Poema para uma Amiga que se Mudou
guepardo''Hoje acordei com uma sensação de criar algum pensamento positivo sobre algo...E a velocidade das informações logo me preparou para a calma da planície, as folhas se balançavam lentamente ao vento e o silencio era assustador diante do cenário...Enquanto eu andava focado no cenário sombrio...Havia um guepardo se preparando para seu rápido ataque, suas unhas cravadas ao solo como uma chuteira,alinhada a sua respiração intensa...Ha que vontade tamanha...Sue sangue era sentido correndo nas suas veias, seucoração era só combustão...Seu olhar apreciava, apreciava...EIS QUE SEU DESEJO ERA SACIADO AO SEU VELOZ ATAQUE.Adeus?Um abraço amigo hoje presa!Amanhã...
Na probabilidade da vida, nunca devemos duvidar de uma pessoa medíocre ela pode nos surpreender com uma só atitude.
A árvore:-
Pequenina, inocente, -oh pobre semente, quando germinada se transformava em uma árvore linda e gigantesca, dividindo tua beleza entre troncos folhas e frutos... me peguei imaginando na linda trajetória da árvore após me sentar em um maravilhoso e confortável banco de igreja, matéria prima decorrente do final de uma vida de sombras, flores e frutos...é triste observar quando no outro lado da extremidade do mesmo acento existe uma pessoa, de mãos dadas se fazendo de companhia para aquela que um dia foi bela por existir...e que na agonia, ele pouco sabia que o remédio se dava apenas por uma saudação.
Não basta apenas tentar uma vez e desistir, você deve continuar tentando até quando você conseguir ficar de pé, é assim que se ganha uma guerra .
A morte é uma incógnita, deixar-me-ei levar em seus braços e repousar num beijo enegrecido em meu rosto palidecido...
O desejo é um farol, um registrador, prova incontestável, apontando uma vontade quase orgânica. Que por vezes ardia e arde sem ninguém ver...
Se alguém se desligar da gente, e continuar funcionando, de duas, uma: ou tem bateria, ou está ligado em outra tomada.
Às vezes a pessoa vai embora porque há uma bifurcação na estrada com duas placas: “o que quer fazer” e “o que precisa fazer”. E (inevitavelmente) ela toma o rumo diferente ao seu… Mas quem garante que o desejo de quem foi não era pegar pelo nosso braço e sair levando?
Mesmo tendo uma ideia do que me esperava, fui ver a peça. E logo no começo, na segunda ou terceira troca de cenário, lá estávamos. Uma senhora com a pele marcada pelo tempo, e um senhor de cabelo branco, entregando que também passou por ele. Com toda delicadeza desembaraçava o cabelo daquela senhora enquanto cantarolava uma canção na qual nunca deixou de pôr no repertório da vida. Começava mais ou menos assim: “Que o tempo carregue tudo, menos quem me deu felicidade…” Éramos nós, ou melhor, seríamos… Se soubesse que a porta entreaberta era à sua espera.
Que escrevamos para esquecer uma raiva, mas não espalhemos tais palavras por aí. Seria uma tragédia desencantar os corações que ainda vivem.
Em uma tarde de quinta-feira ensolarada você chegou, e sem ao menos perceber, despiu-me de toda e qualquer armadura apenas com esse seu abraço intenso e caloroso que inundou e transcendeu não só o meu coração, mas também minha alma.
as pessoas pensam que a arrogancia é algo inteligente e superior mas não sabem que é uma burra inferior...!
Sou uma dispersa, mas vi teus olhos escapando, risonhos, dos meus. Ah! Que foi que me deu para rir junto? Minha cabeça perambula pela lua, mas quando o vejo descubro Marte. Sou uma tremenda dispersa; até você se aproximar.
Me escreva uma carta. Uma qualquer. Poder dispensar envelope se assim quiser. Não necessita laço nem barbante dado nó. Nem palavras rimadas ou difíceis. Não se preocupe com algumas pontuações, assim eu veria que (embora esses longos meses longe) não temos divisão alguma. Nem mesmo em palavras. Só peço para que não deixe de espirrar na carta um pouquinho do teu perfume do qual confesso que não sei ao certo se é doce ou cítrico - você sabe que sempre tive essa confusão -, mas sei que é seu. Certo que isso agravaria a saudade, e para não acontecer de senti-la ainda mais eu teria que andar com a carta pendurada no nariz o dia inteiro. Na cafeteria, na fila do banco, no restaurante. Peguei-me rindo agora que disse isso. Imagina quão inusitado e engraçado seria ver a reação de algumas pessoas que, porventura, me olhassem… Mas, pensando bem, até que não seria má ideia. Talvez, se, os que rissem, soubessem de perto a nossa história, clamariam feito italiano quando vê massa: “Mas que bela história! E que bela ideia!” E a cidade, quem sabe, adotaria esse ato. E as pessoas se acostumariam com a ideia de que cartas de amor podem ser cheiradas em público, já que por anos foram cautelosamente fungadas no canto da sala. O assunto se alastraria pelas ruas, bairros, e assim por diante. Preencheria as colunas dos jornais e seria assunto em reuniões de negócios, onde todos concordariam que o próximo passo seria ir à procura do remetente. E como justificativa diríamos, mesmo que com dentes cerrados, mesmo que balbuciando: 'Eu vim, porque o teu perfume foi embora.'
Falou-me uma dose de sonho pelo canto dos olhos. O riso confirmava: era meu. Ainda que nunca dissera. E eu sou tua - mas isso eu não quero negar.
Eu quero uma distância apenas de um braço. Cabendo a minha bagagem, eu nem exijo lugar específico: só queria estar em um canto que no outro tenha você.
Sentimento equivalente:
e se em minha ida deixei-te uma saudade sem fim foi porque levei de ti um amor perpétuo.
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