Poema para um Lider

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ASAS

Sonhos sem asas foi o meu
Busquei o infinito
Senti um despertar
Um sonho de Ícaro...

Nuances belas avistei
Num multicolorido indescritível
Voei alto demais, busquei o pináculo...
Enveredei pelo desconhecido...

Sem estruturas minhas asas cansaram-se
Lutando e sonhando compreendi...
Sou mero sonhador, um tolo, um bobo...
Um pobre pecador, que suplica piedade...
Amém!

COMO VOCÊ ENXERGA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Cada um enxerga com os óculos do coração
Com a sua visão interna, com sua luz
Alguns verão azul e tudo será azul
Outros verão amarelo e tudo será amarelo
Outros verão branco e vermelho e assim será
Outros verão cinza e tudo tornará-se cinza
Outros verão preto/negro e tudo será escuro,
cheio de trevas, decepção e até a morte
Outros verão verde e tudo será esperança e busca
Qual óculos você usa, tudo depende de você...

Justiça: Verdade e Misericórdia


A justiça não é apenas dar a cada um o que merece, nem se resume a punição ou regras frias. A verdadeira justiça começa onde o ego termina e exige consciência, empatia e verdade.


Ela se sustenta em dois pilares:


Verdade, para não distorcer os fatos


Misericórdia, para não destruir pessoas


Sem verdade, vira manipulação. Sem misericórdia, vira crueldade.


No cotidiano, justiça aparece nas pequenas escolhas: reconhecer erros, não prejudicar quando se pode, tratar todos com dignidade. Mas também existe a justiça interior, que é ser honesto consigo mesmo, equilibrando autocobrança e autocompaixão.


A justiça perfeita é rara, pois somos limitados e julgamos com emoções. Ainda assim, buscar justiça é um exercício constante de humildade: ouvir antes de julgar, pensar antes de agir, compreender antes de condenar.


No fim, justiça não é apenas um conceito, mas um caminho: fazer o bem da forma mais correta possível, com verdade na mente e compaixão no coração — mesmo quando isso é difícil.


Chico Uchoa

Uma Reflexão sobre a Vida


A vida é como uma longa viagem em um universo imenso… às vezes bonito, às vezes confuso, mas sempre cheio de caminhos desconhecidos. Crescer é inevitável. A gente se distancia, descobre o mundo, enfrenta medos, comete erros. Há momentos em que parece que estamos longe demais — longe de quem fomos, longe de quem amamos, até longe de nós mesmos.


Mas existe algo que nunca muda. Existe um lugar invisível, silencioso e constante… um lar. Não feito apenas de paredes, mas de abraços, memórias e amor. Um lugar onde não precisamos fingir, onde podemos simplesmente ser.


A vida nos convida a ir — a tentar, a cair, a aprender. Mas também nos lembra, com delicadeza: você sempre pode voltar.


E talvez essa seja a maior beleza de tudo…Saber que, mesmo a milhões de distâncias de quem fomos um dia, ainda existe um caminho de volta para quem realmente somos.


Porque no fim, não importa o quão longe a gente vá…O amor sempre sabe onde nos encontrar.


Chico Uchoa

Quando o Coração é Provado: Entre Sombras e Verdades.

Em Provérbios 18:24, existe um contraste silencioso: nem todo laço resiste, nem todo “amigo” permanece — mas há aqueles raros que se firmam além do esperado. No caminho, porém, surgem decepções, muitas vezes vindas de onde menos se imagina, como sombras que revelam o que antes parecia luz.

Nesses momentos, o maior desafio não é entender o outro, mas preservar a si mesmo. Não permitir que a dor endureça o coração, nem que a injustiça apague aquilo que há de mais verdadeiro dentro de você. Ser superior não é reagir, é permanecer — íntegro, humilde e fiel à própria essência.

Há quem ainda não compreenda o amor, e por isso fira. Mas cada atitude fala mais sobre quem a pratica do que sobre quem a recebe. Cabe a você se recompor, em silêncio se necessário, e seguir de cabeça erguida, confiando que nada passa despercebido aos olhos do que está acima de tudo.

