Poema Passei para Deixar um Beijo
A você nunca é dado um desejo sem que lhe seja dado também o poder de transformá-lo em realidade. Porém, talvez você tenha que trabalhar por ele.
Mais sempre ha um novo dia, uma nova esperança, o sol vai brilhar mais forte trazendo a paz que preciso.
Hoje eu implorei ao vento que leve até você um pouco da minha saudade, que com seus braços infinitos e invisíveis abrace você por mim.
Tenho a impressão de que este prédio foi construído sobre um cemitério indígena, onde um pajé foi enterrado de bruços. A cada vez que um vento forte balança o prédio, a estaca da fundação cutuca o traseiro do pajé e uma desgraça recai sobre todos daqui.
Não mereço ter uma namorada não por ser um moleque pois minha mãe me fez um homem não mereço ter uma namorada pelos simples fato de eu ser um idiota que finge ser feliz!
Somos todos um pouco estranhos. E a vida é um pouco estranha. E quando encontramos alguém cuja estranheza é compatível com a nossa, juntamo-nos com esse alguém e caímos numa satisfatória estranheza mútua e chamamos isso de amor verdadeiro.
Cada um tem uma dificuldade (saber) não jugue ninguém pelos seus erros porque ninguém saber o dia de amanhã.
A história de Minas nos cerca numa mistura de passado e presente, envolvido com um grande prazer de ser mineiro!
Conforme se arrastava pela areia, não conseguia parar de se sentir um amador, alguém que procurava a verdade sobre Deus como uma criança procura conchinhas pela areia.
Bom seria se pudéssemos perder um pouquinho do nosso tempo para perceber, sentir ou escutar o que há por trás de um simples "olá", "bom dia", "boa noite", etc. Pode não haver nenhum interesse escuso ou maldoso. O prejulgamento é um mal que assola e afasta o ser humano de uma vida pautada na gentileza, na humildade e na amizade.
Há uma lei moral, um imperativo silencioso e invisível que nos lembra de que a vida só funciona de uma determinada maneira. Pessoas como Hitler e Mussolini podem exercer poder durante durante algum tempo, mas logo são cortados, como grama, e murcham.
Pare os relógios, cale o telefone; evite o latido do cão com um osso; emudeça o piano e que o tambor surdo anuncie a vinda do caixão, seguido pelo cortejo. Que os aviões voem em círculos, gemendo e que escrevam no céu o anúncio: ele morreu. Ponham laços pretos nos pescoços brancos das pombas de rua e que guardas de trânsito usem finas luvas de breu. Ele era meu Norte, meu Sul, meu Leste, meu oeste. Meus dias úteis, meus finais-de-semana; meu meio dia, meia-noite, minha fala e meu canto… As estrelas não são mais necessárias, apague-as uma por uma. Guarde a lua, desmonte o sol. Despeje o mar e livre-se da floresta. Pois nada mais poderá ser bom como era antes.
Durante uma boa parte de minha vida eu enxerguei as religiões como um mal necessário, ao compreender o que elas fizeram ao ser humano em milhares de anos de existência hoje eu posso afirmar categoricamente que as vejo apenas como um mal.
Existe um mundo que ninguém pode compreender – ninguém além de mim. Outra pessoa só poderá ter alguma noção do que se passa nele com minha autorização. Talvez, se este mundo fosse aberto, todos meus problemas estariam resolvidos. É fácil para as pessoas me julgarem. Difícil é elas me compreenderem. Elas não sabem o que se passam na minha vida, elas apenas imaginam. E então as pessoas se sentem no direito de dizer a mim o que fazer, quando elas nem ao menos sabem o que se passa nesse mundo – esse mundo que é só meu. Os meus segredos, medos, dores, crenças, esperanças, amores... Tudo isso pertence a mim. Mas toda vez que alguém me manda fazer algo, corrói por dentro. Porque aquela pessoa não sabe o que está falando. E eu me encontro no trânsito de chorar ou rir: chorar – porque dói o que a pessoa induz – sorrir – porque é engraçado que esta pessoa pense ser esperta o bastante e esteja sendo idiota.
Então, aí eu quero fugir. E o melhor conselho é ficar calada. Nada do que eu falar vai resolver as coisas. Meus sonhos, amores, minha realidade pertencem a mim. Meus sonhos por mais que sejam longes, distantes, quase inalcançáveis.. Não são impossíveis. Amores: Perdidos, tristes, sem luz. Eles me deixaram assim. Mentiram, magoaram, foi quase insuportável. E eu estou aqui, viva, talvez querendo ainda amá-los. Então peço a Deus, para me dar forças. E quando todos os meus medos, dores e fracassos, forem vencidos com minhas conquistas dos sonhos e objetivos, conquistarei a minha liberdade. Ah, a minha liberdade..
Em um instante, esquecimentos que me levam, como que nada nos pertencem, como que a vida mesma, determina o tempo, que algo deve estar em suas mãos, quando tem arrebatado, o que acreditou ser teu, e te das conta que só conquistou, mas a recordação é eterna, só você é o dono de duas memórias, o coração é a casa de suas recordações aonde nada pode tentar roubar, ainda que guarde no mais profundo do seu ser, e em algum lugar tu amor me lembra, e respira minha presença, porque é difícil encontrar amor de verdade, aonde se perde e se reencontra em um olhar, e um sorriso te sangra a alma, e cada abraço, acende o desejo de seguir sonhando, nessa vida, aonde tudo é passageiro, mas o amor, aonde quer que estivemos é eterno.
Tudo tem que ter um tempo, um tempo pra amadurecer… Um tempo para ter a tal liberdade que sonhamos… Um tempo para realizar nossos sonhos… Um tempo para conhecer pessoas e poder confiar nelas… Um tempo para ser quem deseja ser… Um tempo para botar os seus planos em prática… Um tempo para sorrir sem medo… Um tempo para que a vida lhe ensine a viver… Um tempo para que tudo de bom aconteça no momento certo… Um tempo para ser você, apenas você…
Através de meus graves erros – que um dia eu talvez os possa mencionar sem me vangloriar deles – é que cheguei a poder amar. Até esta glorificação: eu amo o Nada. A consciência de minha permanente queda me leva ao amor do Nada. E desta queda é que começo a fazer minha vida. Com pedras ruins levanto o horror, e com horror eu amo. Não sei o que fazer de mim, já nascida, senão isto: Tu, Deus, que eu amo como quem cai no nada.
O casamento representa a intervenção do Estado em um caso de amor que, provavelmente, já não estava indo muito bem.
Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de insecto.
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