Poema sem Amor Madre Teresa
Reflexo
"Nos formamos, como somos.
Por isso,
Ensinamos como Aprendemos
E Absorvemos, como Observamos."
O primeiro passo não te coloca onde queres, mas tira-te de onde estás.
Tudo parece ousado
Para quem a nada se atreve.
Sois o leite da bondade humana.
A luz do meu mundo sombrio.
Sem vós, a vida é um deserto.
E convosco é o universo em expansão.
Um ermo pavoroso. És um jardim de jasmin e és uma fénix que renasceu das cinzas. És uma força da natureza
Voando na vida,
Viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças.
Se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Viver a vida, voando no tempo.
Com quantos anos eu viveria?
Era uma vez a mais linda das estrelas no céu...
Ela era a mais bonita mais se sentia solitária e vazia por dentro como um vaso vazio "calada como um cemitério"
Calma como o mar
Linda como uma rosa na primavera
Com um coração frágil como o vidro
A tristeza dela era como uma tempestade
A mente dela é como um furacão todo bagunçado.
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A vida é como o vento passa ligeiro
O tempo é como mágica,clima tropical vive mudando
O céu é como noite a única diferença são as estrelas e a Lua e o sol tão distantes apenas um amor a distância
Aquele que é mariotte do destino nunca vai encontrar a verdadeira felicidade na vida.
Quando sofremos o preconceito
Acompanhado de risada
A indulgência do sujeito
É nos culpar, como piada
Entenda por que é tão tóxico
Essa pobre alma perturbada
Não conhece seu próximo
Precisa rever sua caminhada
Mas, nunca baixar a cabeça
Não é sinal da nossa fraqueza
Batalhar e vencer desavença
Sempre foi nossa riqueza
Seja na lavoura ou tecnologia
Seja sertão, campo ou cidade
Desse povo não se duvidaria
De toda a sua capacidade
Encaramos todas as dificuldades
Enfrentamos sem medo o destino
Nos dá força, orgulho e felicidades
A honra de nascer nordestino.
SEMEADOR
O poeta semeia palavras
Como quem joga cinzas ao vento
Colhendo seus poemas
Nas entrelinhas do pensamento.
Jogaram um pedaço de papel
Na dança das águas desse mar
A folha sobreviveu
Apenas pra contar
Que as letras escritas dissolveu
Pedaços, sumiram junto ao mar
A imagem sobreviveu
Apenas pra eu cantar
Aquela canção que estava lá.
você me fez sentir algo que
jamais sonhei
um cargo na minha vida
que nem sei
tudo que sei e que
você e meu mundo
minha luz na escuridão
meu sol no amanhecer
mas eu nem sei...
nem sei se e possível
um amor diferenciado
um amor colorido
sempre unido
o amor nunca mente
porque foi o cupido
o culpado de tudo isso
sempre inteligente nunca
muito diferente
Ser criança é não ter a ânsia de querer ser...
É viver sem se comprometer
com a realidade daqueles que nada são
Não vivem
Não sonham
Não têm imaginação
Ser criança é não se
Contentar com a monotonia
Do mundo...
Com a falta de graça,
de cores, de rumo...
É aproveitar a vida
Cada segundo
(...)
Ser criança é sorrir
Com as coisas
simples da vida
É ter o coração livre
E amar sem medida
FLORES, Leandro, 2017
Os pensamentos de um homem sábio.
Se uma pessoa consegue mudar e evoluir, o mundo também consegue mudar e evoluir.
Muitas vezes já estive sem dinheiro, mas nunca fui um homem pobre.
E precisamos todos mudar o mundo para melhor, porque o planeta está a mudar e a mãe natureza a mandar sinais e avisos constantes do que vem aí se não fizermos nada e as próximas gerações irão sofrer as consequências por causa das mudanças climáticas.
O inverno nos agasalha em volto das lareiras e eggnogs natalícios, bourbon com músicas de natal e filmes de halloween, envolvendo flocos de neve em cima das taças cheias de vinho.
A sabedoria aliada à simplicidade de um poeta romancista e visionário .
De todas as perdas o tempo é o mais irrecuperável porque nunca se pode reaver. O esplendor das manhãs sentido a neblina e o cheiro único do café e a noites apaixonantes olhando para o universo em expansão até aos seus confins.
