Poema Passei para Deixar um Beijo

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⁠Em certos momentos

Incertas certezas

Mas daí vem a solução

Estar dissolvido

Em um almoço de domingo

Com uma nova paixão

Inserida por donn_william_krause

⁠Três dias de um
retorno Alegre
Matando saudades
Assumindo novas
Responsabilidades
Vendo pessoinhas
No céu anuviado
Seguindo dias meus
Dias fechados
Mas aqui tem muita cor
Sou um arco íris
Em minhas histórias
Já fui de manifestante
A sereia
E nem por um instante
Deixei de ser
E ia, seguia
Longe de alguma poesia
Mas o poeta maluco me achou
Seria eu um pedacinho da sua ilusão
Ou seria ele o doido, doído Donny
Que queria jogar uma carta na garrafa na praia de presidente
Esse louco é tão carente
Que se quer fazer presente
Até quando não cabe
Já tenho tudo que preciso
E até disso ele sabe
O que quer de mim?
Se contentaria com tão pouco assim?
Sei que é admiração
Mas aqui é carne, osso e coração
Nada demais
Mesmo assim ele insiste
Em querer me ver
Não sei o que existe
De tão legal no ser
Foi bom viver
E já passou
Mas seu carinho não acabou
Vou esperar
Se um dia der vou marcar
E esse dia ainda vai chegar

Inserida por donn_william_krause

⁠Máquina do tempo

Saudade é um doce desassossego
Que mora entre a lembrança e a
Vontade de voltar no tempo.

Inserida por silmaranogueira

⁠Num pensamento lindo,
eu inventei uma história repetida:
falei que o teu sorriso um dia,
ainda vai ser nome de avenida.

Inserida por silmaranogueira

⁠I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠V. O retorno pelo labirinto
Toda ruptura traça um labirinto. E quem nele entra, nem sempre deseja fugir. Às vezes, é no se perder que o ser se reconhece. A sanidade, quando forçada como imposição, pode se tornar mais opressora que o próprio delírio. Já a loucura, quando acolhida como linguagem da alma ferida, torna-se caminho de reintegração, ainda que não linear.
Os que retornam do fundo sabem que não voltam iguais. Carregam nos olhos uma espécie de cansaço antigo, mas também uma quietude que só os que desceram até o próprio vazio conseguem sustentar. São os que aprenderam a caminhar sem mapa, a escutar sem forma, a esperar sem garantias.
Não há cura como promessa. Há encontros. Há tempo. Há escuta. O retorno não é para ser o que se era, mas para descobrir o que se pode ser, depois do caos, depois da noite, depois da queda. E isso, talvez, seja mais digno do que qualquer normalidade aparente.
A linha que separa loucura e sanidade não é reta. Ela pulsa, dança, atravessa o cotidiano com gestos que ora nos salvam, ora nos expõem. E não é preciso temê-la, mas respeitá-la. Porque quem um dia já esteve à margem, sabe o valor de cada gesto de acolhimento. Sabe que é possível viver à beira, sem cair. E que às vezes, o mais são entre todos, é aquele que aprendeu a conviver com suas sombras sem tentar apagá-las.
No fim, a verdadeira sanidade não é exata. É compassiva.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠O eco que não veio
por Leonardo Azevedo
Publiquei minha alma,
esperando ao menos um aceno dos que me dizem amor.
Mas o que veio
foi o silêncio mais ensurdecedor que já conheci —
o silêncio dos íntimos,
que preferem calar diante da verdade que os atravessa.
Foram os estranhos
os que primeiro estenderam a mão,
os que leram sem filtros,
os que disseram: “eu vi você.”
E, nesse instante, percebi
que ser lido por um estranho vale mais
do que ser ignorado por quem me conhece.
Eu não escrevi para agradar.
Escrevi para sobreviver.
E, se sobrevivi sem os que deveriam me aplaudir,
então já venci.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Erva DaninhaErva Daninha
por Leonardo Azevedo
Há em mim um cultivo inconsciente do que me destrói.
Permito que o parasita cresça, talvez por costume, talvez por inércia.
Carrego uma casca rachada por abandonos,
e um núcleo que, mesmo em crise, busca sustento em silêncio.
Sou o que cresce apesar, ou por causa, da ausência.
E, na tentativa de compreender o que me movimenta, recolho-me.
Porque certas respostas exigem raízes mais profundas do que a superfície suporta.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Sob o véu da noite sombria,
um homem caminha em solidão,
carregando o peso do mundo em seus ombros,
enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino.
A chuva, como uma dança melancólica,
derrama suas gotas como confissões silenciosas,
lavando não apenas o asfalto encharcado,
mas a alma cansada e sobrecarregada.
Luzes tímidas iluminam seu trajeto,
como faróis de uma esperança distante e tênue.
O chão úmido reflete sua solitude,
enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto.
Aqui se revela o retrato de um herói anônimo,
cabisbaixo, mas inquebrantável.
Ele carrega a vida e as dores de muitos,
mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?

