Poema Passei para Deixar um Beijo
Nunca sabemos quando será nosso último momento.
Cuide para que ele não seja um 'curtir' no facebook.
E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos.
Fantástico: o mundo por um instante é exatamente o que o meu coração pede.
“Vontade de te esmurrar, te dizer que você é um idiota, um babaca, um cretino, um fraco, nunca passou disso. Nunca uma piada sua foi engraçada, nunca você me surpreendeu. Nunca. Mas eu não consigo deixar de pensar em você, a cada dia, a cada ato meu.”
Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir.
Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo.
Muitas coisas não são realizadas por que o mendo vence as pessoas. Vença o medo e verás um mundo de possibilidades desdobrar-se diante de teus olhos.
Um frase que alguém te fala é o suficiente pra te tirar o sono e te fazer pensar em vários significados pra ela.
(...) que tudo quanto contemplas mudará dentro de um instante e não mais existirá. Pensa em quantas mudanças já assististe. O cosmos é mutação; a vida, opinião.
Se suprimires a tua opinião sobre aquilo que te parece causar sofrimento, alcançarás perfeita segurança. Tu, quem? A razão. Mas eu não sou apenas razão. Seja. Então, que a razão não se perturbe a si mesma. Mas se outra parte de ti sofrer, que ela opine sobre si própria.
Um coração nobre não pode suspeitar que haja nos outros a baixeza e a malignidade que não existe nele.
O tempo prova o valor de cada um, pelas coisas que vivemos e que temos em comum...
Não é que o gênio se adiante um século ao seu tempo, é a Humanidade que se encontra cem anos atrás dele.
Pedi tão pouco à vida e esse mesmo pouco a vida me negou. Uma réstia de parte do sol, um campo, um bocado de sossego com um bocado de pão, não me pesar muito o conhecer que existo, e não exigir nada dos outros nem exigirem eles nada de mim. Isto mesmo me foi negado, como quem nega a esmola não por falta de boa alma, mas para não ter que desabotoar o casaco.
Que a tirania de dez milhões se exerça sobre um indivíduo, que a de um indivíduo se exerça sobre dez milhões, é sempre tirania, é sempre uma coisa abominável.
Ah, então era por isso que eu sempre havia tido uma espécie de amor pelo tédio. E um contínuo ódio dele. Porque o tédio é insosso e se parece com a coisa mesmo. E eu não fora grande bastante: só os grandes amam a monotonia. (...)
Mas o tédio – o tédio fora a única forma como eu pudera sentir o atonal. E eu só não soubera que gostava do tédio porque sofria dele. Mas em matéria de viver, o sofrimento não é medida de vida: o sofrimento é subproduto fatal e, por mais agudo, é negligenciável.
O que te deixa vulgar não é uma roupa curta. Vulgar é ter o cérebro do tamanho de um shorts e achar isso bonito.
Tem cheiro de alegria. Das boas coisas que voltam quando querem colo. Um cheiro que desperta um punhado de riso fácil. De vida abraçada. De encontros bons. E volta mais bonito pra poder se repetir todas vezes quando o coração faz graça.
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