"O vento à espreita,
me encontra só,
como um resoluto esteta,
que contempla luas de quarto-crescente
com algodão doce na soleira.
E assim,
O caos se aquieta.
Em livros e poemas,
busco a companhia de palavras,
para atravessar o ciclo
e alcançar a revoada."
DANÇAR UM BOLERO
Maria Laura Flôres
Não quero ver o mundo
Desse jeito
Não quero pensar
Que tudo é mesmo
Como eu vejo
Quero esquecer
De toda essa realidade
Deixe-me pensar
Que estou
Que estou simplesmente
Dançando um bolero
Em busca do passo perdido
Sigo, sem pressa, determinada
Às vezes me parece escondido
Noutras à vista estampada
Mas passo, compasso, vazio?
Me diga, tenho até calafrio
No eventual silêncio
Pode estar o mais lindo rodopio
Eureka, encontrei o oculto
Entre rimas, até melodias
Eis que avisto o astuto
Cá dentro, bem lá no meu peito
LAURA FLÔRES
25.07.24
O tempo
O broto puro da terra sai
Enquanto a folha madura
De velha e triste se vai
No louvor de sua altura
O tronco se entrega à escuridão
Deixando felicidade alguma
O lento e súbito clarão
Dos anos que a terra consome
Do belo à sua podridão
A implacável fúria invisível
Ainda viva enquanto dorme
Faz o silêncio audível
O furacão que o céu tocava
Vai do branco ao torto cinza
A uma brisa fria que se acaba
E o destino que se realiza
Ergue a tumba de sua era
Velando a dor que avisa
A doce morte e sua adaga
Ao que um dia do sol vivera
Fadado agora à eterna amargura.
O céu
A noite solar, o dia lunar
Água de prata ao mar
O vento que voa frio
O raio que nuvem partiu
O crepúsculo aos olhos
Resplandece as rochas negras
E os que desciam mórbidos
Ascendem às doces sedas
A suprema obra majestosa
Que tudo alcança, tudo vê
E a ti, nu, faz à mercê
De uma vasta nuvem gloriosa
As harpas da deusa estrelada
Cantam às flores azuis
E a bela deusa dourada
Fulgura em seu leito de luz.
O Vazio
Fala pra mim, ó vazio
O que é que tu tens
Que faz de todos bens
Um nada mais que vil
A letra já é numero
O papel já é manchado
E a mancha já escura
Faz do nada algo bordado
Num ombro todo o ouro
No outro a beleza
No meio nenhum louro
Só a nuvem de tristeza
E na longa estrada que desce
Guiado por ti, podre vulto
O ser outrora culto
Fecha os olhos e obedece.
O Herói
Os tambores da luta gritaram
E os sinos da terra tocaram
Dos deuses a grande fúria
Veio o fim da eterna injúria
O menino da nuvem nasceu
Com a adaga divina em mãos
E quando a sombra cresceu
Lutou ao lado de irmãos
As árvores da vida choravam
E os rios da morte cantavam
O lobo noturno era atroz
E a flecha de fogo veloz
O homem do menino veio
E a adaga à espada luziu
O mal que era inteiro
Tornou-se um fraco vazio
As lanças e escudos se ergueram
A esperança num belo clarão
Os ossos das trevas tremeram
Perante o poderoso guardião
Por anos lutou pelos campos
Montanhas do medo livrou
Por mares e rios navegou
Quebrou os mais altos encantos
Dos reinos tomou a coroa
Dos homens virou o senhor
Da era tornou-se a proa
Das sombras tornou-se o terror
Mas o tempo sua glória abalou
Na vasta planície de ouro
Sua última batalha lutou
E sucumbiu a coroa de louro
Seus feitos e honra viveram
E o herói foi sempre louvado
Como o rei do trono dourado
Cujos anos nunca morreram.
O Anjo Negro
Anjo negro, estrela do crepúsculo
Fala agora onde estás
Tira minha alma desse reduto
Pois somente tu me alegrarás
Estende tua mão agora
Tira de mim esse peso
Não deixa que nasça a aurora
Mata esse medo
Por sobre o chão de pedra negra
Eu logo hei de caminhar
E a luz que passa a fina seda
Com minhas mãos hei de apagar
Me envolve em teu abraço
E me dá com a adaga forte
Faz do meu passo
A casa de tua sorte.
