Poema para um Lider

Cerca de 290747 frases e pensamentos: Poema para um Lider

⁠Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.


Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.


O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.


Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.


É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.


E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.


Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.


Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.


Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.


Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.


Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.


E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.

⁠Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.


Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos


Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.


Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.


Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.


Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.


Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.


Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.

⁠Cá por essas bandas de um sol para cada um, que cada qual tenha a hombridade de não se descuidar do seu.


Nem superaquecer o outro.


Bom e abençoado dia de verão embalado nos 40.


Cá por essas bandas, onde há um sol para cada um, não nos falta luz — falta, às vezes, hombridade.


Hombridade para cuidar do próprio astro, regular o próprio calor e vigiar as próprias sombras.


Porque há quem, descuidado de si, tente aquecer a própria falta queimando o outro.


O verão ensina sem levantar a voz: o sol que amadurece também pode ferir.


Tudo depende da distância, do respeito, do tempo de exposição.


Há calores que nutrem e há calores que adoecem.


Que cada qual carregue o seu sol com responsabilidade,
sem invejar o brilho alheio,
sem projetar suas secas sobre jardins que não lhe pertencem.


Num dia abençoado, embalado nos quarenta,
que saibamos ser verão sem incêndio,
luz sem arrogância,
calor sem invasão.


Bom e abençoado dia, ainda que embalado nos 40.

⁠⁠Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!


Há dias em que a Sorte não chega como visita discreta: ela entra sem pedir licença, aperta, envolve e até pesa.


Não pelo fardo, mas pela intensidade.


É um abraço tão cheio que o corpo quase cansa, e a alma, surpresa, precisa parar um instante para respirar e entender.


Talvez a Sorte não seja apenas o que dá certo, mas a força para atravessar o que poderia ter nos derrubado.


Ela se manifesta no fôlego que não faltou, no passo que continuou mesmo trêmulo, na coragem silenciosa de permanecer.


Vencer o dia, às vezes, é só não desistir dele.


E quando o cansaço vem depois do abraço, ele não é sinal de fraqueza, mas de travessia.


Só se cansa quem caminha, quem enfrenta, quem carrega o que precisa ser carregado sem largar a fé no meio do caminho.


Gratidão, Pai Amado, por mais um dia vencido…


Por mais um ano vencido.


Não porque foi leve, mas porque foi sustentado.


Não porque tudo sorriu, mas porque, apesar de tudo, seguimos de pé — sempre abraçados pela Tua misericórdia.


Que no próximo ano toda Sorte de Bençãos e Misericórdia continue nos encontrando, nos fortalecendo e, acima de tudo, nos mantendo de pé.


Amém por cada dia vivido e vencido!

⁠Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.


Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.


Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.


Não é vitrine — é serviço.


E nem é trono — é cruz.


O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.


Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.


Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.


Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.


E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.


Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.


Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.


Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.


É menos disputa por razão e mais entrega por amor.


Menos bandeiras e mais cruz.


Muito menos autopreservação e mais conversão diária.


Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…


Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.


Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.


O erro não visita os imóveis.


Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.


Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.


Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.


Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.


No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.


Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.

⁠Não vou cantar. Não sou cantor.
Sou um poeta, ex sonhador...
Eu sonhei demais e me machuquei.
Amando alguém distante ,eu só vacilei.
Não vou cantar. Não sou cantor,mas,um triste poema, eu irei compor.
Poema de amor e desilusão.
Poema é remédio
para o coração.

Eu declamo o arrebol,
os montes, vales, montanhas...
Eu declamo as tamanhas
alegrias de um dia de sol.
Faço da rima um anzol,
pra pescar conhecimento.
Sou um nordestino isento
do que não traz harmonia.
E quem mal me avalia
é folha seca ao vento...

Eu escrevi para ela
um caderno de poesias.
Falei dos meus sentimentos
e das noites e dos dias
que sofri enquanto ela
curtia as noites dela
em festas e fantasias...

E crucial que sejamos
Um jardim agradável,
até um Universo para
aqueles que nos
fazem bem. Trata-se
de reciprocidade.

Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.


Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.


No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.


Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.


Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…


Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.


Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.


É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.


Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…


Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…


Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.


E, depois disso, não há retorno.


Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.


Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.

Fomos tão seduzidos pelo universo digital, ao ponto de romantizar um mundo onde políticos influencers — eleitos por nós — brincam de governá-lo.


Essa constatação medonha é um convite a pensar sobre a profunda transformação que a política sofreu na era digital.


Hoje, a figura do político tradicional se mistura com a do influencer, aquele que domina a arte da comunicação rápida, do espetáculo e da conexão emocional imediata.


Mas, ao transferirmos nossa confiança e votos para essas figuras, muitas vezes mais preocupadas com a imagem do que com o conteúdo, acabamos por trivializar o exercício do poder.


Quando políticos se tornam influencers, a política vira palco para likes e compartilhamentos, onde o debate se perde para a viralização.


A “brincadeira de governar” — expressão que revela a leveza e a superficialidade com que algumas lideranças assumem responsabilidades sérias — coloca em risco a qualidade da democracia e o futuro da sociedade.


Nós, eleitores e cidadãos, também somos parte desse processo: somos os que elegem, os que curtem, os que compartilham.


Cabe exercitarmos um olhar crítico, exigir transparência, responsabilidade e compromisso real.


Sem isso, continuaremos reféns de uma política de aparência, onde a profundidade das ideias e a seriedade das ações ficam em segundo plano, diante do espetáculo digital.


O desafio está lançado: usar o poder do universo digital para fortalecer a democracia, não para reduzi-la a um jogo de imagens e seguidores.

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Secar um clube encharcado de história não é para qualquer um… tradição não evapora — transborda! Avante, Tricolor Paulista!


Em vão se desgastam os menores, tentando secar aquilo que não se apaga — a História dos Gigantes!


Mas como drenar a essência de um clube encharcado de glórias?


Como estancar a força de uma história que não evapora, mas transborda em cada geração?


O São Paulo não precisa provar sua grandeza — ela está gravada em títulos, eternizada em almas e páginas históricas, marcada em cada coração que pulsa em vermelho, branco e preto.


A Grandeza do Campeão de Tudo é Ilibada!

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.