Permaneça autêntico. Altruísta de verdade. Não apenas em palavras, mas em ações. Porque a imperfeição é humana, mas nunca será justificativa para a maldade.

E, no fim, entre perdas e revelações, ficam apenas os verdadeiros — aqueles que, sem alarde, se mostram mais próximos do que um irmão.

Chico Uchoa.

Quando estiver em um jogo em que deva agradar aos outros para provar o seu valor, lembra-te que tens a liberdade de escolher não jogar.


Benildo Nuvunga

O vento que batia
nos tijolinhos desnudos
produzia
um som estranho.


Num gargalhar tacanho,
sussuros por trás dos muros,
de arrepiar.


Pareciam almas penadas
caminhando pelas madrugadas
tentando se comunicar.


Será que há um lugar
para as almas condenadas?


De olhos fechados,eu tremia
enquanto minha mãe roncava.
Ela não se importava,
enquanto eu rezava.


Dizia que seu medo era dos vivos.
Do bicho papão que subia as escadas
para nos pegar.


Sua força e coragem me instigaram
a ser melhor,ter fé e acreditar.
"Que seja feita a vossa vontade"
e não a minha,nesse momento de dor.
Esta oração dolorosa vem carregada
de amor.E aceitação.
Que Jesus ampare e guie
seu espírito
nestes novos caminhos,
ficamos aqui
apenas memória e recordações
guardadas no coração.


Andréa

- Desculpe te incomodar tão cedo.
Com meus dilemas e preocupações
nesse arrastar de um triste enredo.
- Tomo um gole de fé
enquanto engulo a vida
e o dia me convida.
Parece tão clichê falar de dor.
Ao longe uma melodia, quem deu ao vento o som de poesia? Conhece bem meus lamentos. Abotoou um tempo de guerras e misérias, isolada em meu canto assistindo ao nascer de dias.

Quem deu voz aos poetas para expor sentimentos? Conhece bem a escuridão desses momentos. Quem me deu as asas e calçou meus sapatos
sabe bem a dor dos meus passos…

Poesia


um balé de palavras
para dar voz a alma.
Dançar por cima de letras
entre a compreensão
de si mesma
e a vontade de desabafar.


Coreografia de línguas
para acasalar
numa dança de hiatos e rimas
tentando rimar emoções.


tipo isso
passando a língua em você
e nem percebe,usando verbos
numa linguagem que só eu entendo.
É tudo mais intenso,
os sentimentos mais exacerbados.
A carência mais presente e violenta.
Numa poesia que movimenta emoções
num latejo que se alastra nesta avalanche,do que vive a me consumir.
Até expulsar o coração numa gramática.
Mil sentimentos em folhas de amor.
que deixo ir…


andréa

⁠-deixa eu te incomodar
por um momento
e desabar meus sentimentos
e emoção.
Sei que que vai me achar
uma maluca que esmurra
a mesma porta
sabendo que está trancada
e não vai conseguir entrar.


Deve me achar uma burra.
Por repetir a mesma cena
todos os dias,o coração
sem conseguir parar.


As vezes,tudo o que temos
são sonhos e uma pena.

Palavras
São cicatrizes
que contam histórias.
Letras,
apenas arabescos
de memórias.
Eu,um coração
num alfabeto sem direção.
Semeando dores e poesias
em versos grotescos
neste chão.

-Sabe porque sou tão ansiosa,amedrontada,
tensa e nervosa...?
Porque desde criança
tive que lidar
com coisas que fugiam
da competência
de alguém tão pequeno.

Andréa

Saudades...

Um colo era tudo que eu queria.
Apenas para te contar
como foi o meu dia.

Desabafar.
Chorar até esvaziar
essa solidão.

Depois, na calma do seu cheiro,
amando até os átomos
do que você é feito.

Minha peça de carbono,
minha kriptonita...

Eu vou me achar
em toques e beijos
até a poesia amanhecer.

Deixa eu me acabar em você.
É melhor do que viver
na tristeza de não poder te ter.