Inserida por drleonardoazevedo

Um dia me sentei bem na beira da praia E me perguntei por que a vida parece tanto com o mar...?!

Uma hora tudo tão calmo e Brando outra hora tudo tão tempestade

Tenho certeza que Deus sabia o que fazia quando criava o mar...

O mar e as suas ondas os ventos
A onda é a sua dor ...ela vai...volta..some..sobe..desce...
sempre...
Você precisa ser o mar que fica.⁠

Inserida por Brunawotkosky

⁠Ela era um mundo em um só coração...
Amava o mar...o sol, a música... Amava Ivete ...
Amava tanto o amor, que não teve coragem de deixa -lo partir quando era tempo ...

E não deixando esse amor partir, se partiu seu coração...

E viveu na imensidão sem novamente encher seu coração...

Inserida por Brunawotkosky

⁠Algumas pessoas tem um propósito, outras agem De propósito, as vezes bons as vezes nem tanto.

É preciso sensibilidade pra entender, quem vive pelo propósito, e quem age De propósito.

Quem vive por ele, não espera reconhecimento de homens.
Vive para transformar o outro.

Que vive De propósito,espera que o outro o reconheça e reverencie seus "valores".

Ouça atentamente, fale pausadamente.
E em tudo, que seja a voz do Espírito Santo, a que você possa ouvir, pra distinguir.

Quem é quem, pra dizer quem é o que?

Inserida por Brunawotkosky

⁠Um dia quando a vida me virou do avesso, eu vi que o que eu tinha dentro, era ainda mais bonito.

a vida tem dessas, de nos fazer despedaçar.
mas se pensarmos que todos os jarros e frascos quebrados,
traziam dentro deles, algo de precioso.

E quando aquilo é exposto, é derramado, junto a alguém,
é benção, aquela mulher não economizou quando derramou aos pés de Jesus aquele perfume raro.

Um momento eternizado pela gratidão profunda,
entre duas pessoas.

Quando a vida quebrar seus jarros, o que eles vão derramar?
As vezes só percebemos o valor do que tinha dentro, quando as coisas se quebram e nós a perdemos.

Cuide de si, cuide do que você carrega ai dentro, pra que
quando a vida te virar do avesso, você seja linda também.

Inserida por Brunawotkosky

Quero ser um pouco mais feliz
Sair e me divertir
Comer um prato legal
Assistir ao show de um artista que eu goste
Voltar à sonhar e fazer planos
Poder executar os planos
Realizar os sonhos
Trabalhar com o que quero
Me sentir viva e bonita de novo
Recuperar o corpo que era meu
O sorriso que era meu
Olhar a noite de perto
O mar de perto
Uma cachoeira de perto
Quero descer da torre
Quero escorregar da cama
Quero subir em um patinete
Sentir o ar que falta no meu peito
O vento que bagunça o cabelo
Respirar de novo
Sentir de novo
Namorar de novo
Ter tempo pro fútil
Me mover sem estratégia
Não contar os lances de escada
Poder ir e vir no automático
Subir no automático
Descer sem ensaio
Acender mais velas
Rezar menos vezes
Dançar uma música
Abraçar os meus gatos
Assumir o meu quarto
Amar os cachorros
Plantar uma árvore
Cuidar dessa árvore
Escolher um boi
Entrar numa gruta
Fazer uma trilha
Que eu nunca queria
Beber alguns chás
Pisar na floresta
Navegar sobre um rio
Recuperar a saúde
Retomar…

Tainá Wolff Bomtempo

Inserida por tainawolff


Ter títulos e vários diplomas é bom
mas sem ter uma estrutura moral
e disciplina, é como um parafuso sem rosca.

