Poema para uma Amiga que se Mudou
É natural que em um relacionamento, ocorram pequenas desconfianças;
Afinal de contas, uma única situação pode ter múltiplas interpretações.
"E" supor que o outro, suponha sempre o mesmo que você, é muita ingenuidade.
Hoje li num post de uma colega: “A favela venceu”.
Mas não, essa frase é uma mentira — uma ilusão fabricada pelo sistema para parecer que todos da favela venceram, quando na verdade a maioria ainda sobrevive.
Na minha humilde sapiência cercada de ignorância, ouso dizer: esse slogan é um engodo — uma falácia vendida para enganar os sábios sem sabedoria da pseudo-academia, que forma, informa e deforma jovens universitários e ex-acadêmicos com sua viseira de cavalo e diplomas vazios de consciência social.
A academia se alimenta de factoides, de narrativas polidas sobre uma universidade plural, inclusiva e democrática — mas é tudo cena. A maior mentira que criaram foi essa tal educação para todos, enquanto seguem impondo provas excludentes, currículos eurocentrados e critérios que invisibilizam quem vem da margem.
A favela só terá vencido quando não for mais favela, quando seus moradores tiverem dignidade garantida: comida na mesa, saneamento básico, educação de verdade, saúde pública eficaz e segurança sem medo.
Até lá, quem vence são os corpos isolados, as exceções que viram manchete.
Mas não — a favela, como coletivo, ainda não venceu. E talvez nem tenha sido feita pra vencer dentro desse jogo viciado.
Vadio
Aqui mas uma vez, mentindo só para deitar em sua cama.
Só por alguns minutos a vida vale a pena.
Quando você percebe eu já fui...
Mas não importa.
Se eu te magoar, é só te levar um buquê.
Eu não ligo.
Tem tantos igual a mim.
Tantas igual a você.
Não venha dizer que eu me mudei, sempre fui assim, as pessoas te avisaram mas só acreditou na própria verdade.
Que egoísta.
Achou que podia me mudar?
Não se preocupe meu bem, o problema sou eu.
Eu não quero essa responsabilidades.
Sentimentos são muita coisa para alguém vazio igual a mim.
Até pediria desculpas, mas meu bem, eu sou assim.
Vadio.
Vazio.
Sei, tudo pode ser ilusão
Mas não é assim uma paixão?
Apenas fique aqui, só mais um pouco
Deixa eu te sentir
- "Nas Entrelinhas"
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo.Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O QUE O JAKURISMO PROPÕE?
O Jakurismo como uma corrente filosófica autoral de Jack Indelével Wistaffyna, propõe uma forma de viver marcada pela autenticidade, autodomínio, sabedoria crítica, espiritualidade livre e integridade ética.
Jakurismo é uma filosofia de vida que incentiva o indivíduo a se libertar da ignorância coletiva, cultivar sua própria identidade consciente, desenvolver sabedoria por múltiplos ângulos e buscar respeito através do autoconhecimento e da autenticidade, sem se submeter à aparência, comparação ou dogmas religiosos.
O SIMBOLO DO JUMENTO
Na filosofia Jakurista, o jumento é uma metáfora do ser humano domesticado, condicionado e conformado, que:
Vive preso à repetição,
Segue o sistema sem questionar,
Aceita verdades prontas sem reflexão,
Se move em manada, motivado por medo, vaidade ou status,
É guiado por outros, e não por si mesmo. Diferente do símbolo do Leão.
O SIMBOLO DO LEÃO
O Leão, na filosofia jakurista, representa: O filósofo:
Aquele que lidera com respeito, não com força bruta.
Que vive com honra, e não com aparência.
Que fala pouco e observa muito, como a águia.
O Jakurismo, portanto, é uma proposta filosófica de autoconstrução pessoal, onde o indivíduo:
Se destaca pela diferença consciente,
Combate seus próprios limites internos,
Busca a verdade com olhos críticos e visão ampla,
Vive com respeito, fé livre, e autenticidade.
O jumento representa o homem que vive na superfície, enquanto o leão representa aquele que mergulha em si mesmo e nos livros em busca de conhecimento para se libertar.
CONCLUSÃO:
No Jakurismo, o termo jumento não é um insulto, mas sim uma alerta e um código simbólico: ele representa aquele que ainda não despertou.
Ser jakurista não é viver como jumento. É escolher a consciência, o pensamento analítico, crítico e a integridade mesmo que isso signifique andar só. Ou ser rejeitado na sociedade.
A vida é uma luva
Uma hora queremos colocar, mas está quente e resolvemos tirar
Tiramos e então está frio e resolvemos colocar
Nesse vai e volta, de ir ou ficar, eu decidi viver sem me preocupar.
Se seu cérebro tivesse dentre suas
pernas, você teria uma mente aberta.
Pena que isso não acontece, então
feche as pernas e abra a mente.
E se for abrir realmente, abra os dois
até mesmo os olhos, cuidado com os
intencionados foque nos interpretativos.