Andrea⁠

TREVAS

Meu coração é como um rio
soprando ondas de ar no frio
de suas indagações.

E o corpo exala seus odores
em estado de putrefação...

Quem vai pagar as flores
que enfeitarão meu caixão?

Eu preciso respirar,
sentir e amar
-salve-me dos monstros,
venha me acordar.

Dessa realidade...
que carrego nos ombros.

Dê-me a oportunidade
de ainda exalar minhas fantasias
e criar num último respiro,
poesias.




Andrea⁠

A grandeza de um homem não se pesa em ouro ou títulos, nem se mede em centímetros ou reconhecimento.
Ela floresce na integridade de suas escolhas, na fidelidade silenciosa aos princípios que carrega.
Não somos lembrados apenas pelo que falamos, mas pelo rastro que deixamos na vida alheia, pelas ações que tocam sem alarde o cotidiano dos que nos cercam.
Ser grande é agir com honestidade quando ninguém observa, é defender o justo mesmo quando isso desafia o consenso, é oferecer respeito a todos sem esperar retorno.
O espelho do mundo não reflete palavras, mas gestos; não avalia intenções, mas revela o caráter. E é nesse reflexo silencioso que se mede a verdadeira estatura de uma alma.

ALMA EM CHAMAS

Carrego dentro de mim um território secreto,
um labirinto que não nasceu do acaso,
mas foi esculpido nas guerras da existência.

Cada curva guarda cicatrizes,
cada sombra revela batalhas.
Quem tenta me decifrar sem profundidade
se perde no eco da própria confusão.

Mas eu não me perco!
Há uma chama que não se apaga,
um amor que pulsa como bússola invisível
e me aponta a direção mesmo na noite mais escura.

Não é fogo comum.
É erupção, é clarão,
é calor que não queima, mas transforma.
Corre em minhas veias como lava viva,
fazendo meu coração bater
num ritmo que o mundo não entende.

Enquanto tantos vagam frios,
perdidos no vazio da própria indiferença,
eu ardo.
Num tempo que rejeita ternura,
numa realidade que tenta me moldar,
eu resisto.

Podem ferir, humilhar, aprisionar,
mas jamais apagarão o incêndio que me move.
Essa chama é imortal.
É farol que rasga a tempestade,
força que me ergue,
alegria que me sustenta.

Eu sigo.
Entre sombras e quedas,
meu passo é firme, minha fé é chama.
Avanço sem recuar.

Porque já compreendi:
a vida só encontra sentido verdadeiro
quando se escolhe amar.

Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.


Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.


O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.


Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.


Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

A passagem de um ano não é apenas um marco cronológico, mas um exercício de consciência. O tempo avança de forma implacável, e cada ciclo encerrado nos confronta com aquilo que fomos capazes — ou não — de compreender, construir e transformar.


Ao nos aproximarmos de 2026, o verdadeiro convite não é apenas ao otimismo, mas à responsabilidade pelo próprio crescimento. Recomeçar não significa ignorar o passado, e sim integrá-lo com lucidez, extraindo dele aprendizado, discernimento e maturidade.


Que 2026 seja um ano orientado por decisões mais conscientes do que impulsivas, por propósito mais do que por urgência, e por valores sólidos em vez de expectativas frágeis. Que haja ambição, mas acompanhada de ética; esperança, sustentada por ação; e fé, aliada à razão.


Que avancemos não apenas em conquistas externas, mas em consistência interior, tornando o tempo vivido digno do tempo que nos é concedido.


Que 2026 seja um ano de clareza, progresso e sentido.

Aerton caminha frequentemente na contramão das tendências dominantes do mundo moderno. Em um tempo marcado pela indiferença emocional e pela superficialidade das relações humanas, recusa-se a aceitar a insensibilidade como norma.


Não se contenta em permanecer como mero observador dissolvido na multidão anônima. Há nele uma inquietação moral que o impulsiona a compreender, questionar e agir.


Se alguém perguntar quem é Aerton, talvez a definição mais precisa seja simples e rara ao mesmo tempo: um homem orientado pelo senso de justiça.

Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.


Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.


Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.


Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.