Poema sem Amor Madre Teresa
Mas de vez em quando ergues-te ainda frenético, como esse velho de que se conta que fazia amor uma vez por ano....
O nosso amor-próprio é tão exagerado nas suas pretensões, que não admira se quase sempre se acha frustrado nas suas esperanças.
A fé é um condão. Mas o bom trabalho, no amor do ideal, dá a fé. Não há trabalho no sentido verdadeiro sem fé.
Por mais descobertas que se tenham feito nos domínios do amor-próprio, ainda ficarão muitas terras por descobrir.
Muitas vezes o amado desencadeia a força lentamente acumulada no coração daquele que ama. O amor é uma coisa solitária. É esta descoberta que faz sofrer.
O que mais me dói em ser um ser humano, é que por mais cuidado que eu tenha, eu sempre vou magoar alguém.
Acredito que a vida é muito bonita pra perdê-la se entregando aos dramas e tristezas… ERROS todos nós cometemos, aqueles que ainda não, ainda irão! E é preciso ter cuidado, quando começarem a se culparem demais. Pois essa atitude adoece o nosso espírito e nos deixa longe da possibilidade de sentir a conexão com a cura.
Supomos que a vida seja como aprender a andar de bicicleta, então, não devemos parar quando nos machucarmos, uma hora ou outra aprenderemos o jeito certo de equilibrá-la.
Tem certas coisas na vida que não temos o poder de impedir que aconteçam, mas precisamos treinar a nossa força para suportá-las.
Quando deixamos de exercer as iniciativas que a vida nos solicita, não temos o direito de culpá-la por estarmos numa situação indesejada.
Algumas pessoas não se preocupam se estão nos machucando, é mais importante para elas estarem se divertindo.
Antes que eu vá pra esse lugar que minha alma busca, quero deixar algo que esclareça a minha falta, os meus erros, a minha necessidade de vocês. Anseio para que vocês fechem seus olhos com a certeza que eu tentei ser melhor muitas vezes. Meu mundo muda de cor o tempo todo, o meu amor também, mas nunca deixou de ser amor. Essa estranha necessidade de ser amada que eu sentia de vocês, me acompanha ate hoje. Na minha vida eu não soube ser protagonista, todos vocês fizeram o papel principal, e toda vez que eu fugia não era falta de amor, era amor demasiado. Vivi com medo de sufocar quem eu amava. Porque era coisa demais aqui dentro que nascia, se tudo fosse colocado pra fora de imediato vocês se assustariam e fugiriam. Pois eu sei que de todas as formas de amor que já viveram, essa nunca tinham experimentado.