Minha paz, meu asilo, meu momento.
Tudo uma questão do velho amigo tempo
A emoção, a intensidade.
Uma verdade absoluta: Quem tem fé no que busca, chega até a voar.
Em minha esperança carrego o peso das mudanças
Quase desisto de chorar, como uma criança ganhando um doce.
E se toda choradeira fosse simbolo, do quanto custa cada lágrima?
Á lágrima é rica nela valoriza-se sua dor.
O travesseiro com sua absorvência se enriquece toda noite.
E meu papel se rasga todos os dias.
Valorize suas lágrimas, aos que reclamam que choram muito. A lágrima lava por um momento, depois voltamos a sujar os olhos com a tristeza. A felicidade dura por um momento, também caem lágrimas por não caber aos olhos tanta alegria. Os que não choram? Bem, na escrita toda tinta que cai no papel e vira palavra, é lágrima.
No melaço da paixão doou a alma e seu pobre coração.
Rico seu nobre amor lhe deu uma flor sem nenhum valor para quem olhou.
Se emocionou ao receber.
Pude então entender caro leitor no perceber
que no amor não se mede valor,
nem tão pouco se dar preço.
Amor é lenço que enxuga as lágrimas e limpa momentos de dor.
Amar quem nem te amou? Isso mesmo! Ama porquê ama? Pelo mesmo motivo que se joga na cama pra sonhar com o que sonhou e ainda não realizou.
Infernos do cotidiano.
A uma única forma de perceber o quanto está sob pressão e, em compressão as nossas vidas é analisando os desgastes cotidianos. Uma rotina é gerada dentro da prisão de um desespero qualquer, isso, nos leva a sufocar por pura falta de agilidade dentre as adversidades da vida adulta.
Estabelecer rotinas é uma necessidade humana para dar continuidade a simples fatores (acontecimentos de constância.) que nos levam a prosseguir na vida sem se perder. A rotina é um inferno que beneficia, sair dela em segurança é necessário para que não venhamos a enlouquecer. O beneficio é o alcançar de objetivos por estar sempre em uma prática estabelecida dentro do que se faz. Um inferno na rotina é ver a rotina com os olhos de quem não chega a lugar nenhum como uma
A tarde caiu,
um dia de frio.
Uma coberta discreta.
O calor que aquecedor,
aquecer que vira dor.
Quando foge das cobertas,
deixa o vento frio subir as pernas.
Essa tarde dos poetas.
Esses versos que me rimam,
esse amor por mim, menina.
A casa de árvore no andar sem virar chave.
O oceano que derrame olhar,
areia do branco sorriso.
Meu olhar que vira sol,
me virar só, me deixe sol.
Ao iluminar dos abajus, meu amor nas noturnas luzes.
Meu amor nas nuvens que sopram o vento.
Meu amor sumiu das mãos,
se foi juntamente com o vento.
Enquanto passava o café, lembrava de tempos passados
Lembrei de uma menina banana, cheia dos cachos
Da lança que me furou, quando meu amor partiu, lembrei do parto
Daquele quarto, do cigarro, das cinzas que sobrou, de quem soprou ao meu rosto palavras
Fiz um chá de boldo pra moça, queria te guardar no bolso, guardei no coração
Pedi perdão, por ser assim meio pé no chão, fui galopante, fui distante, vazante, ignorante
Nem aprendi a voar, como você meu passarinho
Cê voou e nunca mais voltou ao meu ninho!
Deveria te prender na gaiola, mas não queria te ranca as asas livres
Tua liberdade deixou no peito saudade
Acabou em bate bola
E agarrando as lembranças que me chutam a mente, não consigo trazer nenhuma de volta ao meu presente
Tenho uma vaga lembrança
Do mato, do passarinho que beijou a flor
E a traiu com voo livre
Tenho uma vaga lembrança
Do cheirinho de terra molhada
Tenho uma pequena esperança, que o seco da garganta, ira se irrigar de saliva
Tenho chão, não tenho sapatos
Pés que riam, hoje só rachão.
Secou todo o meu Nordeste, mas não secou o coração
Ta vazio o grande rio que me banhei
Ta cheio de água salgada, tenho o mar nos olhos
Mas, não dá pra por no copo
Tiraria um gole se fosse doce!
Assim mataria a minha cede ao invés de morrer com ela
Saudade da nuvem preta, ela chorava de felicidade quando nos via
Dava pra escrever uma historia, minha paixão por ela era grande
Eita vento galanteador! Faz sete anos que não vejo minha preta, em um sopro você a levou.
Não me chame de poeta.
Não sou uma dedicatória da história, sou a cria dos próprios pensamentos, os papéis lambem e degustam dos meus pensamentos!
Todos nós somos poetas, em afirmação sim senhor!
Poetas, e quando digo isso tenho certeza absoluta, na alegria ou na tristeza se põe as mãos em uma caneta sai dali a poesia. Dane-se que não tenha rimas, se você entende o que quis dizer no seu momento, interpreta e se liberta, é sim poesia.
