Poema Quase de Pablo Neruda

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⁠O 'quase' é uma mentira que inventamos para proteger o nosso ego. Não queremos aceitar que fomos rejeitados e, por isso, criamos vários 'quases' ao longo de nossa vida

E ela tinha sonhos que pareciam impossíveis, quase inatingíveis, tão distantes, tal qual as estrelas no céu.
Teve fé e esperança. Jogou tudo para o alto e o que voltou para ela, valeu a pena... Semeou e agora aguarda a colheita, e esta não será pequena e ficará destinada à eternidade.

Felicidade não é sentimento, é escolha, quase ninguém se deu conta disso… não depende do outro nem de circunstâncias…

Aquele que é extremamente habilidoso e consegue ocultar quase cem por cento de suas habilidades é tão perigoso e eficaz quanto habilidoso.

A felicidade é o contentamento no dia de hoje, por esse motivo pessoas que não tem quase nada ainda sim se sente feliz pois não espera nada de ninguém mais desfruta bem seu presente chamado (HOJE).

“Sempre observo em silêncio, mas quase nunca tenho o que dizer. Esse vazio me consome em uma penumbra de dor.”

Oportunidades são únicas, elas vêm mas quase sempre não voltam, então aproveite-as, decisões devem ser tomadas, ausência delas também é uma decisão.

A INVEJA, é O PERFUME do Fracassado, que não tem Talento pra Nada, ou quase Nada. Certo ou Errado? Rolemberg.

Quem deseja alcançar o que poucos alcançam, precisa ousar fazer o que quase ninguém faz.

Alcança quem poucos conseguem chegar quem tem a coragem de seguir por caminhos que quase ninguém ousa trilhar.

Hoje em dia, muitas pessoas pensam só no próprio benefício. Na vida pública, a lealdade quase não existe

Sonhar é se entregar á grandeza do quase, por meio da fé tornar real, atribuindo do próprio cunho peculiaridades do coração sonhador.

Sou um redemoinho de emoções e sensações que muitas vezes quase vira furacão.

A queda dos grandes, nas histórias antigas, quase sempre começa pelo excesso de si. Reis que, ao se julgarem deuses, perdem o trono. Anjos que, ao desejarem ser a própria luz, caem nas trevas. Sábios que, ao se apaixonarem pelo próprio saber, afastam-se da sabedoria.

“A vida é uma escada de fases. A cada etapa, novos degraus surgem diante de nós — e, quase sempre, o primeiro é o que mais exige coragem.”

⁠A virada de um ano para o próximo frequentemente ocorre quase imperceptivelmente, marcada apenas pela alteração na data do calendário e, talvez, pela consciência do desgaste físico. A renovação real ocorre quando escolhemos nos transformar, adotando novos comportamentos, novos pensamentos, nova linguagem e novos sentimentos. Assim, podemos afirmar que teremos, de fato, um ano novo!

Renascido da poeira que se assentou, algo novo começou a brotar. Uma chama tênue, quase imperceptível, que se alimentava da dor e da redescoberta de quem eu sou. O que restou de mim não é mais o reflexo de quem eu era ao seu lado, nem o eco de seus desejos. É uma essência forjada na superação, no aprendizado e na coragem de seguir adiante. Cada cicatriz conta uma história, e cada lágrima derramada regou um jardim de força interior. O que hoje sou, com minhas falhas e virtudes, com minha melancolia e minha esperança renovada, é apenas meu. E com a certeza de quem se reencontrou, afirmo: o que restou de mim, e o que ainda florescerá, não será mais seu. Será meu, exclusivamente meu, um testemunho da resiliência de um coração que, apesar de partido, aprendeu a amar-se novamente. E nesse novo caminho, encontro a verdadeira força de um amor que nunca se apaga: o amor próprio.

Todos nós avançamos quando escolhemos aprender exatamente no lugar onde quase desistimos, transformando desafios em maturidade e limites em novos começos.

A desconfiança é o algoz do coração, procurando desfazer sentimentos quase perfeitos com a falta de conhecimentos;

Não te obrigues a amar quem, por algum motivo, gosta de ti. Se esse motivo se esgotar, é quase certo que não terás defesas para evitar o sofrimento. O afecto forçado não cria raízes e, quando a base desaparece, o vínculo cai com ela.
Amar deve ser escolha consciente, não resposta à conveniência, à pressão ou à carência. Onde não há vontade genuína, há apenas adiamento da dor.