Poema sem Amor Madre Teresa
VIDA...
Se tudo isso é só um sonho,
Eu sou só mais um pesadelo tristonho,
Um ser esquisito,
Que foi mandado para conhecer o infinito
Conheceu o amor,
Conheceu a dor,
Conheceu a amizade,
Conheceu a lealdade,
Encontrou a paixão,
Despedaçou seu coração,
Chorou De emoção,
Gritou na escuridão,
Diante de sua cruz,
Enxergou uma luz,
Fez uma oração,
Conseguiu o perdão,
Retomou sua vida,
Reconstruiu seu coração,
Sem ódio, sem ilusão,
E mais uma vez encontra a paixão,
Dessa vez era real,
Pois seus sentimentos não era normal,
Uma pessoa diferente
sim, atraente,
Mas em seus olhos avia algo ardente,
Algo que me conquistou facilmente,
E assim vou seguindo diariamente,
Sempre olhando para frente,
Pois sei que seu um dia eu parar,
Alguém vai ira me encontrar,
Me apoiar, me levantar,
E Me empurrar
para que quando o fim chegar,
Lá todos nós podermos nos encontrar, nos abraçar
E esse poema podermos em fim, terminar....
Vozes do Brasil
Gritos das matas do Brasil
Palavras que a cidade nunca ouviu
O choro inquietante
que preenche o azul anil
Do verde que pouco resta
Nossa vida, nossa pesca
O que a mata tem pra nos dar
voce veio para nos tirar
A revolta vem armada
Na estrada interditada
no arco apontado
com a flecha afiada
Ainda assim você não vê
que eu sou como você
passo cede, fome e frio
para lutar pelo meu Brasil
A sua dívida histórica
que insistem em ofuscar
do amarelo ouro que levaram
do que era o meu lar
Vieram la do mar
para meu povo escravizar
minhas terras demarcar
e minha cultura dizimar
Só pedimos uma parte do meu lar
E o homem "civilizado"
há de pré julgar que é meu povo que vive
sem ao mínimo trabalhar!
Quando é que vão perceber
que só tendem a perecer
destruindo nossa cultura
sem ao mínimo conhecer?
E mais uma vez ninguém ouviu
as vozes das matas do Brasil...
De tuas roupas roubo teus seios...
Acariciando-os com intensos beijos...
Deixando-me completamente louco...
Enquanto abres para mim...
a Flor dos meus Desejos...
Pensamentos vãos
01:54,
Noite quente,
Vazio estridente,
De um pequeno quarto.
Passaram-se 3 minutos,
90 segundos,
Que se parecerem horas,
Onde a mortalidade atormenta as mortais hordas.
Um homem,
Talvez não tão homem,
mas tão mortal quanto os outros homens,
pensa no hoje e no ontem.
Pensou no que teve,
no que já perdeu,
no que talvez nem existiu,
verdades ou mentiras que leu.
Morre por seus pensamentos,
como a cada dia já morreu,
apenas para acordar no outro dia,
e perceber que infelizmente não pereceu.
A descoberta da luz
O que é uma luz no meio de tanta escuridão?
Uma luz, claro.
Mas quem é você, a luz pergunta para si mesma?
E ela, convicta, responde: sou aquela que ilumina o que não está claro e embeleza aquilo que está encoberto. Sou aquela que abre caminho. Sou aquela que dá visão. Sou uma luz.
É, uma luz.
INFÂNCIA AMIGA
Quando recordo os tempos,
Do cheiro da terra molhada
Lembro dos meus amigos queridos
Que partiram nessa longa caminhada.
Brincadeiras de crianças,
Corre corre no chão,
Sem asfaltos ou mesmo prédios
Era assim o cenário da emoção.
Desfrutamos de pura amizade,
Na infância assim marcou
O que outrora passamos juntos,
E nessa vida foi o que restou.
O futuro veio à galope
Deixando tudo para trás,
Mas o que jamais passará
É a doce e terna lembrança,
Dos risos, das falas de crianças,
Onde almas marcaram,
Resistindo ao próprio tempo
Apagada jamais será.
Numa noite clara de natal a lua brilhava, a esperança me voltava
É quando todos meus sonhos impossíveis se tornam possíveis
E então eu percebo que Deus esta ao meu favor
Quando me deparo com uma rara noticia a qual (ela esta só)
Meu coração se enche de emoção, como posso eu conter as lagrimas desta lúcida paixão.
