Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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A escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas é um processo de construção pessoal.

Coragem é o preço que a vida exige em troca de paz. A alma que não aceita, não se desapega das coisas pequenas.

Aqueles que nós definimos como os nossos dias mais belos não são mais do que um brilhante relâmpago numa noite de tempestade.

Apesar de viajarmos o mundo para encontrar a beleza, devemos carregá-la conosco ou nós não a encontraremos.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Aquele que na vida partiu do zero para não chegar a nada, não tem que agradecer a ninguém.

Não se esqueça que o amor, tal como a medicina, é só a arte de ajudar a natureza.

O instinto do mal é extremamente forte no homem; se não é combatido cresce sempre mais e apodera-se dele dominando-o.

Professores de grego são pessoas privilegiadas: poucos deles sabem grego e, os que sabem, não sabem mais nada.

Deus mandou que não nos julguemos uns aos outros, porque todos somos cegos e ignorantes quanto ao que vai no coração.

Não existe hóspede, por mais amigo que seja de quem o recebe, / que não comece a incomodar depois de três dias.

Não se pode pedir ao artista mais do que ele pode dar, nem ao crítico mais do que ele pode ver.

A glória em vida é algo problemático: é aconselhável não se deixar deslumbrar por ela, muito menos estimular.

Vem morte, tão escondida, / que eu não te sinta chegar, / para que o prazer de morrer / não me dê novamente a vida.

Assuma o comando da sua atitude. Não deixe que outra pessoa a escolha por você.

Não se descobrem novas terras sem se largar da vista a costa durante muito tempo.

Não é verdade que a morte é / o pior de todos os males; / é um alívio para os mortais / que estão cansados de sofrer.

Na verdade um livro que não merece ser lido duas vezes não é digno de ser lido nem uma vez.

Pensar consiste, ordinariamente, em ir dos conceitos às coisas, e não das coisas aos conceitos. (em Introdução à Metafísica)

Só é realmente belo aquilo que não serve para nada; tudo quanto é útil é feio.