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Poema Quase de Pablo Neruda

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"Esse vício de eternidade que a gente tem."

Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.

Nunca percas a esperança.
Haja o que houver, permanece confiando.
Se tudo estiver contra, e o insucesso
te ameaçar com o desespero,
ainda aí espera a divina ajuda.
Somente nos acontece o que será de melhor para nós.
A lei de Deus é de amor.
E o amor tudo pode, tudo faz.
Quando pensares que o socorro
não te chegará em tempo, se continuares esperando,
descobrirás, alegre, que ele te alcançou
minutos antes do desastre.
Quem se desespera
já perdeu parte da luta que irá travar,
avançando prejudicado.

Eu que digo
Amo quando você fala baixinho no meu ouvido, adoro quando você me beija no pescoço. A sensação é ótima. Você sabe só o seu olhar me deixa louca. Seu sorriso seu jeito meninão. Foi isso que me conquistou em você. Só você sabe o jeito certo de conquistar. Só você sabe do que eu realmente gosto. Sabe o único jeito para me fazer rir nas horas tristes.
Você me leva nos melhores lugares, me faz ver coisas que não vejo. Sabe o que realmente eu gosto, das cores dos livros, das danças. Sabe de tudo, pode não gostar, mas me leva só para me ver feliz. É o cara perfeito, não para os outros; para mim. Eu que tenho que gostar de você, eu que tenho achar certo o errado você.Sou eu que decido se continuo ou se para.
Sou eu que digo que TE AMO …..

Olhe para si mesmo

Sempre haverá uma fração de você em mim.
Só o tempo sabe o quanto eu me dediquei ou o tanto que eu estimulei os meus pensamentos para poder olhar para o outro lado e enxergar as coisas de uma forma diferente, mas positiva, em busca da concentração necessária para encontrar a paz e descobrir um novo mundo. A dor é uma fera difícil de ser domada, ela é comum a todos, mas podemos através dela aprender e construir expectativas que nos levem a caminhos que nos realizem.
Quantas vezes eu caí, sofri e me agarrei com a solidão? Quantas vezes eu ignorei o meu coração, ou fiz escolhas erradas!
Olhe para si mesmo, levante a cabeça, encare a sua guerra interna com coragem, de vez em quando olhe para o antes, mas foque no depois, lute, conquiste, cuide, acredite e ame a si mesmo e a quem estiver do seu lado.

Cruzamentos sem acidentes

Nossas vidas se cruzaram e foi bom enquanto durou,
Nunca subestimei o amor, ninguém foi substituído, guardo num cantinho dentro do meu coração cada carinho recebido,
Nem o destino e nem o tempo são culpados, não á culpa,
Fizemos uma troca, sem a necessidade de questionamentos ou respostas profundas,
Nossas vidas se cruzaram, e é tão bom relembrar esses momentos, me faz um bem danado!

"Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu cuidado".

( "Formosa Lindomar" in: "Rachel de Queiroz". Agir Editora.)

A maturidade também se expressa no que pedimos.
Outro exemplo simples. Uma pessoa fumou a vida inteira,
nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado
momento, descobre que tem câncer. Então se
coloca a pedir a Deus um milagre.
É justo?Adoença não nasceu das escolhasque fez?Será
que Deus tem como mudar os destinos de nossas sementes?
Ele não estaria desrespeitando a nossa liberdade? Tenho o
direito de querer colher o que na verdade não plantei?
Acho pouco provável. Há um jeito mais interessante
de pedir a Deus um milagre: mudar de atitude, antes que
nasçam as doenças.
O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e
mãos humanas. Aquilo do qual cuido hoje, mediante a experiência
de minha disciplina, é o milagre que Deus já me
reservou. O que deixo de fazer, ou o que negligencio agora,
poderá comprometer o bem a que Deus já me destinou.

