a gente se torna o próprio abrigo. Em vez de espalhar raios e trovões por onde passa, quem domina essa arte escolhe respirar fundo e filtrar a própria dor. É como se no aconchego desse isolamento voluntário, o coração conseguisse desacelerar o vento, acalmar as ondas e transformar o caos em aprendizado. Quando finalmente voltamos a interagir com o exterior, o que entregamos aos outros não é o estrago da tormenta, mas o frescor que vem depois dela. Oferecemos paz, maturidade e uma brisa leve aquela que acalma quem está ao redor, enquanto mantemos intacto e protegido o nosso próprio mundo secreto.
_Enzo Ruchell_
1727
"Em verdade, verdade mesmo (e como eu já disse), não estou interessado nessas suas conversas sobre Deus. Mas tenho interesse em saber como você sabe de tudo isso o que fala. É só repetição? Como fazem Papagaios? É isso?"
