Poema sobre a Higiene Bucal
Lembre-se de mim, assim:
como margarida vestida de sol.
Lembre-se de mim, assim:
como um sorriso sem fim.
Recorda-te que passei,
e que o amor um dia foi lei.
Agora, tudo mudou:
o tempo - implacável - passou.
Contente-se com a lembrança
Que não dissipou, e não passou,
Recorda-te da borboleta mansa,
- repousada na tua mão
Eu que fui verso e virei canção
Para sempre no país do teu coração;
Serei a tua razão,
- inesquecível -
Lembre-se de mim assim:
como o teu amor celestial
E de todos o mais incrível.
Libertei-me do ninho,
Sou o amor que voa sozinho,
Libertei-te para não voltar,
Viver para me amar
É tua responsabilidade;
Deixe-me no meu destino,
Sou o curso do rio de volta
Para a vida e para o mar,
Assim na poesia estrelar...
Nunca vi flores tão bonitas,
- todas bem perfeitas
Lindas flores infinitas,
- super perfumadas
Pareciam até pintadas!
Todas muito bem nascidas
Na cidade de Colinas;
Rodeada por cursos d'água,
Coroadas por cascatas,
Todas bem regadas!
Sim, nestes versos inventados,
Bem intencionados,
Para arrancar das colinas,
Mil sorrisos,
Para semear felicidade
No meu canteiro.
Se um dia eu vier ao encontro
Do teu povo,
Da tua cidade que é um jardim,
Eu seja reconhecida
Não como uma simples turista;
Mas como alguém que ama,
A sua gente e a sua cidade
Ainda quando os conhecia
Nos campos de flores e da poesia.
Um peixinho colorido
em cima das conchas
brincando de faz-de-conta.
....
O pequeno bagre
bem parado
é feito de biscuit.
Haicai recém-nascido,
feliz como um menino
igual ao teu sorriso.
Haicai entardecido
aguardando a Lua
leve como uma pluma.
Pela minha letra fatal
Desabrocha mansamente,
Pelo meu verso imortal
Carinhoso simplesmente,
Realiza no meu corpo
O segredo dos teus lábios,
Abrigado na tua mente.
Pelo soneto perfeito
Escreva o teu destino,
Pela harmonia corpórea
Revelada secretamente,
Fruto particular da história
Silenciada pelo nosso beijo,
Inviolável ninho de carinho.
Pela minha poesia inesgotável,
Ora tecida em versos ricos,
Ora bordada em versos pobres,
Poesia santa, profana e condenável.
Pelo sonetista que nos vê - e crê,
Pela fé no amor inabalável,
Ora e desabrocha;
Vê e se enamora daquilo que é,
E o coloca para sempre como intocável.
A noite caiu desapercebida
De um jeito jamais visto
O luzeiro foi descansar
A Lua como a lamparina
Ilumina o altar da noite
De forma a fazer o céu gingar
Em companhia das estrelas.
A manhã surgiu desapercebida
De um jeito surpreendente
O luzeiro pôs-se a levantar
A Lua foi descansar
O luzeiro bem acordado
Surpreende o céu da noite
De forma a fazê-lo a se dissipar
E levar com ele todas as estrelas.
As moças sempre se encontram
Manhã, tarde e noite de mão dadas
Nestes versos mal escritos
As moças que mais parecem fadas
Estações da vida e dos tempos
Emoções que caem como chuva
Entre o céu e a terra - se apaixonam
Como certas brisas que se encontram
À beira do abismo bem em frente ao mar...
Esculpindo
nas pétalas do tempo,
Desenhando
as carícias serenas,
Desejando agir
com maturidade,
Jogando bem longe
o momento
Para fazer de nós
uma eternidade.
Ventando madrugada
adentro,
Escrevendo até
a aurora florescer,
Despertando do sono
não dormido,
Poemizando de vez
até você aparecer
Para fugirmos
deste mundo esquisito.
A verdade que tanto
eu quero,
É a mesma que
eu carrego,
Venho porque
lhe tenho amor;
Eu por ti
jamais sossego.
Alentando da melhor
forma as horas,
Semeando ao vento
as mil floradas,
Que hão de irromper
muitos poentes,
Audazes entre nossas
frontes coladas,
Unidos nos nossos
abraços contentes.
A essência que
tanto eu quero,
É a mesma que eu carrego,
Venho com o mesmo amor,
Que de ti tanto espero.
