Poema para um Lider
Amores bandidos.
Dê um tempo para as paixões bandidas da sua vida, vire a página. Chega de romances “afasta e volta”, “vai e vem”, daqueles que são ótimos na saudade e péssimos na realidade. Amadureça afetivamente.
Claro que todo amor bandido tem um toque de excitação, afinal, de regra é na cama que ele eclode. O amor bandido tem desafios, diferenças que o homem teimoso acha que pode superar. Nas paixões bandidas um e outro querem “vencer” as diferenças, aquilo que vêem de ruim no outro.
Amores bandidos são prisões, calvários afetivos e não libertação, rejubilo e alegria que são as bases de uma relação afetiva saudável e feliz. Amor bom é aquele que não precisa da saudade para se fortificar, é aquele que não precisa se tornar um vácuo para ser valorizado.
Ama bem, quem se ama bem. Ama bem quem tem maturidade e quem consegue estabelecer um relacionamento saudável e harmonioso no dia a dia. Pessoas assim só sentem saudade quando o outro viaja, quando o outro está ausente e não quando o outro,infeliz e magoado, foge mundo afora.
Assim como existem os doentes da mente, os doentes fisicamente existem os doentes afetivamente: Pessoas que não conseguem estabelecer um relacionamento forte e maduro, pessoas que precisam da briga, que precisam da desarmonia e da plena ausência do outro para valorizá-lo. Existem pessoas que só sabem amar bandidamente, isso é um fato lamentável.
Fuja desse tipo de pessoa pelo bem de seu próprio coração. Quando você tiver se tornado saudade, quando ele sentir o vazio de sua falta ele vai acreditar que lhe ama e que você é tudo para ele, mas quando, enfim, ele conseguir lhe trazer para a prisão de seus braços vai lhe judiar e maltratar novamente. E assim você irá embora, e assim ele vai a sua caça e este jogo continua indefinidamente até terminar em tragédia, ou, quiçá nunca findar.
Estrelas-do-mar
Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
– Por que está fazendo isso? – perguntou o escritor.
– Você não vê? – explicou o jovem. – A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se.
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
– Para essa aqui eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.
Sejamos a diferença!
O GOLEIRO !
Jogo um esporte fantástico, o futebol!
Porém, jogo em uma posição muito complexa;
muitos dizem que a melhor defesa é o ataque;
outros dizem que a defesa começa por mim;
tudo que desejo é uma boa zaga, pois sem ela pouco posso fazer;
se jogo mal meu time perde, se jogo bem nem a vitória é certa;
pois a vitória não depende só de mim, no máximo um empate garanto se der sorte;
se perdermos posso até ser culpado, se vencermos foi um trabalho em equipe, existem exceções claro, afinal tem os pênaltis, que para mim é outra conversa...
se faço minha parte foi incompetência do adversário, se não faço sou o vilão
sinceramente, nem sei por que estou nessa posição
treino só! torço só! comemoro só! sofro só!
muitas vezes os mais próximos de mim em campo são meus substitutos e meu treinador
não sei se jogo na posição por coragem ou por loucura !
só sei que, independente das circunstâncias, quando entro em campo tento me doar ao máximo, pois a única certeza que tenho é de que tudo está em minhas mãos.
O Tempo em Fragmentos
A fotografia é um fragmento do tempo, de um lugar, um momento que jamais será o mesmo, não com o mesmo tempo.
Ao visitar um lugar, lembre-se de que aquele tempo permanece vivo apenas na lembrança e fragmentado em fotografia.
Tudo muda: as águas não voltam, as nuvens não formarão a mesma figura, o soprar dos ventos altera as formas, as folhas se renovam e tudo se faz novo.
E, talvez, seja isso que acredito: o tempo fica fragmentado.
Mas, em cada fragmento, há uma parte do todo que nos transforma. A fotografia não é só memória, é um reflexo daquilo que não se vê à primeira vista, daquilo que se sente no silêncio entre o olhar e o gesto. Ela revela o que o olho não percebe no movimento da vida, guardando para sempre aquilo que, de outra forma, se perderia na vastidão do tempo.
A fotografia como ponte entre o tempo e a memória
A fotografia é mais do que um simples registro, é um portal entre o passado e o presente. Cada imagem carrega não apenas cores e formas, mas histórias, sentimentos e fragmentos de tempo que poderiam se perder na correria do dia a dia.
