Poema sem Amor Madre Teresa

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⁠O café me faz
companhia,
No abismo
o mundo
se encontra
E mesmo assim
nada te tira
da minha mente,
Do meu coração
perdi a conta,
Não paro de te
querer simplesmente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ouvir da sua boca
que o seu coração
pertence a mim,
será o canto
doce de revolução
que eu hei escutar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um coração romântico tem uma força
que ninguém tem o poder de derrotar,
e se você tomou consciência disso só agora:
daqui para frente seja, viva e transmita
o romance que mora em ti,
porque é exatamente disso que o mundo precisa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠E o coração em silêncio
repleto de delicadeza
embala uma primavera
que não tem mais
como ocultar do mundo,
ele assume desinibido
que por ti espera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quem deseja viver um
romance deve se
preparar para vivê-lo
(intensamente).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Faça do seu coração
a morada indestrutível
para abrigar todo
o romantismo do mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não há ninguém que
não esteja a espera
de um gesto romântico
que surpreenda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não engane e nem se engane:
se você tem a necessidade
de jogar ou seduzir,
pode ter certeza que não é amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Longe dos teus olhos
vivo no teu coração
como a tua Lua lírica
em meio a escuridão.

As estrelas instruíram
que as noites seriam
longas como todos
estão testemunhando.

Rocha em silêncio
inabalável no peito,
ciente que a paixão
nasceu anunciada.

Lua junto a Mercúrio
Júpiter e Saturno,
a tua espera no porvir
do Equinócio de Outono.

Do sequestro das meninas
da Nigéria o mundo cala
o nó na garganta sufoca,
e sem nada saber: tudo desespera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O frevo ferve, faz serão;

Sou a tua andorinha que faz verão.

Os corpos saem do chão,

O céu é tocado com as mãos:

Só no batuque do coração.



Tens nas mãos a minha sombrinha,

E eu tenho você em minhas mãos.

As estrelas em nossos caminhos

Não surgiram de versos vãos.



O frevo comanda o enredo,

A música vestida inteira de luar,

Vejo o meu lindo sol a brilhar,

Te tenho doce, carinhoso e ledo,

Dançamos livres do medo.



O mar que abençoa o povo,

Faz o ritmo do frevo,

Molhando os nossos passos,

E sabe de todos os segredos.



O amor é o estandarte

Que nos credita o frevo de amar

- e sem fim -

Eu sei que você me quer,

E que foi o frevo do

Destino que te trouxe para mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Visto-me com a tua pele,

Não estou mais nua,

No ambiente fúcsia,

Só a tua voz amaina,

A nossa rima se insinua;

A luxúria não enrubesce,

Sou inteiramente tua,

A carícia amacia,

Emana a fantasia,

A fragrância de ternura.

O teu domínio aquece,

A noite é uma criança,

A brincadeira atiça,

Somos uma prece profana,

Carinhosos numa só volúpia,

A chama que não se esquece,

Sinfonia que se sussurra,

A tua virilidade, estimula;

No ar a fragrância que excita,

Urgente em plena fervura,

Nada nos fenece,

Nos teus contornos submersa,

O Sol se entrega à Lua,

Num baile de fúria mágica,

O teu charme comanda, manipula.

Quando existe amor, nada perece,

O nosso toque é perene, enfeitiça,

A tua presença eriça;

O nosso giramundo, doce primícia.

O nosso amor enobrece,

Tomados por nossa lúcida loucura,

A nossa aspiração é nada contida,

A nossa ginga passa da hora,

Eroticamente corretos

- nada mais nos importa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Quando a vida
está em jogo
ou em debate
não existe
inversão
de valores,
ou é ou não é.

Não existe vida
menos vida,
existe vida
pós a Mídia.

Ela sempre ela,
a Mídia sempre
acaba dando
o contorno
que deseja,
sabendo disso
não entre
nessa roda viva.

Não se banaliza
a vida e nem
se barganha,
apenas se respeita.

Em linhas julianes
para escrever
o rumo da história,
com crença mariellina
essa é a postura intuída
que cada uma adotaria.

A poesia honra
os quê se foram,
e lutam por todos
para que não se
vão e permaneçam.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ondula a notícia
De justiça,
Tal qual as ondas
Do oceano,
Que digam o sim
À história
Sem nenhum engano,
Ele não é meu,
E muito menos seu,
Ele é do povo boliviano.

