Poema para uma Amiga que se Mudou
Sabe quando você conhece uma pessoa e você pensa "por que não conheci antes?". Sabe quando você sorri com os áudios que ele manda pelo simples fato de amar a sua voz? Sabe quando você sente uma vontade louca de abraçá-lo e não soltar nunca mais? Sabe quando você começa a acreditar naquele papo de amor? Sabe quando você acredita de verdade naquele lance de "metade da laranja" ou "tampa da panela"?
Então...
Eu não o conheci antes e, sim, eu fico sorrindo feito idiota quando escuto a voz dele... Eu não posso abraçá-lo, pois a distância me impede, mas um dia eu vou fazer isso e nunca mais vou soltar. E eu acredito no papo de amor, pois não existe melhor palavra pra descrever o que eu sinto. E o lance sobre "metade da laranja" ou "tampa da panela"? Podem chamar suas metades assim, então. Eu prefiro chamar a minha de "Made in Roça"!
Somos grandes amigos
possuímos uma amizade colorida
e sempre estamos unidos
você sabe que por ti eu darei a minha vida
Você pode não me entender
mas eu entendo você
e se por você eu morrer
foi porque o meu amor por ti
não parou de crescer...
Chega uma hora, em que você entende que o que as pessoas falam, é só o que elas falam.
E não o que você é.
Não atinge, não incomoda, não ofende.
Porque você só se culpa, se sua consciência permitir.
E se ela está tranquila, qualquer tipo de ataque alheio, é o mesmo que nada.
Aí você aprende que cada um oferece o que tem.
E você pára de revidar, de se preocupar, de se abalar com julgamento de quem vive de mal com a vida.
Você percebe que atrai o que transmite, e passa a usar seu tempo só com quem te faz bem. E aí, fica em paz.
Porque a gente ganha uma briga, quando 'foge' dela.
Autorretrato em Palavras
Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.
Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.
Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.
Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.
O convite da essência
Há algo no meu olhar que é um convite silencioso, uma porta aberta para quem deseja se aprofundar na minha alma. Algo que conecta, que atrai, que decifra. E então, alguns se deixam levar, se ligam à minha essência sem que uma única palavra seja dita, compreendendo quem sou no silêncio. Outros se perdem, talvez não consigam ver o que é tão simples, tão claro, tão direto. Eu sou feita da simplicidade, da transparência, daquelas palavras que são ditas com clareza, e das que não precisam de som, porque se revelam nas atitudes — sempre objetivas, sempre claras.
Quando me encontro perdida nas dúvidas, me recolho. Mergulho dentro de mim, me redescubro, busco entender o que há de mais profundo, o que precisa ser revelado. Não desejo apenas passar pela vida; quero deixar nela minha marca. Quero deixar um pedaço de mim em cada pessoa que cruzar meu caminho, em cada lugar que visitar, em cada olhar que encontrar.
E, ao final, quem se conectar a mim, de alguma forma, saberá que um pedacinho ficou. Em algum canto, um pouco de mim permanecerá, como uma lembrança compartilhada.
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
Reflexos da Alma: A Arte de Capturar e Expressar
Cada imagem é uma janela aberta para o íntimo, uma fração de alma capturada em um instante. A fotografia, como uma linguagem silenciosa, fala ao coração de quem a observa, conectando sentimentos que palavras às vezes não conseguem. Mas, assim como uma imagem, as palavras também carregam o peso do que não se vê, traduzindo o invisível em sentimentos tangíveis. Quando unimos esses dois mundos — a visão e a expressão escrita —, criamos uma ponte entre o visível e o intangível, onde as emoções se encontram e se revelam.
À minha irmã,
escutando uma canção de Tom Jobim.
Se todas as flores
Fossem iguais a você,
Do jeito que você é para mim,
Eu poderia escrever,
E adoraria poder,
E arriscaria dizer
Um verso assim:
Que maravilha viver
Por toda vida
Colhendo Margarida
Em meu jardim...
"Se uma criança vive na crítica, aprende a criticar.
Se uma criança vive com hostilidade, aprende a brigar.
Se uma criança vive com o ridículo, aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive na tolerância, aprende a ser paciente.
Se uma criança vive com coragem, aprende a ter confiança.
Se uma criança vive com elogio, aprende a apreciar.
Se uma criança vive na retidão, aprende a ser justa.
Se uma criança vive com aprovação, aprende a gostar de si mesma.
Se uma criança vive com aceitação e amizade, aprende a encontrar amor no mundo!"
Registrando-me em papel
Sinto uma necessidade urgente de me descrever, de me tornar transparente, cristalina,
como se, ao colocar minhas palavras no papel, pudesse finalmente me entender.
Há um desejo intenso dentro de mim: que as pessoas se permitam ser assim também —
sem medo de revelar seus sentimentos, suas dúvidas e pensamentos mais íntimos.
A busca pelo autoconhecimento me guia,
uma jornada silenciosa em direção a todo o meu sentir.
Com a caneta na mão e o papel à minha frente,
não tenho receio de me deixar ali, nua em cada palavra.
Cada rabisco se torna uma entrega,
um reflexo da minha consciência,
onde cabem meus medos, dores, amores, desejos e até orações.
Escrever é meu refúgio, minha forma de existir.
No silêncio das palavras, me encontro,
descobrindo, sem pressa, quem sou.
E quando eu partir, que essas palavras sejam mais do que tinta sobre papel.
Que quem as ler possa me sentir,
mergulhar na profundidade de quem fui,
mas com leveza e compreensão.
Porque é aqui, no papel, que me registro —
inteira, consciente e eterna.
