Poema Passei para Deixar um Beijo
Adorador é tudo o que eu sou
Adorador, assim Deus me formou
E quem poderá calar a voz de um coração?Tu És o Deus que me sonda
Tu És o Deus que me vê
Não tenho todas as respostas
Mas de uma coisa sei
Por toda a minha vida Te adorarei
Adorar é o que sei, adorar é o que sou
Nada pode calar um adorador
Não existem prisões que contenham a voz
De quem Te adora, oh Senhor Te adorar é o meu prazer
Minha força vem do Senhor
O vento da aflição quer apagar a Chama
Da minha adoração
O mundo é um oceano
Minha carne é um furacão
Minha vida é um barquinho buscando direção
Descansa em minha alma
E acalma a tempestade
Que agita o meu coração
Se um dia quiseres confiar em alguém, confie em si mesmo pois a realidade é que o mundo está cheio de pelegos.
Falsos, insidiosos, incompetentes e analógicos, não possuem valor algum e serão sempre metamórficos.
Inúteis, parados no tempo, ao relento, sem pensamento, pessoas vazias sem qualquer esclarecimento.
Sempre dependendo de um empurrão, sempre de um ladrão, geralmente registrado como Senador, Deputado, ou outro político, meu irmão.
A incompetência dominou a administração, hoje nos órgãos públicos domina a recomendação.
Competência? Sai pra lá sangue bom.
Aqui quem manda é o governo, regado do seu dinheiro pois você paga o ano inteiro centenas de impostos para bancar o luxo e o exagero, tudo por causa de um desgoverno que se aproveita da ignorância para provar sua ganancia, garantindo seu salário, seu saldo fundiário, mas você meu amigo, você é sempre feito de otário.
Se um dia quiseres confiar em alguém, confie em si mesmo pois a realidade é que o mundo está cheio de pelegos.
Falsos, insidiosos, incompetentes e analógicos, não possuem valor algum e serão sempre metamórficos.
Inúteis, parados no tempo, ao relento, sem pensamento, pessoas vazias sem qualquer esclarecimento.
Sempre dependendo de um empurrão, sempre de um ladrão, geralmente registrado como Senador, Deputado, ou outro político dessa laia, meu irmão.
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A incompetência dominou a administração, hoje nos órgãos públicos só domina a recomendação.
Competência? Sai pra lá sangue bom. O que eu quero é ter votos na urna para vencer essa eleição.
Aqui quem manda é o governo, que regado pelo seu dinheiro, já que você paga o ano inteiro centenas de impostos para bancar o luxo e o exagero desse real desgoverno.
Aqueles que sempre se aproveitam da ignorância para ocultar sua maldade e sua ganancia, garantindo seu salário, seu saldo fundiário, por meio do nosso imposto pago, deixando-nos com cara de humilhado, quando chegamos no mercado e pagamos o preço dobrado, pois 50% vai para o bolso do estado, para o bolso do estelionatário que te pediu voto prometendo o céu, mas te deu apenas o calvário, só você nem percebe, nem vê a maldade, pois vinho e circo é o que te deram, porquê assim podem te fazer de otário e no fim de todo mês, embolsar metade do seu salário, que ao contrario do deles, foi trabalho e ressudado.
O antídoto da tristeza, e da melancolia é curtir boa música, ou um bom filme.
Pessoa c/ fúria, invejosa, vil, combate-se com um sorriso.
A maledicência com a indiferença.
A tempestade com a serenidade.
A alegria e o contentamento, vem com uma pausa em silêncio, e assim retoma a boa forma!!
Com meu nariz franzido
e um torto lábio apertado,
não acredito nem vendo
e nem caminhando ao meu lado.
Bisbilhoto um desconhecido que
acaricia minha gata na rua.
Ele vai.
Eu chego.
Ela foge.
Essa tem meu dote,
tá sempre na saideira.
Sarnento conhecido que sou
só peço carícia na coceira
CONTO DO MEIO
Quando pequeno, eu estava no aniversário de um amiguinho
e pus meu dedo no bolo.
Não coloquei e tirei. Não passei o dedo.
Apenas enfiei a ponta do indicador naquela parte branca.
O dedo permaneceu lá, parado, enfiado, intacto.
Todas as mamães me deram um sorriso falso.
Os papais estavam bêbados no quintal.
O único homem ali perto era o tio Carlos.
Tio Carlos se escondia atrás dos óculos e da câmera fotográfica.
Era bobo, agitado e gorducho.
Quase sempre sorrindo.
Tinha poucas, raras, nenhuma namorada.
Tio Carlos atrás dos óculos, da câmera e de namorada.
Meu braço esticado era a Golden Gate.
Uma conexão entre minha consciência
e aquele montante de açúcar.
A ponta do dedo imóvel, conectada, penetrada no creme branco.
Uma das mamães resolveu liderar a alcateia
e me pediu para tirar o dedo.
Pra que tanta coragem, perguntou meu coração.
Porém meu dedo,
afundou um pouco mais.
Olhei-a nos olhos sem docilidade.
Meu corpo imóvel.
O dela recuou.
Minha mamãe, sem graça,
falou que isso passa.
Eu atravancava, ria e dizia:
- Vocês passarão, eu... - estendia a aporia.
Eu era a Criação de Adão na Sistina.
Era mais que Michelângelo,
Era Adão no Bolo,
Era Bolo em Deus.
Mamães desconcertadas. Olhando umas para as outras.
O silêncio reinava,
o reino era meu.
Mamães desorientadas. Olhando para mim.
Tio Carlos com a câmera fotográfica
olhava para as mamães.
Acho que ele era apaixonado por umas três mamães,
ou mais,
ou todas.
Esperei um não.
Esperei um pare.
Ninguém era páreo
para um rei.
Tirei.
Na rua,
um barbudo me deu ódio
Ele nem
me via.
- Qualé a sua?
Dei-lhe um tapa no bigode.
Pogonofobia
Depois do meu "oi",
um "quem é vivo sempre aparece!"
Mas eu nunca estive sumido,
nem mesmo aparecido.
Por fim, como eu lido?
Ah, agora sim,
dessa vez, apenas desapareci.
Um oi de mim
é um oi só de mim.
É só um oi daqui.
Já um oi de lá,
vem com outro ar,
é oi igual,
mas tá mais pra olá
Juramento do Aprendiz
Juro que sempre serei um aprendiz para a vida,
Utilizarei meu trabalho para me autorrealizar,
e para promover a felicidade humana.
Prometo que vou respeitar e compreender a todos.
Serei honesto, ético e sempre trabalharei com paixão.
Amarei toda a natureza,
até mesmo sua forma mais simples,
assim como respeito o meu conhecimento.
Aprenderei com o passado,
Viverei o presente,
Planejarei um bom futuro para todos,
E sempre sentirei Deus no meu coração,
Para que todos possamos viver juntos num mundo bem melhor.
Lembro quando era proibido tirar xerox de um livro inteiro.
- "É proibido!" - bravejavam os operadores de fotocopiadoras,
defensores dos direitos de escritores que nunca ouviram falar.
Depois, não deixavam imprimir um arquivo com o livro todo.
- "É proibido!" - e muitos não entendiam, sequer, o que era ter a possibilidade de ler no computador.
E o que será que diriam hoje?
PDFs sendo comprados, downloads caros de livros para Kindle, domínio público, creative commons, bibliotecas digitais...
Com certeza, os poucos que ainda dizem "É proibido!",
apenas não querem mais compartilhar a tátil arte de ser retrô.
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