Inserida por TinhoCarioca

Do ponto de vista concreto, um livro é apenas um monte de páginas agrupadas, com um monte de letras formando palavras e um monte de palavras formando frases.

Quando lemos um livro, esse monte de páginas com palavras agrupadas em frases, colocamos sobre ele componentes muito abstratos: a nossa compreensão, as nossas exepriências e a nossa visão do mundo.

Temos no final da leitura de um livro um resultado totalmente individual, como são todos os seres humanos: únicos.

Um livro, quando está sendo lido, não tem nada de concreto. Um livro é a forma mais simples, rápida e poderosa para nos levar às maiores distâncias em uma viagem única, que somente cada um de nós poderá fazer.

Como puderam definir o livro como um substantivo concreto?

Inserida por AlfredoMartiniJr

Um líder não lidera por ser uma boa pessoa, ele lidera por ser alguém do bem.
Ter rigor também é uma ação de amor.
Um líder, às vezes, terá que ser rigoroso, duro ou severo, mas sempre sendo justo e respeitoso.

Inserida por AlfredoMartiniJr

SOBRE A REENCARNAÇÃO:

Se “todos nascemos para pagar os pecados de vidas anteriores”, um bebê, especialmente se doente ou pobre, teria o “espírito” de um canalha?! (Frequentemente ponho “espírito” entre aspas, porque não há “espíritos desencarnados”, senão pessoas (corpo e alma espiritual) vivas, e pessoas ressuscitadas). Os espíritas, repetindo Allan Kardec com referência aos bebês, dizem que “Deus lhes dá esse ar de inocência para que os pais não fiquem estarrecidos perante um ‘espírito’ perverso”. Então, além de tantos outros, ainda o disparate de que Deus seria um grande mentiroso!!!⁠

Inserida por TURATTI

Luta de todo dia. Luta do dia todo.


...




Todos os dias me vejo diante de um impasse:




- Esforço mental infinito que muda de forma, não se sustenta.


- A irregularidade de meus bons hábitos.


- Figuras não resolvidas, dor, crenças e sonhos que me martirizam.


- Uma raiva contra o que me incomoda, que me consome


- Pressões e responsabilidades de uma vida que não consigo mais viver sem me cansar.


- Um desejo que quer a minha morte


- Minha tentativa de equilibrar o conciliável com o inconciliável


- Meu esforço por um grande sonho futuro. Minha esperança por uma vida melhor


- Uma fé sem sabor


- Minha tentativa de descansar e diminuir meu desgaste, mesmo com as engrenagens não parando de girar.


- Minha tentativa adoecida de me proteger


- Um amor que talvez aumentará minha responsabilidade. Uma dúvida que questiona como ficará minha sanidade.


- Um fraco consolo de que está tudo bem, que a vida é assim mesmo e que Deus me ajudará.






E as vezes, tudo isso junto e misturado.






Seria isso uma profunda Poesia de Trincheira, antes da tão sonhada vitória final? Quem sabe...

Inserida por AndreyBarrosdeSouza

⁠Nos meus sonho, vislumbro um mundo só nosso. Um lugar onde as certezas se misturam com os sentimentos mais profundos. Nesse mundo, não existem despedidas dolorosas, nem separações amargas.
Nesse mundo onde não é preciso abrir mão de você, o tempo desacelera e os momentos se alongam. Cada gesto de carinho, cada palavra sussurrada ao pé do ouvido, é uma afirmação do nosso vínculo indestrutível. O mundo ao nosso redor pode estar em constante movimento, mas em nossos corações há uma calmaria, uma certeza inabalável de que estamos onde pertencemos.
Que esse mundo ideal se torne realidade, e que possamos viver nele, lado a lado, construindo memórias que resistirão ao teste do tempo. Que não precisemos abrir mão um do outro, pois somos pilares que se sustentam mutuamente. Que a jornada seja repleta de amor, companheirismo e felicidade, e que a frase "quero um mundo onde não preciso abrir mão de você" seja a nossa promessa eterna.
@Versos_em_movimento

Inserida por JoseOtavio