Poema Passei para Deixar um Beijo
"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"
☆ Haredita Angel
...ou você aprende pelo amor ou pela dor. Qualquer um desses caminhos lhe conduz à Deus.
Você escolhe!
☆ Haredita Angel
Saber o momento de abrir mão de um ponto de vista não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria.
☆Haredita Angel
"Quantas vêzes, a gente fica a ouvir a mesma música só porque lembra uma pessoa ou um momento da nossa vida...!"
☆Haredita Angel
Náufrago
Demétrio Sena - Magé
Sempre foi um carinho sem desejo;
um despojo de afeto sem espera,
sem ensejo pra ser agraciado
em alguma janela do futuro...
Nunca foi um tricô no pensamento,
não tracei um projeto na minh'alma
nem forjei o momento que haveria;
e sequer percebi se houve ou não...
Mas entendo a distância preventiva;
o silêncio cravado com frieza;
a dureza nos olhos abismais...
Sou apenas um náufrago invisível
ou a sombra tangível sem matriz,
que se dá por feliz quando não é...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
A Casa como Altar da Alma
O espaço onde habitamos não é apenas um amontoado de tijolos e móveis; ele é o reflexo direto da nossa dignidade espiritual. Ver um lar mergulhado na sujeira, no caos e no descaso material é testemunhar o enfraquecimento da própria dignidade daqueles que ali vivem, sejam adultos ou crianças. A nossa casa deveria ser tratada e mantida como um altar sagrado. Limpar o ambiente em que moramos é um ato de respeito com a vida e com as bênçãos que recebemos. Quando cuidamos do nosso teto com zelo, purificamos a energia ao nosso redor e criamos um solo fértil para a harmonia. A limpeza material e a ordem do lar são o primeiro passo para acolher a presença divina e resgatar o orgulho de quem somos.
Feliz Páscoa
Há sempre um momento
De começo
Um nascer de novo
Renovar a vida
Restabelecer-me
Mesmo desgastado
Renovo meu interior
A cada dia
Onde me sinto enaltecido
Sabendo que vim de algum lado
É sinal que estou vivo
Agora olhar para o passado
Vejo um percurso
Preenchido com apetrechos de amor
Rodeado de amigos consistentes e sólidos
Uma família genial
Que me dá força
Para prosseguir
Onde estamos interligados por Deus
A vida mudou um dia
Para mim
Passei por grandes tribulações
Em outros tempos, por vez ainda passo desafios que agora estou mais forte para suportar
O caminho é feito por vivências estas que nós nos espelhamos e reparamos que já fizemos um caminho, com muita dedicação e esforço, onde atingimos metas e objetivos onde independente das derrotas e vitórias
O que prevalece é a vida e aquilo que plantamos no nosso coração e de cada ser um pouco de paciência e atenção para com os outros é um benefício de mais valia para todos.
Sou grato por ver que estou num caminho de eterna felicidade.
Isto é maravilhoso
Isto é espírito de vida
SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO
Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.
Na mitologia grega, Europa era a filha de um rei fenício que foi seduzida por Zeus que, para alcançar o seu objetivo, assumiu a forma de um touro e a levou para Creta. Esta história inspirou os gregos antigos a usarem Europa como termo geográfico.
Filosofia da Mitologia poetica contemporanea.
Olá meu amor, estou cheio de saudades tuas a vida corre como um rio e nós vamos pela corrente sem ti. É como se a gitarra não tivesse uma corda ela toca, mas com a tua presença a musica É muito melhor, convida a dançar a desejar sonhar...
Para aquecer a minha alma meu coração e meu ser quer se perder pela paixão do suor do viver.
Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de Plutão caminho pela sombra de Platão na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia. Numa quimica de magnetismo que nos liga.
Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para a Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
No percurso nubeloso
De um açoite
Encaro a outra parte
Calmante do pacto
Contrato com o divino
Atravesso o universo
Para perdurar para lá do altar
Para pisar a terra, o céu e o mar
Por tanto ,isso, tanto amo
Acordo com as dores do tempo
Sorrio e choro, na corrente do rio
Tenho frio
Aquéço este amago
Com o trabalho
Cai uma lagrima do céu
Para romper o véu
Deste coraçāo desfeito
Que clama pela intuiçāo
Deste sentimento
Que clama por uma sensaçāo
De ter sofrido as dores
Dos sentidos
Choram as almas e o espiritos
Outros aplaudidos
Em mundos destintos
Outra hora, embora tolhido
Sai agora 9 gemido
Para tudo ser suprimido
Continua preparaçâo
A adptaçâo da nova civilizăo
A questão
É o ponto de partida, da razāo
Faço uma oraçăo
Faço ums cansăo
Clamando um pouco de atençāo
Para o culminar uma forte emoçāo
Tudo está germinar o aumeto da tensăo.
Emanuel Bruno Andrade
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.
Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.
O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.
#Abstracionismo
#PoesiaContemporanea
#Decassilabo
#EpicoArcaico
#FusaoArtistica
#ArteLisboa
Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros
Âncora e Verso
Foste âncora para no porto ancorar
Na hombridade que sinto
Vejo um alívio
Para me poder desamarrar
Da correria do tempo
Oiço o vento soprar
Escuto gestos humildes e simples
Num puro amor
Quase ninguém escuta a minha dor
Ou vê as minhas vertentes
A plainar num sonho de ser um senhor
Sonho acordado para saborear o viver
Quero ter, quero crer e quero ser
Mesmo sendo um orador
Um poeta e pintor
Pinto com a minha alma a cor
Do pensamento de um escritor
Passo e faço um pacto com Orfeu
Fazendo a emoção
Sair com grande tensão
Razão de me ver na caverna de Platão
Numa ilusão desmedida que me dá vida.
Nela me deito e semeio
Para transformar a minha força
Em fruto.
Lisboa, 23 de julho de 2026
Emanuel Andrade
Ela dança no caos
Sua existência é poesia sem métrica
Um verso próprio, que só ela sabe rimar
Sua dor é arte bruta
O mundo a toca, a molda, a desorienta, mas nunca a enfraquece
Ela se joga na tempestade, com calmaria
Ela se acolhe, se completa, se ama, sem precisar implorar, sem pedir permissão
Deixa as coisas serem como elas são, deixa ir embora sem pedir explicação, sem implorar por respostas
Porque algumas coisas simplesmente se vão
Há um brilho inexplicável em seus olhos, iluminando a certeza de que
Ela é seu próprio lar
Ela coloca o medo para dançar ao som da sua coragem
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