Fim.
Presente de Deus.
Fizera assim.
Tão bela quanto Monalisa.
Uma moça, feita a de Ipanema.
Uma flor de Lis para Djavan e também pra mim.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Gaguejo ao te ver sorrir.
Te peço que seja quem queres, mas seja só você.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Maiana.
Seja você quem ama, quem queres ser.
Mas seja só você.
A mulher brasileira é uma mistura de beleza, encanto, feminilidade e força. Nenhum presente caro é suficiente para capturar toda a riqueza e diversidade da beleza brasileira. Seus cabelos longos e ondulados, seu olhar profundo e seu sorriso contagiante, tudo isso é parte de uma beleza única e misteriosa. Seu charme natural e seu senso de humor encantam todos ao seu redor, e seu espírito livre e alegre encoraja todos a viverem a vida ao máximo. A mulher brasileira é um mistério que não pode ser explicado em palavras, e nenhum presente é suficiente para capturar toda a beleza e energia que ela exala.
Marcos tinha um jeito único de expressar seu amor. Seus românticos gestos e palavras doces eram como música para os ouvidos de quem amava. "Você é a luz que ilumina meu caminho, a poesia que me faz sonhar e o motivo que me dá forças para seguir em frente", disse ele.
O espelho é uma janela para a alma humana, refletindo não apenas a aparência exterior, mas também as emoções escondidas e pensamentos íntimos que estão além da superfície. É uma ferramenta poderosa para entendermos a nós mesmos e descobrirmos quem somos verdadeiramente. O espelho nos mostra quem somos, nos dando a oportunidade de explorar nossa psique e encontrar a verdadeira essência de nossas almas.
O espelho é uma janela para a alma humana, refletindo não apenas a aparência exterior, mas também as emoções escondidas e pensamentos íntimos que estão além da superfície. É uma ferramenta poderosa para entendermos a nós mesmos e descobrirmos quem somos verdadeiramente. O espelho nos mostra quem somos, nos dando a oportunidade de explorar nossa psique e encontrar a verdadeira essência de nossas almas.
Eu acredito que é nosso dever trabalhar nossas almas para fazer a diferença na eternidade humana. É por isso que sou narrador de poesia, porque acredito que a poesia é uma forma maravilhosa de expressar a essência da humanidade e de nos conectar ao nosso interior. É por meio da poesia que me sinto capaz de honrar a eternidade humana e de passar as mensagens de amor e esperança para as próximas gerações.
Na segunda-feira, Deus me ensinou uma canção nova. Foi uma canção de bênção. A melodia era suave e envolvente, cheia de empatia e calor. As palavras eram como uma flor perfumada, tão linda que eu não podia deixar de amá-la. A canção me encheu de esperança e me fez lembrar da grande bênção que Jesus Cristo me mostrou naquele dia.
Nesta segunda-feira, Jesus Cristo inspira a todos nós a transformarmos nossa vida em amor, flores, empatia e carinho. Seus ensinamentos nos ajudam a desenvolver cada detalhe emocional e físico de uma pessoa, para que possamos caminhar em direção a uma vida melhor. O amor é a força que nos motiva a fazer o bem, a sermos gentis e a nos ajudarmos uns aos outros. Com essas ações, podemos tornar nosso mundo um lugar melhor.
O Anjo de Deus é a força motriz desta gente. Eles são guiados pelo amor, bondade e esperança que os anjos trazem. Eles lutam com bravura e determinação para atingir suas metas e alcançar seus sonhos. O Anjo de Deus trás consigo as lições de que o mundo precisa para ser melhor, e essa é a essência desta gente.
Deus olhou para o mar e abençoou a sua filha, dizendo que ela era obra de suas mãos. Ele prometeu que a amaria e protegeria para sempre e que a restauraria quando ela precisasse.
Marcos é uma figura emblemática da literatura brasileira, sendo uma fonte de inspiração para momentos de reflexão e introspecção. Sua obra é um exemplo de criatividade e sensibilidade, abordando temas profundos e pertinentes à realidade brasileira. É por isso que seu trabalho continua a inspirar gerações de leitores e escritores.
Nunca senti o que é revolucionário. É uma sensação que não pode ser descrita com palavras, pois é única para cada pessoa. É uma sensação de mudança, de poder, de liberdade. É como se todas as possibilidades estivessem à nossa disposição e não houvesse limites para o que podemos alcançar. É um sentimento que nos motiva a fazer o que é certo e a lutar por aquilo em que acreditamos. É um sentimento que nos dá a coragem de tentar algo novo, de sair da zona de conforto e de nos transformar. É um sentimento que nos faz acreditar que podemos mudar o mundo.
Você tem que parar de adiar tudo para amanhã. Hoje é o dia de tomar decisões e aproveitar as oportunidades que aparecem. Não se engane, não é fácil, mas vale a pena. Seja corajoso e não desista de alcançar seus objetivos.
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