Ventando tudo
que tenho para ventar,
Amando além daquilo
que ninguém
faz ideia do
que é amar,
Vou além de tudo,
supero o universo,
Só para provar
o quanto te quero;
e a medida de amar
sem medida,
Amar amando
a nossa história,
Vivendo para te amar,
Enfrentando toda
a inveja,
Só para viver
todo o amor
que houver nessa vida.
As cores se envolveram
Na curva do horizonte,
As duas não se esqueceram;
E é bem aqui dentro de mim,
Que você se esconde.
As espumas e as ondas,
Os beijos das sereias,
As carícias entre as espumas,
Iluminando as mil maneiras,
Escrevendo as boas loucuras.
As cores - 'as nossas',
Os perfumes - a prosas,
Os vinhos - e as rosas,
As mãos - amorosas,
Os beijos - sonetos,
Seguem todos em mim,
A vida prosseguindo o curso,
E eu jamais te esqueço - padeço.
A liberdade tem os seus próprios [sinais,
Ela é ousada, e sempre quer muito mais.
A liberdade precisa das nossas [marcas,
Ela é audaciosa, é rainha de muitas espadas.
A liberdade tem tudo dos doces haicais,
Ela é o quê é em mil toques [sensuais.
A liberdade precisa de todos os [jeitos,
Ela precisa de todos, e que venham inteiros.
A liberdade tem a sua poesia própria,
Ela é escrita por poetas que fazem [história.
Olhe para alguma parte
Do meu corpo
Sinais que mostram
Um convite
Para ser aventurado
E que fique entre nós
Bem acordado:
Ele não é para ser
- revelado
É o nosso canteiro
- embriagado
Repleto de pimenteiras
Por nossas mãos arteiras.
Maviosa flor do meu amor,
Cintila em tom purpúreo,
Maravilhoso é o teu amor,
Refugiados do mundo,
Juntos escrevendo o verso
No universo íntimo, protegido.
Carinhosa trova sabor de beijo,
Passa, não passa e repassa
Pelo melhor que a língua tem:
- a tua suave e discreta boca
Que por ela morro, permaneço
Entrego-me em poesia quase louca.
Amorosa amante não desfaço,
Da minha posição extrovertida;
Pegue cada poema, toque a lira,
Determinada pelo destino, criativa,
A matar-te de amor no bom sentido
Não deixando-te nenhum pouquinho
Satisfeito sob o meu corpo feminino.
Ninguém pode
deter-me
Desejo é
pertencer-te
Ninguém pode
julgar-me
Anseio é
reencontrar-te
Ninguém pode
condenar-me
Eu hei de viver
só para amar-te.
Desejo que
só me pertence
Ninguém
pode deter
Anseio que só
me estremece
Ninguém
pode 'fazer'
Eu hei de vivê-lo
para sempre.
Recolha-me
e absorva-me
Toma-me, coma-me
e beba-me
Devora-me
com ganância
Repleta-me
sem moderação.
Confesso que estou
na tua [mão
Entretida
com o nosso tempo,
Alguém deu
forma a [paixão;
Surgiu lindo
como um dia de sol,
Iluminando carinhoso
o [coração.
Cada passo
nas areias, uma marca,
De um grande amor
que não passa,
E uma grande distância
que maltrata,
Nem o tempo o dissipa,
e o sossega;
Fazendo de todos dias
a minha entrega.
O mar baila
em [celebração,
O tempo se ergue
em oração,
Talvez seja
um grande sinal:
Que voltarás
para a minha vida
Para habitar
pleno de [paixão.
Cada momento
não foi em [vão,
Nem mil almas
te encantarão,
Sei que sou a mulher
da sua vida,
E para sempre serei...,
- a dona do seu
delicado [coração.
Escutei o conselho do pescador:
Joguei a rede dos desejos,
Para ver se busco o meu amor.
Joguei também o perfume
Só para ver se ele percebe,
O tamanho do meu ciúme.
Escutei o conselho do pescador:
Vestirei-me toda de renda,
Para que ele note o meu esplendor.
O amor é uma embarcação,
Que faz de nós novos marujos;
Mareja os olhos, e guia o coração.
Escutei o conselho do pescador:
"- Pendure na festa uma rede,
fazendo com que cada um escreva
o tamanho dos seus desejos.
Não importa se é Festa da Tainha,
O importante é que se tenha fé na vida;
Como os pescadores acreditam no mar,
Não desista nunca de acreditar no amor."
Existe um canal que nos liga,
Reafirme: que nada nos separa.
E muito menos não existe,
Alma audaciosa que nos defina.
Existe uma corrente tranquila,
Afirmativa e serena - nos leva
Para onde que ninguém imagina;
O coração vai e sempre solicita.