A lua brilhava novamente anunciando que nada estar perdido
E eu aqui tão só a idealizar como seria estar abraçando meu lindo amor
Que se foi há muito tempo e agora ressurge numa Sórdida e fria noite
Quisera poder te amar, no entanto já estou partindo
Em busca de uma nova aventura, de um novo romance
O qual não me deixe triste, chorando a imaginar meus lábios a te beijar
O que realmente não existe entre dois corações minha alma vaga a procurar, e um dia há de encontrar
De todo o brilho do ouro,
Prefiro o do seu olhar.
De toda beleza das pedras,
A sua, encanta em observar.
A raridade do seu sorriso,
Mostra a preciosidade e o seu valor.
Fazendo desabrochar o encanto,
Como pétalas de uma flor.
Já não sinto gosto na tua comida,
O simples sal, já não me satisfaz.
Pálida, sem o tempero que alucina,
O teu sabor, para mim, já tanto faz.
Ser humano, ser humano. por que ser tão falso?
Por que tão desumano?
Por que machucar tanto?
A ganância que tens, o mal que o corrompe.
É o sistema, o dinheiro...
Ou as coisas da vida? Que de tanto o açoitarem,
Não deixou fechar ferida.
Ser humano, ser humano. O destino o aguarda.
Faz aqui e te prepara pois o pagamento não tarda
O vaso ruim não quebra. Mais uma hora se desgasta.
Oh ser humano, um dia quem sabe tu aprendes.
Que o bem não é comprável, que o capital vale tanto quanto o mais precioso bem vil. e que quanto estiveres aos prantos.
Sou eu que o levanto, e com encanto anuncio.
Que o ser, humano. Está na simplicidade, que reside junto a bondade, e alastra-se lentamente por onde anda sua tristeza, então aprenda que não é com riqueza que se conquista a nobreza.
Nunca pensamos que fossemos capaz de sonhar
Nunca pensamos que fossemos capaz de fazer
Nunca pensamos que fossemos capaz de agir
Nunca pensamos que fossemos capaz de mudar
É... Acordei saudoso do ontem,aonde a respiração
e admitida pelo carburador e o sangue era
bombeado pelas mangueiras de combustível e o
desejo de estar com você era imprimido na aceleração,e o coração era o cilindro em combustão de ar, combustível e fogo.
Noites longas, noites frias o vento gela.
Minh'alma esfria.
A realidade me amedronta nas calçadas ao relento.
Não há esperança, não há sonhos, só pesadelo de olhos abertos,
se não espero então não vivo. sofro calado aqui na esquina.
Estou com fome, tenho sede;
Sou o que vejo Sou sofrimento.
Se me olham viram o rosto; estou sujo e fedendo,
fecham os olhos e sentem nojo da minha indigência!
Em quem esperar? Se a esperança estou perdendo! Estou morrendo no cimento.
socorro!!! Eu grito, ninguém me escuta, então me calo e me sufoco em soluços.
Os meus vizinhos são a morte e a depressão, que mesmo eu não querendo eles insistem em me fazer companhia;
Na rua ou na esquina, ali na ponte ou no esgoto, assim eu vivo, assim pereço!
Sou assim: Um cidadão sobrevivente na rua...
Meus caminhos estão sendo feitos por lugares que eu não sei se vou conseguir ir. Havia momentos no passado que eu podia ter sido melhor do que eu imaginei ser, quanto tempo eu perdi, creio ter perdido até mesmo as chances para o amor. Esperamos tanto por algo, nossos corações vão murchando, eu sinto tanto não ter plantado nada pra que eu pudesse colher.
Tudo que deixarei é uma vergonhosa jornada, eu pensava tanto sobre o tempo , hoje vejo minhas mãos tão velhas e doentes , escrevendo algo, nuvens não são mais de algodão, sonhos com o que posso sonhar agora, o que me resta afinal?
Não há mais cor nesses dias, quando criança havia tanta magia, hoje só mágoa e agonia, vida eu lamento por ti , te chamei de minha e esqueci de te amar.
Ela surge em meus sonhos
Meu silêncio retorna
Ela é dona da noite
Senhora das minhas fantasias
Me diga se é um anjo
Brinca com minha mente
Me toma com tanta força
Que eu penso que isso é real
Meu arrepio mais doce , sinto me bem
Em tua presença, doce menina, estou
Mulher que me assombra
Mistério estranho, é reflexo é noite.
E que saudades eu sinto quando não sonho , sinto me vazio, tento fazer um sono forçado, ela surge quando bem quer , quando não estou mais procurando.
Cigarro
Na noite serena
Não vejo a lua
Só vejo a luz, da brasa que cura
Entre algumas tragadas, só vem o desejo
Talvez seja a “vida”, que eu tanto anseio
Um, dois, três cigarros, será que é desespero
Ou então, só mais um de meus medos
Em meio aos meus dedos
De forma alguma, eu manifesto
O desejo incansável
De descansar junto à meus versos