Desejo o correto,
Que é devolver o mar
À quem é de direito,
E que ele venha inteiro.

Ao Grande Chefe a glória,
Aos libertadores a reverência,
Não descanso e nem deixo descansar
Quem insistir em dizer
Que a Bolívia nunca teve mar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mar subtraído desde
a Guerra do Pacífico ainda
não foi ao povo devolvido.

Ninguém pode negar
que a Bolívia soberana
nasceu para navegar.

Não há poeta que não
tenha entregado
a sua vida ao mar.

E prometi a mim mesma
quando ele for devolvido,
será nesse dia que ali
junto ao povo vou estar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nem que seja a última
canção que eu escreva,
Por você sou capaz
de escrever até no teto
do meu quarto mesmo
sem poder sair
para ver as estrelas:

Os meus beijos
envio no formato
de mil e diários poemas,

No oceano Rapa Nui
de minhas letras,
cada verso são minhas
escamas de sereia;

Por premonição vejo
você estacionando
o carro com o mesmo
tamanho de Makemake,

Somos proximidade
e inseparáveis,
sutil atmosfera que
fisicamente não existe,
porque antes de tudo
isso acontecer
pelo Universo
estamos destinados
a dar certo neste
caminho pela Lua
iluminado e cheio
lugares estrelados,
não nascemos
para viver separados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Órbita osculante
que teima
em buscar
pelos teus lábios,
Na testa a Lua
que cheia
desponta no céu
que se reabre
em alfarrábios
de estrelas,
asteróides e cometas,

Como discreta
presença Ceres,

Chama poética
entre mil mulheres,

Canção de amor
que os teus lábios
jamais hão de perder;

Surgida para contigo
não para apenas estar,
e sim para permanecer,

Como deidade
tu há de ser meu,
e o meu coração
tu há de adorar
como fosse o próprio teu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Olhando para o relógio,
para a minha janela
e para o calendário
em busca de um sentido
para viver eu fiz
uma viagem no tempo,
onde as sementes
das árvores de 1971
foram espalhadas,
e eu que sempre cantava
"Imagine" para você,...

Sem querer me peguei
dançando com os olhos
fechados pela sala,
como se estivéssemos
naquela festa colados
ignorando o mundo
vivendo o nosso
particular espetáculo;

Nesta noite profunda
de luar prateado,
remexendo a memória
do passado do país
onde nós dois éramos
os únicos habitantes,
e nunca imaginávamos
que nos tornaríamos
dois despojados errantes,...

Por você ainda sobrevivo,
danço e canto por mais
que esta noite profunda
tente o meu sorriso
apagar e a minha fé
na vida comprometer,
você pode vir a não
ficar comigo como
de fato aqui não está,
sei que este poema
ninguém há de apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não tem feito
diferença entre
o dia e a noite,
o importante
é que eu canto,
acendo a luz
das estrelas e da Lua
esperando algum
dia ser só tua,...

A vida não está
fácil para mim,
para você
e para ninguém,
o importante
mesmo distantes
sabemos que
a gente se tem;

Na hora certa
eu sei que tu vens
quando menos
a gente esperar
tudo o quê há
de se encaixar,
vai encontrar
o seu devido lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na écloga dos passos
dos pastores levando
os seu rebanhos nos campos
da Humanidade onde
neste mundo as dúvidas
não descansam sem
nenhum quartel,
Faça dia, noite, chuva ou sol,
sigo em frente parada
no mesmo lugar
à espera quando você
virá com o teu corpo
feito de estrelas
e eu toda vestida de luar,
para a gente se encontrar,
ser nós mesmos
sem interferência
e sem interstício se amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A tua energia
de telhado
sob medida
que movida
a luz solar
tem feito
todo o dia
o mundo girar,

És todo meu
e o destino
não há de negar,
o amor está
a galope
e no caminho,

Não será
preciso
me esforçar,
Você virá
me encontrar,
Porque
o teu coração
me elegeu;

Tua a sonhar
esperando
o sono chegar
para viver
o sonho teu
de ser meu,

E até você
chegar para ficar,
quando anoitece
prefiro apagar
as luzes,
para olhar
das janelas
da casa
a Lua
e as estrelas
para ver
o tempo passar.

Inserida por anna_flavia_schmitt