O encontro de embarcações
Doces e repletas de emoções,
Em busca de grande sensações.
O encontro de tripulações,
Desencontro de sensações,
- Distanciam emoções
Há o encontro de águas,
- um turbilhão de sonhos
Inteiros e macios...,
Livres, e cativos... não te conto!
A cor verdejante do mar,
O arrastar do olhar,
A rede prosseguindo...,
O pescador joga a rede,
A tainha ele foi pescar,
O mar espalha o canto,
A vegetação serena...
O Balneário se ilumina,
A vontade não é pequena.
A duna tão linda,
É fonte de vida,
Ela traz proteção,
É poema que segura
Toda a correnteza.
A festa tão bela,
Da Natureza,
Cada grão dessa areia
É pura beleza!
Expressão e vivaz certeza.
A hora está chegando,
O povo está esperando,
- a Festa da Tainha
É a festa barrasulense,
Do norte catarinense.
Nas minhas pétalas
tu te roças,
No meu beijo
que tanto procuras:
está o meu corpo
cheio de loucuras.
Não desvias,
porque tanto adoras
As minhas mão de fada,
sem farsa,
e minhas carícias
todas mimosas.
Nas minhas galas
tão pomposas,
No meu bailado
tão repleto de ginga:
assim seguem
as minhas malícias.
Não desvias,
porque tanto fazes
E por onde fazes
ser tua - toda;
e segue
em gestos audazes...
Não desvias -
porque escreves
O poema das mil fases;
Tu, só tu me trazes...
Não desvias
porque estão entregues
As devoções e as tuas
alucinações
Uma a uma, assim tu
me pertences...
Ao poeta Cruz e Sousa...
A poesia é interminável
Nasci Julieta infinita
Do nascer do Sol
Até o morrer dele
Filha de toda a inspiração
Cresci poética pelas mãos
Do negro que escreveu
No mar o soneto etéreo
A poesia é inefável
Nasci imperfeita, artista
Do tom da clave de Sol
Alçando a harmonia solene
Serva de cada excitação
Louca por tuas mãos
Feita das tuas linhas
Estrela suspensa
Que com brilho o mar ilumina
Cada vez que tu me olhas:
o teu olhar me arrebata, fulmina
Como as ondas do mar se integram
E tanto fazem com as espumas
Não que elas desapareçam,
Uma passa a pertencer a outra
- se revelam -
Assim é o mistério de amor
Que tanto me entrego...,
Passando assim a ser mais tua
Do que todas as nereidas desnudas
Que por ti passaram...
Contigo nos reúno, e nos possuo.
Dos meus dulçores
róseos
E tão carinhosos
beijos,
Tu carregas
de mim
Os mais lindos
sonhos;
Eu sei que tudo
requer tempo,
Amar requer
amadurecimento.
Dos teus licores
flóreos
Nascidos
dos nossos beijos,
Tu me enlevas
mais do que mil peitos
Sendo eu a pupila
dos teus olhos,
O amor não precisa
de que sejamos perfeitos.
Dos meus
carinhos totais,
E minhas
delícias ternas,
Tu me carregas
de mim,
Eu moro
em você,
E você mora
inteiro em mim;
Assim somos
mil primaveras
Em todas estações
- sem fim.
Que sejamos unos,
Indivisíveis e corajosos,
Tu me levando na garupa
do teu cavalo
Protegendo para sempre
a tua donzela;
De todo o mal e da crueldade
desse mundo.
Alegria dos Anjos refletida
celebrando nas águas do mar
barrassulensse é o gentílico:
desse povo que é poesia,
e acredita na força da vida.
Felicidade dos Anjos espelhada
desabrochando nas espumas brancas
Balneário Barra do Sul é o destino:
de quem procura encantamento,
e deseja manhãs brandas.
Vitória dos Anjos escrita
emocionando até os inocentes siris,
Aqui é um paraíso que Deus desenhou:
- o meu coração escolheu -
e alma se apaixonou.
Paradisíaca canção angélica
bramindo com as ondas do mar,
Cidade coroada por um litoral
- verdejante -
Para sempre eu hei de te adorar!
Tenho em mim
o frescor,
- está em mim
o odor
Bem nas minhas
pétalas
está escrita
a poesia de amor.
Tenho você em mim,
Por todas as manhãs
e tardes,
Pelas noites
e madrugadas...,
Tornei-me a safada
das safadas.
Maria sem vergonha
e despudorada,
Nasci assim: desavergonhada
Para ir
completamente além
E ser bem lembrada
como o teu bem.
Erótica sinestesia,
Eterna energia,
Pura poesia....
e emergência de amor!
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