-Há apenas uma coisa que pode cegar um homem tão inteligente quanto você, Tommy. O amor.
-Tia Polly.
Porque a vida é feita de uma mistura de alegrias e tristezas.
Sem as tristezas, as alegrias são máscaras vazias,
e sem as alegrias, as tristezas são abismos escuros.
É por isso que os olhos, lugar dos sorrisos,
são regados por uma fonte de lágrimas.
São as lágrimas que fazem florescer a alegria.
Um verdadeiro amor é
Como uma verdadeira amizade...
Fácil de começar
Difícil de terminar
Impossivel esquecer..
Conhecer-te faz parte das coisas que mais mudaram minhas opniões.
Ver, aos olhos de uma menina cética e bruta, que as pessoas são mais do que se pode observar em um primeiro momento.
És rude,a´mavel,louco,carinhoso
és tão complexo quanto a simplicidade dos sentimentos
és tão real
imperfeito que alegra os meus beijos e me beija os sorrisos
Hoje eu roubaria você para mim! Levaria para
uma casinha que construí nos meus sonhos. Ela
pequena, no meio do mato, mas lá tem um lindo
Pôr-do-Sol.
Ficaríamos na varanda, sentados em um
balanço, vendo as horas passar. Me aninharia segura
em seus braços. Tudo ao som de uma sinfonia de pássaros.
Quando a noite chegar e a Lua começar a clarear.
Nos deitaríamos em uma rede colocada entre a goiabeira e laranjeira.
Eu te falaria sobre as estrelas.
Nos Amaríamos ali. Tendo somente a Lua como cúmplice.
Em frente esta casinha tem uma plaqueta escrito:
“Aqui mora o Amor!”
Eu juro, hoje eu roubaria você para Mim.
Beijo-te com Carinho.
Observando
Majestosa e formosa
Uma deusa na terra
Lábios sedutores
Hábeis gestos... Fogosos e delicados
Elegância no andar
Rasgando sorrisos e desejo por onde passa...
Sutil E provocante
Não precisa sequer falar...
Segura de si
Seu corpo sussurra, grita e rebola
Arrancando dos homens
Luxuriosos e insanos pensamentos...
É, eu tô amando uma morena, fruto tropical.
Uma morena que tem os olhos verdes. Morena verde.
Quando ela me olha, parece que me despe por completo,
logo eu, que fico tão orgulhoso em dizer que a Física
é o meu passatempo predileto fico assim sem reação
quando estou perto dela. Além do ar de menina carente,
às vezes ela usa um óculos que a deixa com cara de mulher
decidida, intelectual, cheia de si, o que dá um toque
maior de sensualidade.
Sabe, fazia tempo que eu não me apaixonava, esse amor
tá fazendo bem pra mim. Tá me fazendo descobrir quem eu
realmente sou. Descobrir que eu vivo num país plural, e que
tem espaço pra todo mundo.
Comecei a refletir sobre o quanto a gente fica com bobagem
em querer ser igual aquele cara da novela, aquela modelo
que apareceu em tal programa, Cada um tem sua essência,
e nisso consiste a beleza do mundo, ainda mais pra nós
que vivemos num país como o Brasil, multicolorido.
Descobri que não existe apenas uma garota que vale a pena,
Aquela que é o centro das atenções de um grupo social, que
nunca dá valor a quem merece e sempre faz doce. Deixa fazer,
sempre preferi pratos salgados mesmo. A gente demora, mas se
dá conta de quanto tempo perde em querer provar pra todos que
a gente tem valor.
Existe um valor universal? Existe código de barra pra
ser humano? Qual a melhor, loira, negra, ruiva, morena?
Ah, eu tô amando uma morena, que é amiga da loirinha,
que sempre estuda Física comigo.
Uma só mulher
Amar muito uma única mulher,
Para o que der e vier,
Quem é que não quer?
É a maior loucura que um Homem pode ter,
É o melhor sonho que se pode viver,
Amar para a vida inteira um único ser!
É tão absurdo eu ter que ouvir,
Que preciso amar mais de uma mulher,
Para um dia eu poder ser feliz...
Eu só quero é amar você por toda a minha vida,
És tu a minha alma gêmea a minha prometida,
A minha mulher, amante e minha namorada,
Contigo ao meu lado, na minha vida não me falta nada!
Eu não preciso de mais de um violão, para se compor uma canção,
Só tu és e vai ser a única moradora do meu coração,
Olhando para seu corpo, eu já fiz várias letras.
Quero só você e irei te amar de todas as maneiras...
Eu não quero amar mais de uma mulher,
Só quero amar aquela que muito também me quer,
Minha princesa, Rainha guerreira e de muita fé,
Minha amada, é você quem o meu coração quer...
Quando estais ao meu lado ouço varias notas tocar;
É o som do meu coração em vários acordes,
Dizendo-me que é você que para sempre eu vou amar...
Por: Igor Barros
Estrelas-do-mar
Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
– Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor.
– Você não vê? – explicou o jovem. – A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se.
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
– Para essa aqui eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.
Sejamos a diferença!
Dizem que para uma bailarina ser a primeira da companhia tem que ter equilíbrio, força e firmeza quando subir na ponta dos pés.
Não sou uma bailarina faz tempo, porém, continuo sempre treinando permanecer cada vez mais na ponta!
Não vou deixar qualquer falha no tablado da vida me derrubar, e nem mesmo as bolhas e calos me farão chorar à toa.
Calçarei todas as manhãs minhas sapatilhas, meu collant e estarei pronta pra dançar quando a música tocar, seguindo meu estilo e Sorrindo... SEMPRE!
Afinal, na minha 'escola' a primeira bailarina, sou eu!
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