Através da minha lente, busco capturar a essência da minha cidade, os detalhes que muitas vezes passam despercebidos, mas que são a alma do nosso povo. É sobre tornar visível o que já faz parte de nós, ressignificar espaços, rostos e momentos.
Quando uma fotografia resgata uma lembrança, ela prova que o tempo pode ser revivido. E é assim que construímos nossa identidade: entre memórias que resistem e imagens que nos fazem sentir.
OCUPANDO-ME COMIGO MESMA
A busca pela minha felicidade ocupa um imenso espaço dentro de mim,
toma todo o meu tempo e energia.
Meu foco está concentrado em um único propósito: ser e estar feliz.
Fazer da felicidade uma escolha diária, um compromisso constante comigo mesma.
É um processo que exige atenção, mas que se torna uma jornada de autodescoberta, onde o amor-próprio floresce e a paz se encontra.
O Silêncio Que Fala
Existe algo divino nas palavras silenciosas que habitam a fala do olhar.
Um idioma que não se aprende nos livros, mas no sentir.
É preciso que haja um acordo sutil entre quem vê e quem transmite,
um pacto invisível onde a verdade não pode se esconder.
Assim como moldamos nossa fala e afiamos nossa escrita,
deveríamos ter em mãos a cartilha da linguagem das almas: o olhar.
Olhar que acolhe, que desnuda, que grita em silêncio.
Há olhares que embalam, há os que ferem,
há os que são porto seguro, e os que são tempestade.
Alguns são abismos, outros, pontes.
Mas poucos sabem realmente escutar o que os olhos dizem.
Poucos compreendem que, antes da palavra,
foi o olhar que desenhou o primeiro poema do mundo.
A Parte Intocável da Liberdade
Existe um território onde ninguém toca, onde nem mesmo as amarras do tempo podem prender. Um espaço que não se mede em metros, nem se dobra às regras do visível. Esse território é a essência da liberdade — aquela que reside na imaginação.
Na vastidão do pensamento, não há fronteiras que impeçam a criação de mundos, nem correntes que limitem os voos mais altos. A imaginação é a fuga e a morada, o refúgio e a explosão. É nela que a realidade se curva diante do possível, e o possível se expande além do que ousamos prever.
Ser livre, no mais puro sentido, é poder fechar os olhos e enxergar além. É transformar ausências em presenças, dores em arte, silêncios em poesia. É construir castelos onde antes havia ruínas, e dar vida ao que o mundo insiste em chamar de impossível.
Há uma liberdade que ninguém pode tirar. Uma que se move entre as palavras, que dança entre os devaneios e se eterniza no que criamos. E enquanto houver imaginação, haverá sempre um espaço intocável onde somos infinitamente livres.
Meu amor por você,
Não pode ser descrito em meras palavras.
É um sentimento maior que versos, estrofes ou poemas,
um sentimento demonstrado através de atos, pequenos gestos, simples detalhes.
Um sentimento inexplicável, e incomparável.
Um sentimento único, chamado AMOR!
O Beijo: Quando Corpos se Tocam e Almas se Encontram
Um beijo nunca é apenas um beijo. Ele carrega em si a força de um portal, abrindo passagem entre dois mundos, duas essências, dois destinos que se cruzam. É a chave que destranca corpos e almas, um sussurro silencioso de tudo o que pode vir a ser.
Quando há verdade nele, cada toque de lábios acende chamas, desperta desejos e faz estremecer a pele. Mas mais do que fogo, um beijo é conexão. É sentir o outro sem pressa, percorrer seu universo na ponta da língua, decifrar sua alma em um único instante.
Não dá para tocar qualquer boca sem querer ir além. Porque um beijo não é só um gesto; é um mergulho. E para aqueles que sentem com profundidade, não há prazer no raso. É preciso desejo, mas não só do corpo—da alma. É preciso entrega, mas não só do momento—do ser inteiro.
No fim, um beijo verdadeiro não termina quando os lábios se afastam. Ele deixa marcas na pele, na memória, na energia que se troca e se carrega. Porque quando corpos se tocam, o instante pode acabar. Mas quando almas se encontram, o impacto permanece.
Memórias Imortalizadas
A fotografia é um portal silencioso, onde o tempo se dobra e o instante é retido. Como um eco suave, ela resiste às marés da existência, conservando fragmentos do que fomos e do que ainda somos. Cada imagem capturada é uma memória que não se perde, um testemunho de uma realidade que se recusa a desaparecer.