O Deus Brincalhão

Ninguém pede para nascer.
A vida nos é dada por um ato de amor.
Os românticos o afirmam.
Será ? Indagam outros.
Castigo cruel, replicam outros mais.
Mas o que é a vida ?.
Aos simplistas, uma corrida cujo final
já sabemos desde que essa
aventura fantástica se inicia,
ao chorarmos nos braços de nossa mãe, extasiada.
Morrer é fácil; viver é difícil, já o disse o Filóso.
Seguir vivendo, esse o nosso destino.
E vivemos, vivemos, vivemos.
Há momentos em que pensamos possível seguir
continuamente adiante. Afinal, não pedimos
a vida. Agora que nos afeiçoamos a ela , retirá-la
sem o nosso consentimento seria injusto, cogitamos .
No fundo, sabemos que garantias não há. Melhor não nos iludir.
Aceitar, é o que nos resta. Mesmo que, por algum capricho,
muito longe já estivermos.
Pois o tempo, que é a medida de todas as coisas,
não se esquecerá de você, meu amigo, e, como um Deus brincalhão, chegará sorrateiro para lembrá-lo que outros aguardam para ocupar o seu lugar e também enfrentar esse inominável desafio que é viver, sem ter pedido.
Mas, o que é a vida ?

INGRATO AMOR
Tu és ingrato Por sair da minha vida
Quem te deu este direito
De sair sem despedida
Este amor que era lindo
Você decidiu romper
Mas antes de tudo isso
Deveria ter lembrado
Que primeiro precisava
Me ensinar a te esquecer
Eu nem tento te encontrar
Porque sei vai ser em vão
Você já me esqueceu
Outro amor apareceu
Neste seu ingrato coração
Não te peço pra voltar
Você deve ter razão
Porque eu não soube amar
Mas se um dia tu voltares
Vai encontrar guardadinho
O amor e o carinho
Deste relutante coração

Amizade...

Quando um amigo se afasta de você
por algum motivo,
Dê um certo tempo a ele, a vida vai mostrar
o caminho que vai trazê-lo de volta
Não cobre, apenas aguarde.
O amor consiste em liberdade.
Amizade, quando verdadeira,
dura pra sempre!

A SOLIDÃO

Eu escutei uma canção que falou muito ao meu coração, dizia que a solidão é fogo, a solidão devora, é amiga das horas, prima-irmã do tempo, que faz seus relógios caminharem lento causando descompasso no meu coração.
O que diria eu dessa canção!
Diria que a solidão é realmente fogo, fogo porque nos atormenta, por que não encontramos nela alguém para refrigerar o nosso coração com palavras suaves.
Realmente a solidão é fogo que nos faz deixar em cinzas, nas cinzas da concepção. Eu devia também como a canção que ela devora, devora o que temos de bom para da ao nosso próximo, devora a capacidade de sociabilização com nossos amigos, parentes e irmãos, dura solidão, como diz a canção amiga das horas prima-irmã do tempo.
Certamente quem vive em solidão caminha por uma estrada que não chega ao fim, os momentos que passamos em solidão é como uma eternidade vivida em momentos finitos que parecem não ter fim, finalmente a solidão causa um descompasso no nosso coração, que canção, realmente a solidão causa um descompasso no nosso coração, que canção, realmente a solidão rasga o nosso coração, entristece a alma, tira os sentidos das emoções, como é cruel essa tal solidão.

Amor apaixonado


Como não te amar
Como posso não te querer
Se depois que te conheci
Parei de chorar e sofrer
Se todo gesto de carinho que recebo
Sempre vem de você
Talvez você não saiba...
E nunca chegue a saber...
Mas acho que estou começando
A te amar pra valer,
Porem reconheço
Que te amar é errado
Mas não tive culpa
foi um amor inesperado
ironicamente uma simples amizade
Transformou-se nesse amor apaixonado.

Quando estás cansada e desalentada
porque não sabes o que dizer e fazer,
Deus sabe que tu tentaste, te esforçaste
para fazer o melhor possível à luz do teu entendimento.

Quando choraste por longos tempos e
com um coração de criança assustada
tentaste ser melhor e entender ,
Deus contou as tuas lágrimas,
uma por uma, nenhuma se perdeu.

Quando te sentes só,
porque não te sabes com quem identificar,
e caminhas pela vida como uma criança perdida
Deus está caminhando de mãos dadas contigo.

Quando algo te tras alegria
e sentes conforto e bondade,
Deus está a sorrir para ti.

Onde queres que estejas,
faças o que faças, erres ou acertes,
mesmo que ninguém mais saiba,
Deus está contigo,
porque sempre esteve e estará, ele nunca se ausenta de ti.

Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
(Heterônimo de Fernando Pessoa)

Ainda Não é o Fim

Escondo o medo e avanço. Devagar.
Ainda não é o fim. É bom andar,
mesmo de pernas bambas. Entre os álamos,
no vento anoitecido, ouço de novo
(com os mesmos ouvidos que escutaram
“Mata aqui mesmo?”) um riso de menina.
Estou quase canção, não vou morrer
agora, de mim mesmo, mal livrado
de recente e total morte de fogo.
A vida me reclama: a moça nua
me chama da janela, e nunca mais
e lembrarei sequer dos olhos dela.
Posso seguir andando como um homem
entre rosas e pombos e cabelos
que em prazo certo me devolverão
ao sonho que me queima o coração.
Muito perdi, mas amo o que sobrou.
Alguma dor, pungindo cristalina,
alguma estrela, um rosto de campina.
Com o que sobrou, avanço, devagar.
Se avançar é saber, lâmina ardendo
na flor do cerebelo, porque foi
que a alegria, a alegria começando
a se abrir, de repente teve fim.
Mas que avançar no chão ferido seja
também saber o que fazer de mim.

Aos amantes não amados, não um conselho, mas um intento amoroso.
Abandonar as roupas usadas e ousar novos caminhos. É um desperdício deixar o burrinho interminável da teimosia, roubar a preciosidade da solidão e do silêncio. Não há por que ter medo.
É bom ficar a sós e reconstruir com pedras e enfeitar com flores os sobrados que se desmancharam por aí. Talvez não fique igual. Talvez seja melhor que nasça diferente.
As comparações podem ser corrosivas do metal nobre da escultura em modelagem ainda frágil. Não há pessoas iguais nem sentimentos iguais. Há novas tentativas, novas formas de descobrir e dar significado a um rosto que era só multidão.

Com os Mortos

Os que amei, onde estão? Idos, dispersos,
arrastados no giro dos tufões,
Levados, como em sonho, entre visões,
Na fuga, no ruir dos universos...

E eu mesmo, com os pés também imersos
Na corrente e à mercê dos turbilhões,
Só vejo espuma lívida, em cachões,
E entre ela, aqui e ali, vultos submersos...

Mas se paro um momento, se consigo
Fechar os olhos, sinto-os a meu lado
De novo, esses que amei vivem comigo,

Vejo-os, ouço-os e ouvem-me também,
Juntos no antigo amor, no amor sagrado,
Na comunhão ideal do eterno Bem.

A velhice nos trás direitos maravilhosos. Enquanto a juventude é cheia de obrigações. A velhice é o tempo em que vivemos a doce inutilidade. Porque mais cedo ou mais tarde iremos experimentar esse território desconcertante da inutilidade. Esse é o movimento natural da vida.
Perder a juventude é você perder a sua utilidade, é uma conseqüência natural da idade que chega. A velhice é o tempo em que passa-se a utilidade e aí ficasse somente o significado da pessoa. É o momento que a gente se purifica.
É o momento que a gente vai tendo a oportunidade de saber quem nos ama de verdade. Porque só nos ama pra ficar até o fim aquele que, depois da nossa utilidade, descobriu o nosso significado.
É por isso que sempre rezo para envelhecer ao lado de quem me ama. Para poder ter a tranqüilidade de não ser útil, mas ao mesmo tempo não perder o valor. Se você quiser saber se alguém te ama de verdade, é só identificar se ele seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém?
Pergunte a si mesmo, quem nesta vida que pode ficar inútil pra você sem que você sinta o desejo de jogá-lo fora. E é assim que nós descobrimos o significado do amor... Só o amor nos dá condições de cuidar do outro até o fim!
Feliz daquele que tem ao fim da vida, a graça de ser olhado nos olhos, e ouvir a fala que diz: - Você não serve pra nada, mas eu não sei viver sem você!”

Existem milhões de estrelas no céu, mais uma com um brilho especial,
Com o tempo, pode se apagar e veras que existem outras milhões, mais só por aquela
Você ira esperar toda noite pra ver brilhar.

Bom dia, com imensa alegria, a paz esteja com todos nós!
Que Deus nos ilumine nesta nova caminhada.
Que sol brilhe, que chuva caia e que amor floresça!