Poema para uma Amiga que se Mudou
Um grande vazio no meu peito
Sinto com se tivesse perdido algo ao logo do tempo
Algo que não conseguia compreender
Até eu perceber...
Que não importasse com o que eu tentava preencher
Esse vazio jamais iria desaparecer
Porque o que eu perdi não tem volta
Apenas me resta memórias
Memórias de quem um dia eu já fui
Porque o que eu perdi
Foi uma parte de mim
Uma essência de mim
Eu me perdi.
ASS:313
Conexões mentais são raras:
Acho lindo quando a pessoa presta atenção na outra. Quando ela observa os detalhes, os gostos, os interesses. Quando alguém realmente mergulha na outra. Decora a comida favorita, o perfume, os traumas, as cicatrizes, sinais. Admiro quem consegue ir além da superficialidade. Admiro quem se conecta de verdade, quem vai além da pele e da beleza. Admiro quem consegue encontrar assunto mesmo não sabendo exatamente o que falar mais, quem se mantém interessado durante a rotina, e não só final de semana, quem se esforça para te animar e te fazer sorrir, porque simplesmente se importa.
Conexões fracas não satisfazem corações profundos. É lindo encontros de duas pessoas que se enxergam mutuamente, que se jogam de cabeça naquilo, mesmo que tenham cicatrizes.
(des)amparo
você me deixou, mas não só me
deixou. deixou a vida sem graça.
deixou meu dia improdutivo. não
foi você, fui eu. você se foi e eu me
permiti que a vida ficasse sem cor.
eu me deixei por você e procurei
amparo em mim.
Sem um dia eu morrer,espero que meus amigos lembrem de mim.
Espero que a Afrodite finalmente saiba o significado de amar
Espero que a Coreana saiba o que é ser aceita,por ser quem é
Espero que o Godinho conquiste tudo o que quer
Espero que a Hades viva uma aventura de cinema
Espero que a estressadinha finalmente consiga ficar com o João do Herik
Espero que o Aliel saiba o que é ter vontade aprender e
Espero que o idiota seja feliz
O que faz você feliz?
Você feliz o que que faz?
Você faz o que te faz feliz?
O que faz você feliz você que faz.
Geraldo Neto lança mais um livro!
A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como:“Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho.
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
Ao caos decidiu tornar hermética e incompreensível a si mesma,
Jovem e pequena Nephele, diante das desavenças da vida!
Se no mundo não há sentido, porque nos versos hão de ter?
Oras, saudosos, não carrego mais em minhas palavras
A verdade dos mil dias em que sorri à abóbada e
Esbravejei que dentro de mim resistia à vida!
A morte resiste dentro do ser que ousa chamar a si de vivo,
O não-ser pôde se tornar a única e indescritível vontade de expirar o último suspiro em direção ao zéfiro!
Terra, grande Mãe e Criadora do Céu e do Inferno,
Imploro, por meio deste Apóstrofe desiludido,
Que leve consigo todo o temor substancial e arrependido de meu ser,
E que traga, em sua bagagem, a mocidade
Que se perdera onde não se tangem mais os devaneios juvenis!
Terra, detentora de tudo – inclusive de meus pensamentos –
Encubra o meu doloroso cerne e limite-o
A temperança duma bebedeira comum!
Portadores de subjacentes e melodiosas almas,
Correndo ao infinito, ver-te-ia entrar, abscôndito, em vosso próprio túmulo contemporâneo.
Sabor doce advém do arcaico, cultuarei, pois bem, a falta de modernidade
E gritarei ao além que minh´alma volte apenas por duzentos anos
Num tempo em que agridoce era o sabor da sociedade,
Ora corajosa, ou ora repleta de verdade!
Observações preliminares.
" 1. É um erro crer-se que basta a certos incrédulos o testemunho de fenômenos extraordinários, para que se tornem convictos. "
Allan Kardec.
" V. — Entretanto,se conseguísseis convencer-me, conhecido que sou como antagonista das vossas ideias, isto seria um milagre eminentemente favorável à causa que defendeis.
A. K. — Lamento-o, caro senhor, porém não tenho o dom de fazer milagres. Julgais que uma ou duas sessões bastariam para adquirirdes convicção?
Seria, realmente, um verdadeiro prodígio; eu precisei de mais de um ano de trabalho para ficar convencido; o que prova que não cheguei a esse estado inconsideradamente. "
Resposta de Allan Kardec a um crítico.
Onde há uma grande vontade de aprender, haverá necessariamente muita discussão, muita escrita, muitas opiniões; pois as opiniões de homens bons são apenas conhecimento em bruto.
O encanto da novidade, caindo pouco a pouco com uma peça de roupa, punha a nu a eterna monotonia da paixão, que tem sempre as mesmas formas e a mesma linguagem.
Quando o cérebro humano se distende para abrigar uma ideia nova, nunca mais volta à dimensão anterior.
Uma língua avara de discursos é um tesouro entre os homens. O mais precioso é a medida das palavras que os compõem. Se fores maldizente em breve dirão mal de ti.
Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.
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