Poema Passei para Deixar um Beijo
Não se deve julgar um livro pela capa, então muito menos um Ser Humano apenas pela primeira impressâo.
Não lido bem com a desconfiança, não sou refém, nem construí um cativeiro, não fico confortável vivendo sobre uma mira que espera um deslize para que eu seja abatido. Sou livre preservo minha privacidade e nem por isso ignoro o respeito.
E daí que ela tem um bumbum bonito, corpo sarado, salto alto de bico fino? E daí se ela rebola igual como samba mesmo no mais ardente inverno, se tem o cabelo lustroso, um short curto ridículo e amarelo? Quem te faz rir sou eu, quem te faz rir sou eu. Quem te cobre à noite sou eu, quem te faz a comida sou eu... acho que não há mulher no mundo mais dedicada ao amor assim do que eu...
Me da um 'nervoso' quando vejo algum moleque falando 'mina'. Pô.. mulheres (mulheres, não vadias) tem que ser tratada com respeito. Não sei porque o cavalheirismo 'saiu de moda', alguns homens (e moleques) deveriam começar a praticar (ou aprender) mais.
O coração nunca envelhece, nunca diz basta e nunca amolece. Basta carinho, uma afago, um nada, um abraço e tudo nele se ilumina e aquece.
Que insiste com perseverança, trabalho, humildade e um norte certo sempre alcança! Desistir? Não sei que significa essa palavra!
"Medo: Todos nós temos, pode ser um medo bobo do escuro ou ate mesmo um o medo de altura. Mas se ouvires alguem dizer que não tem medo de nada, essa pessoa concerteza estará mentindo. Todos tem medo de alguma coisa."
Sou como um livro, para que me leiam é necessário de muito entendimento, e paciência também. Não tenho sinopse, não tenho prólogo e muito menos um simples resumo. Defino-me extensa, e ao mesmo tempo, sou como um rascunho curto e inacabável cheio de erros ainda a serem corrigidos. Ninguém consegue me explicar, muito menos me entender. Vario intensamente como o tempo. Ora quente, ora frio. Sorrio com as piores bobagens do universo. Estupidamente sofro por alguém que não merece se quer um bom dia. Odeio meio-termos. Colecionadora de decepções. Prazer, Eu.
O escritor ideal - para o mundo ideal - é um palhaço triste que narra a felicidade alheia chorando, ou um papagaio narcisista da máxima conveniência humana.
Mesmo com toda carga de quase insanidade, mesmo quando há um dedo permanentemente na ferida, eu ainda prefiro a dor à indiferença.
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