Ela é a ponte entre o presente e o passado, permitindo que o olhar viaje para um tempo distante, onde as emoções, os cheiros e as cores ainda vibram. Ao revisitar essas imagens, somos transportados para um lugar onde a realidade se mistura com a lembrança, e o tempo parece parar, deixando-nos imersos em cada detalhe.
Mas é no eco da fotografia que encontramos sua verdadeira força. O tempo pode passar, as paisagens podem mudar, mas aquele momento, aquele olhar, jamais será esquecido. A fotografia carrega consigo a resistência de um eco que se repete, como uma melodia atemporal, lembrando-nos do que foi e do que sempre será parte de nós.
Em cada clique, a memória se eterniza. Não importa o quanto o mundo mude, os fragmentos do passado permanecem imortais, prontos para serem revisitados sempre que necessário, como um refúgio onde o tempo não ousa entrar.
Nunca se viu, em toda a história da humanidade, um culto ao ego tão exacerbado como o de hoje. As pessoas desenvolvem a necessidade de fingir que sabem tudo, ganham todas e acertam sempre. Cada vez mais, exige-se que a pessoa mostre o que não é, fale o que não sabe e exiba o que não tem.
Nesse mundo de ostentação, as pessoas se encontram mas não se relacionam, trabalham mas não se realizam e, principalmente, vivem sem conhecer a própria alma.
As pessoas tentam ser super-heróis e acabam se tornando superdepressivas. Na tentativa de parecer ser e ter o máximo, acabam vivendo com o mínimo...
O mínimo de paz de espírito.
O mínimo de amor.
O mínimo de sentido de vida.
O resultado dessa busca neurótica é um vazio insaciável, pois ninguém consegue viver a ilusão de ser o máximo por muito tempo. Uma hora a máscara cai, e o super-herói volta a ser simplesmente um ser humano.
Um olhar vago, um sorriso calado,
Uma sensação de abandono,
Uma guerra íntima e perdida,
Uma lágrima prestes a cair.
Quando eu estava sozinho, e não tinha nada
Eu pedi um amigo para me ajudar a suportar a dor
Ninguém veio, a não ser Deus
Amar-te, amarei;
Mas é apenas.
Felicidade não sei se terei,
um amor não correspondido,
não é muito legal.
Mas se fosse? O que iria fazer?
Não sei se bastaria
Não sei se é real
Não sei se posso
Mas é apenas o que há
apenas esperar.
Edward: Eu deveria ter me afastado há um tempo. Devia ir embora. Mas não sei se posso.
Bella: Não quero que vá embora.
Edward: É exatamente por este motivo pra que eu vá. Mas não se preocupe. Por ser essencialmente uma criatura egoísta, quero demais sua companhia pra fazer o que deveria.
[Meu Pai Dizia]
Um dia foram pais carinhosos,
Hoje não são mais do que idosos.
Pelos aprendizes são mal tratados,
Vivendo uma vida de aposentados.
Em um dia foram mestres,
No outro foram fardos.
Membros de um grupo desgarrado,
Pais da evolução, filhos da perdição.
E o velho retirante se coloca a caminhar,
Na busca por um fio do passado a restaurar,
Passado em que sentiu orgulho de viver,
Viveu e assumiu paixões no entardecer,
Sem medo do escuro dominar sua clareza,
Usou toda a artimanha era o rei da esperteza,
Não detinha um centavo mais foi o mestre da nobreza.
Ouvimos os murmúrios, aprendemos os martírios,
Sentimos o perfume mergulhando sobre os lírios,
E no final da trilha te sobraram dois destinos,
Ou o asilo ou o exílio, mas eu prefiro o Sol Divino,
Um dia eu ouvi meu Pai dizer:
Só morre de verdade quem não viver,
Porque quem vive e faz por merecer,
Jamais verá o eterno anoitecer.
Um belo dia !
Meu Pai dizia...
O ato Ético é um ato de religação:
com o outro, com os seus,
com a comunidade, e uma inserção
na religação cósmica.
Aprenda a valorizar as coisas mais simples da vida.
Um sorriso vale muito mais que um anel de diamantes.
Não é preciso ter dinheiro parece ser feliz, é preciso ter amor...
O dinheiro ajuda, mas não existe existência mais pobre do que viver sem carinho, sem paixão...
Não digo para morrer de amor, mas digo para aproveitar cada instante ao lado de quem você ama.
Eu adoro quando você não aceita um “não”
Eu adoro quando você faz o quer
Só por que disse que iria fazer
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